A ÁGUA BRASILEIRA CORRE PARA AS MULTINACIONAIS

Flávio José Rocha da Silva - A história do Brasil, não é novidade, foi forjada por uma sucessão de saques contra as nossas riquezas naturais. A lista é longa: pau-brasil, açúcar, ouro, diamantes, algodão, café, ferro, borracha, nióbio, sal, mogno, petróleo, etc. Como o que está ruim pode piorar, como diria um pessimist

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Do “Fascismo Democrático” a um novo Comunismo?

Alain Badiou - Ocidente parece dividido entre a aristocracia financeira e os gângsters. É preciso reconstruir a ideia de alternativa, ou não haverá mais Política. Mas quais os caminhos? 1. Começo como uma visão geral, não da situação atual dos Estados Unidos, mas do mundo de hoje. Penso que o ponto mais importa

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Consumo deixa de ser visto como vilão

Laura Carvalho - Passados cerca de três anos desde o início da maior crise econômica da história brasileira, fica cada vez mais claro que estamos diante de um reflexo no espelho do milagrinho vivido em meados dos anos 2000. Se o crescimento da economia naquele período veio junto com uma forte criação de empregos for

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Brasil: anotações à margem da atual situação econômica

Fernando Grossmann - Ao contrário da propaganda das classes dominantes brasileiras e de seu sinistro governo a economia nacional patina na estagnação econômica. E nada indica que possa haver novo ciclo de expansão nos próximos anos. Partindo da situação conjuntural. Ao contrário da vontade da torcida adversária aos

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CATARATAS DE DINHEIRO

RAFAEL MORO MARTINS - Na última década, patrocínios de Itaipu a eventos de magistrados cresceram 3.378%. Só a empresa do ministro Gilmar Mendes levou 900 mil reais nos últimos quatro anos “Uma coisa é acusar de caixa dois, outra é acusar de corrupção”, explicou, em abril, a jornalistas, um didático Gilmar Mendes, re

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Rombo da Previdência ignora sonegadores

Frei Betto - A Re­forma da Pre­vi­dência pro­posta pelo go­verno Temer re­tira di­reitos dos tra­ba­lha­dores para de­fender pri­vi­lé­gios dos em­pre­ga­dores e do ca­pital. Se o go­verno pre­cisa de re­cursos, por que não pôr fim às de­so­ne­ra­ções con­ce­didas a bancos, agro­ne­gócio e em­presas? De­so­nerar é dis­

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