Extrativismo, o algoz da América Latina?

Raphael Sanz - Para Raul Zibechi, jornalista e estudioso dos movimentos sociais, retrocessos na região são comandados por um setor particular das elites, predador e mafioso. E só as ruas — não os governos — reverterão onda conservadora O ano se encerrou em todo o continente com enormes retrocessos para os trabalhado

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Por que a narrativa golpista foi vitoriosa? (II)

Juarez Guimarães e Eliara Santana - Anteriormente analisou-se a como a narrativa golpista conseguiu vencer. Neste artigo, a pergunta é: por que a narrativa golpista pôde ser vitoriosa contra a esquerda brasileira? No artigo anterior, analisou-se como a narrativa golpista – seus temas centrais, seus tempos, sua const

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A encruzilhada de 2018: entre 1968 e 1988

Guilherme Mello - O ano de 2018 certamente não está escrito nas estrelas. As incertezas que o envolvem não nos permitem fazer prognóstico confiável, mas parece evidente que a disputa política será em ambiente de anormalidade, herança dos momentos de golpe de Estado. Dois mil e dezessete está terminando e com isso in

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“O Judiciário usurpou o papel que era da política”

Patricia Fachin - Apesar das expectativas com as eleições presidenciais que irão ocorrer em outubro deste ano, “até agora as candidaturas não estão muito explicitas em relação aos rumos” que o país irá tomar daqui para frente, afirma o sociólogo Luiz Werneck Vianna à IHU On-Line. O Brasil “irá na direção do nacional-de

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O lado invisível do terrorismo

Marcelo Zero - Ao contrário do que supõe o ‘senso comum’, a imensa maioria das mortes por terrorismo ocorrem no Oriente Médio, África e Ásia, e apenas marginal e ocasionalmente na Europa e EUA. Além disso, há forte correlação entre o crescimento do terrorismo em escala global e as intervenções militares realizadas, em

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O começo de 2018 é esperado. Seu fim, imprevisível

Felipe Vono e Guilherme Boulos — A falência da Nova República e a aposta na interdição da candidatura de Lula tendem a provocar uma nova regressão democrática. A sorte está lançada. Chegamos ao fim do sofrível ano de 2017. Sabemos, portanto, como começa 2018. A questão é imaginar como termina. Temos diante de nós

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Ditadura e memória. A memória da ditadura

Jean Ortiz - Os "conselheiros" econômicos de Washington, os "Chicago-boys", treinados na escola "liberal" de Milton Friedman, utilizaram Pinochet para implantar o ultraliberalismo no Chile, antes de Thatcher, antes de Reagan (...) O objetivo da violência era disciplinar a população enquanto o projeto econômico era apli

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