Hannah Arendt e os cadáveres no armário do jornalismo brasileiro

Lúcio de Castro - Al­gumas poucas pes­soas, al­gumas poucas obras e al­guns poucos gestos podem ter a força de mudar o curso das coisas. Na eterna dis­cussão sobre a pre­va­lência dos pro­cessos his­tó­ricos sobre in­di­ví­duos, tendo a con­cordar com di­versos ar­gu­mentos de quem acre­dita nisso. Ex­ceto para al­guns

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