Por que Diretas Já

ELIANE BRUM - É preciso interromper a crescente fragilização da democracia para recuperar a capacidade de imaginar um país O voto no Brasil hoje vale muito pouco. E precisa voltar a valer. Diante de um buraco tão fundo, que não para de se alargar, refundar a democracia depende da retomada pela população do poder de

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Žižek: A lição da vitória de Corbyn

Slavoj Žižek - O segredo do sucesso de Corbyn foi ter evitardo se pautar tanto pelos corretivos da cultura "politicamente correta" quanto pelo jogo populista do "políticamente incorreto". O fato de tal abordagem representar nada menos do que uma mudança de peso em nosso espaço político é um triste indicativo dos nossos

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Inglaterra: o vendaval Jeremy Corbyn

ANTONIO MARTINS - Corbyn, 68 anos. Ao contrário do que ocorre em países como a Espanha, na Inglaterra a renovação da esquerda poderia ocorrer por rebelião no interior de um velho partido Últimas pesquisas revelam: líder trabalhista, claramente identificado com esquerda e nova cultura política, está a um passo de v

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O Pós-Temer

Celso Rocha de Barros - A discussão sobre quem sucederá Michel Temer em caso de eleições indiretas está particularmente horrorosa. A classe política parece já ter decidido o que quer: um governo Temer sem Temer. A mesma coalizão sustentando o governo, o mesmo programa, outro sujeito discursando no 7 de setembro. O que

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O último suspiro do centro

Alessandra Orofino - Dia 14/5, Emmanuel Macron tomou posse na França. Sua vitória foi celebrada por muitos como o triunfo da moderação sobre o radicalismo. Mas um olhar atento para a vitória do centrista revela um diagnóstico bem mais interessante. Para começar, pesquisas realizadas pelos institutos Ipsos e Sopra

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A paz em jogo nas eleições iranianas

Luiz Eça - Trump, Is­rael, o ira­no­fó­bico ge­neral Mattis e a di­reita norte-ame­ri­cana po­derão ter um forte aliado para des­truírem o acordo nu­clear com o Irã. Mais exa­ta­mente, os ra­di­cais da linha-dura ira­niana, caso vençam as elei­ções pre­si­den­ciais de 19 de maio. O apoio po­pular ao pre­si­dente Rou

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“Pode não haver 2018”, alerta o economista Marcio Pochmann

Redação – “A crise que o Brasil vive hoje tem uma saída institucional, que é a eleição de 2018, com chance de o PT ou uma frente de esquerda vencê-la. Mas talvez possa não haver 2018”, afirma o economista e professor da Unicamp Marcio Pochmann. O aspecto mais grave da crise política e econômica vivida pelo Brasil ho

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