Como as emoções nas redes sociais nos manipulam e polarizam

JAIME RUBIO HANCOCK - É uma boa ideia contar até 10 antes de tuitar. Quando um tuíte contém um termo emocional e moral, é mais provável que seja retuitado. No Twitter (e nas demais redes sociais) têm mais sucesso as mensagens que apelam às nossas emoções. Um novo estudo mostra que não somente nos sentimos mais impuls

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Procuradores da Lava Jato são sintoma de sociedade doente

Rodrigo Ratier - "O safado só queria passear." O autor da frase é Januário Paludo, procurador da Lava Jato, em conversa obtida pelo site The Intercept e analisada em conjunto com o UOL. O safado, como se sabe, é Lula. E o passeio em questão é o enterro de Vavá, irmão do ex-presidente. A quem sobra um pouco

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Por que os psicopatas chegaram ao poder

George Monbiot - Há uma dimensão pouco examinada no avanço das lógicas neoliberais. Um sistema que estimula competição, disputa e rivalismo produzirá “líderes” brutais e sem empatia. Eleger gente generosa e sensível requer uma nova democracia. Quem, em seu juízo perfeito, poderia desejar esse trabalho? É quase certo

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A capitã que desafiou autoridades para salvar refugiados

DW - Heroína para muitos e criminosa para outros, Carola Rackete foi presa por atracar navio com migrantes em porto italiano. "Suas vidas vieram na frente do jogo político", diz alemã de 31 anos, que agora enfrenta processo. "Sei o risco que estou correndo", disse Carola Rackete antes de aportar na Itália A capitã al

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Redes sociais: quando compartilhar é humilhar

ROSARIO G. GÓMEZ - Plataformas sociais geram um eco infinito. Algumas vezes, levam a uma desumanização do outro. Precisamos de formação para usá-las sem danos e para não cometer, sem perceber, um crime. O youtuber que há dois anos deu um biscoito recheado de pasta de dente a um mendigo em Barcelona, gravou a cena e

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“Nossa cultura tem medo do conflito”

Thiago Domenici - Pesquisador social da Comunicação Não-Violenta afirma que para viver em democracia é preciso fazer as pazes com o conflito e que a aversão a ele é que cria perigo. “Contraintuitivamente se eu fizesse aquilo que me dava mais medo eu iria, na verdade, me tornar mais seguro”, comenta o britânico Domin

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