Julian Fuks - Há em cada morto uma constelação de mortos. Em cada corpo que se apaga, apaga-se muito mais do que o indivíduo que o ocupava, muito mais do que sua interioridade. Com ele se esvai uma memória, uma história, uma linguagem, com ele se enterra uma cultura a um só tempo íntima e comunitária. Talvez por isso c
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