Na barriga da miséria extrema

José Martins - O Brasil é, possivelmente, o país mais miserável do mundo. Principalmente se a flagrante pauperização da sua população for relacionada com o tamanho do território, da população e da economia do pais. O Brasil é tão grande quanto sua galopante miséria. Não acredita nisso? Recomenda-se, então, a leitura

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Sobre lucros, raposas e galinhas

José Álvaro de Lima Cardoso - Em meio à crise, ganhos dos bancos não param de crescer. Enquanto isso, Itaú recebe perdão de R$ 25 bilhões de impostos devidos — quase o orçamento do Bolsa Família em 2017. O país atravessa a mais grave recessão da história, com quase três anos de queda da produção industrial, diminuiç

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Não há saída sem a reversão da financeirização

LEDA MARIA PAULANI - Introdução. Neste momento da história brasileira, falar de saídas para a crise econômica implica considerar duas ordens de fatores que se colocam como pressupostos, a primeira de ordem mais geral, e a segunda mais atinente à questão econômica ou socioeconômica propriamente dita. Farei rápida menção

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Os governos do PT reduziram ou não a desigualdade?

Sergio Lirio — Estudo compila os ganhos sociais nas faixas mais baixas de renda entre 2002 e 2015. Refluxo a partir da reeleição de Dilma coloca os avanços em risco. Ao combater a pobreza, as políticas públicas reduziram a desigualdade racial Pesquisas recentes coordenadas pelo economista francês Thomas Piketty, refe

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Banco Mundial para a destruição e o subdesenvolvimento

José Martins - Lenin gostava de repetir uma conhecida pergunta: qual a diferença entre um banqueiro e um ladrão de banco? E respondia na bucha: “o ladrão rouba um banco, o banqueiro funda um banco”. Poucos anos mais tarde, em “A ópera dos três vinténs”, Brecht coloca a mesma pergunta de maneira mais elaborada: “o qu

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