O “OUTUBRO VERMELHO” e a esclerose brasileira

JOSÉ LUÍS FIORI - Desta vez tudo passou muito rápido. “Por qué protestan? Es por la desigualdad económica. Y los bajos salários. También por la baja o nula movilidad social y la falta de un futuro mejor para los jóvenes. Es por los servicios públicos infames. Y por la globalización y la pérdida de puestos de trabajo…”

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Por que o Líbano também diz basta!

Nizar Hassan - Primeiro ministro renunciou ontem, mas gesto não parece capaz de encerrar revolta. População reage contra imposto regressivo, cortes nos serviços públicos e sistema político que aliena os cidadãos, ao dividir poder entre partidos religiosos. O Líbano passou a viver, na última semana, uma revolta sem p

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A economia mundial em declínio

Prabhat Patnaik - O Banco Central Europeu rebaixou no mês passado a sua taxa de juro de referência para menos 0,5 por cento, a qual significa que se ele conceder um empréstimo de 100 euros seria então preciso reembolsar apenas 99,5 euros no término do empréstimo. Isto arrancou uma nova tendência:   em países como a Ale

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O tsunami chileno

Atilio A. Boron - Piñera e a repressão. O regime de Piñera – e insisto nisso de "regime" porque um governo que reprime com a brutalidade que todo o mundo viu não se pode considerar democrático – defronta-se com a mais séria ameaça popular já enfrentada por qualquer governo desde o derrube da Unidade Popular em 11 de

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Trump não nos ama

Luiz Eça - Ele segue fi­el­mente o prin­cípio de John Foster Dulles, se­cre­tário de Es­tado dos EUA, de­pois da Se­gunda Guerra mun­dial: “os EUA não têm amigos, tem in­te­resses”. Pode pa­recer cí­nico, mas é na­tural. Afinal, o líder de um país tem de buscar o que é bom para seu país e seu povo. Não é por com­par­

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Democracias em chamas

JAMIL CHADE - Uma década depois da pior crise do capitalismo, até mesmo o Fórum de Davos admite que o resgate de 10 trilhões de dólares ao sistema econômico foi ineficiente e, agora, a desigualdade ameaça as democracias Quito, Londres, Barcelona, Beirute, Hong Kong, Santiago e até mesmo Bagdá e Argel. Praticamente n

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A revolta não é um enigma

Edson Teles - Seja no Chile dos encapuchados ou dos revoltosos de hoje, ou no Brasil do Quebra-quebra de 1983 ou da revolta de junho de 2013, seja ainda nos momentos em que o “morro desce e não é carnaval”, o que temos se destaca é a sistemática tentativa de desqualificação de uma ação política. O Chile arde nas cha

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Aconteceu em Santiago

Antonio Martins - O que a explosão popular nas ruas do Chile pode dizer sobre as pernas curtas da “nova” direita, a crise do capitalismo e insuficiência de uma esquerda que parece incapaz de renovar seu projeto. E o Chile – quem diria? – pegou fogo por menos de vinte centavos. No início de outubro, o governo de

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