{"id":8169,"date":"2018-05-30T17:36:00","date_gmt":"2018-05-30T20:36:00","guid":{"rendered":"http:\/\/controversia.com.br\/?p=8169"},"modified":"2018-05-30T17:36:00","modified_gmt":"2018-05-30T20:36:00","slug":"a-escalada-do-preco-dos-combustiveis-e-as-recentes-escolhas-da-politica-do-setor-de-petroleo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/controversia.com.br\/pt\/2018\/05\/30\/a-escalada-do-preco-dos-combustiveis-e-as-recentes-escolhas-da-politica-do-setor-de-petroleo\/","title":{"rendered":"A escalada do pre\u00e7o dos combust\u00edveis e as recentes escolhas da pol\u00edtica do setor de petr\u00f3leo"},"content":{"rendered":"<p><strong>Autoria: DIEESE<\/strong><\/p>\n<p>Nos \u00faltimos 30 dias(1), a Petrobras reajustou o pre\u00e7o da gasolina e do diesel nas refinarias 16 vezes. O pre\u00e7o da gasolina saiu de R$ 1,74 e chegou a R$ 2,09, alta de 20%. J\u00e1 o do diesel foi de R$ 2,00 a R$ 2,37, aumento de 18%. Para o consumidor final, os pre\u00e7os m\u00e9dios nas bombas de combust\u00edveis subiram de R$ 3,40 para R$ 5,00, no caso do litro de gasolina (crescimento de 47%), e de R$ 2,89 para R$ 4,00, para o litro do \u00f3leo diesel (alta de 38,4%).<\/p>\n<p>Em atos e interdi\u00e7\u00f5es de rodovias pelo pa\u00eds, o movimento que envolve caminhoneiros questiona, entre outros assuntos, a escalada nos pre\u00e7os dos combust\u00edveis, principalmente no do \u00f3leo diesel.<\/p>\n<p>O transporte de cargas no Brasil depende fortemente do modal rodovi\u00e1rio. Em poucos dias de interdi\u00e7\u00f5es, os impactos j\u00e1 s\u00e3o sentidos em v\u00e1rias cidades. A popula\u00e7\u00e3o sente dificuldade para obter combust\u00edveis e come\u00e7a a perceber problemas para o acesso a outros produtos, principalmente aliment\u00edcios. A mobilidade das pessoas e a presta\u00e7\u00e3o de diversos servi\u00e7os foram afetadas.<\/p>\n<p><strong>Por que os pre\u00e7os de derivados de petr\u00f3leo est\u00e3o subindo tanto no Brasil?<\/strong><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>A escalada nos pre\u00e7os dos derivados no Brasil, neste momento, est\u00e1 relacionada a fatores de natureza conjuntural (principalmente devido a elementos da geopol\u00edtica do petr\u00f3leo e valoriza\u00e7\u00e3o do d\u00f3lar diante do real) e a fatores internos (escolhas da pol\u00edtica de pre\u00e7os adotada pela Petrobras).<\/p>\n<p><strong>1\u00a0 &#8211; O cen\u00e1rio externo e o aumento do pre\u00e7o do petr\u00f3leo<\/strong><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>Nos \u00faltimos tr\u00eas meses, houve crescimento expressivo (cerca de 23%) da cota\u00e7\u00e3o do barril de petr\u00f3leo no mercado internacional, principalmente em raz\u00e3o do retorno das san\u00e7\u00f5es dos Estados Unidos (EUA) sobre o Ir\u00e3, do aumento geral da tens\u00e3o no Oriente M\u00e9dio, envolvendo Israel, Palestina e S\u00edria, e da queda na produ\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo da Venezuela. Ir\u00e3 e Venezuela s\u00e3o dois grandes pa\u00edses exportadores de petr\u00f3leo que, ao reduzirem as exporta\u00e7\u00f5es, provocam aumento nos pre\u00e7os do barril, influenciando tamb\u00e9m o dos derivados.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, desde o segundo semestre do ano passado, um acordo na Opep (Organiza\u00e7\u00e3o dos Pa\u00edses Exportadores de Petr\u00f3leo), entre Ar\u00e1bia Saudita e R\u00fassia, dois importantes produtores e representantes de polos politicamente opostos dentro da Organiza\u00e7\u00e3o, apontou para a necessidade de recomposi\u00e7\u00e3o dos pre\u00e7os (leia-se, aumento da cota\u00e7\u00e3o internacional).<\/p>\n<p>Existem ainda dois fortes movimentos especulativos internacionais: um pela subida dos pre\u00e7os do petr\u00f3leo, a partir da situa\u00e7\u00e3o geopol\u00edtica apontada aqui, e, outro, contra as moedas dos pa\u00edses emergentes, for\u00e7ando a alta do d\u00f3lar estadunidense. No Brasil, somado ao cen\u00e1rio de incerteza pol\u00edtica, a valoriza\u00e7\u00e3o do d\u00f3lar diante do real foi significativa, com grande impacto sobre os pre\u00e7os internos de produtos importados.<\/p>\n<p><strong>2\u00a0 &#8211; A nova pol\u00edtica de pre\u00e7os da Petrobras<\/strong><\/p>\n<p>Na presid\u00eancia da Petrobras desde junho de 2016, Pedro Parente imprimiu uma nova pol\u00edtica para a defini\u00e7\u00e3o dos pre\u00e7os de derivados de petr\u00f3leo no Brasil, adotando a paridade internacional. Isso significa que a Petrobras passou a praticar nas refinarias os mesmos pre\u00e7os dos derivados no mercado internacional (2). Assim, a partir de outubro de 2016, os pre\u00e7os come\u00e7aram a sofrer varia\u00e7\u00f5es mais frequentes e, a partir de julho de 2017, as corre\u00e7\u00f5es passaram a ser di\u00e1rias. A paridade internacional de pre\u00e7os veio acompanhada de outras duas decis\u00f5es, que comp\u00f5em o quadro da mudan\u00e7a na gest\u00e3o da Petrobras: a redu\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o nas refinarias pr\u00f3prias da empresa e o an\u00fancio da venda de outras quatro no Brasil. Essas medidas abrem espa\u00e7o para o aumento da participa\u00e7\u00e3o de empresas privadas no setor e a entrada de capital estrangeiro.<\/p>\n<p><strong>Efeitos da pol\u00edtica de paridade internacional dos pre\u00e7os dos derivados<\/strong><\/p>\n<p>A decis\u00e3o da Petrobras de praticar a paridade internacional desencadeou uma s\u00e9rie de efeitos sobre a economia brasileira, afetando diretamente os consumidores e tamb\u00e9m os setores da ind\u00fastria que utilizam os derivados de petr\u00f3leo para produzir.<\/p>\n<ul>\n<li>O pa\u00eds se torna mais vulner\u00e1vel aos efeitos externos, reduzindo a capacidade de interven\u00e7\u00e3o sobre os pre\u00e7os. Isso acontece quando o pre\u00e7o do barril sobe muito (como est\u00e1 acontecendo agora) ou mesmo quando h\u00e1 uma intemp\u00e9rie em pa\u00edses fornecedores de petr\u00f3leo ou<\/li>\n<li>O pa\u00eds passa a comprar no mercado internacional um bem que poderia produzir internamente. A produ\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo no Brasil, em abril de 2018, foi de 2,6 milh\u00f5es de barris\/dia (sem considerar 673 mil barris de g\u00e1s natural). Neste mesmo m\u00eas, as refinarias da Petrobras processaram 1,6 milh\u00e3o de barris\/dia e o consumo interno de derivados ficou em 2,2 milh\u00f5es de barris\/dia. Assim, mesmo produzindo 400 mil barris de petr\u00f3leo a mais do que o necess\u00e1rio para atender ao consumo nacional, o pa\u00eds importou (3) cerca de 600 mil barris de derivados\/dia. Isso aconteceu porque a Petrobras est\u00e1 aumentando a exporta\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo cru (4) e, ao mesmo tempo, reduzindo a utiliza\u00e7\u00e3o de suas refinarias. As refinarias da empresa possuem capacidade de refinar 2,4 milh\u00f5es de barris\/dia, mas est\u00e3o utilizando apenas 68% dessa capacidade. Al\u00e9m disso, parte dessa produ\u00e7\u00e3o de derivados est\u00e1 sendo direcionada para atender ao mercado externo (5).<\/li>\n<\/ul>\n<ul>\n<li>Como consequ\u00eancia desta pol\u00edtica de paridade e redu\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o, cresce a entrada de importadores de derivados de petr\u00f3leo no pa\u00eds. Segundo dados da Ag\u00eancia Nacional de Petr\u00f3leo (ANP), hoje existem 392 empresas autorizadas a realizar importa\u00e7\u00f5es de derivados no pa\u00eds. Dessas empresas, 129 (33%) foram cadastradas depois de 2016 (6).<\/li>\n<li>Na busca pelo aumento da receita fiscal, em julho de 2017, o governo federal reajustou de 9% para 14% a al\u00edquota do PIS\/Cofins (Programa de Integra\u00e7\u00e3o Social\/Contribui\u00e7\u00e3o para o Financiamento da Seguridade Social), que incide sobre a gasolina e o diesel, com impactos ainda maiores sobre os pre\u00e7os<\/li>\n<li>A economia brasileira se torna mais suscet\u00edvel \u00e0s flutua\u00e7\u00f5es do mercado financeiro e aos ataques especulativos. Desde a liberaliza\u00e7\u00e3o e a desregula\u00e7\u00e3o financeira no come\u00e7o dos anos de 1990, os fluxos de capitais de curto prazo e os ataques especulativos com o objetivo de direcionar as pol\u00edticas nacionais t\u00eam se tornado elementos decisivos da economia. Quando se permite que um dos principais bens comercializ\u00e1veis (e a principal fonte de energia e de transporte) possa variar conforme os fluxos financeiros, a economia nacional se torna ainda mais suscet\u00edvel aos ataques Desta forma, o governo reduz a capacidade de controle sobre a pol\u00edtica econ\u00f4mica.<\/li>\n<li>Diante de forte movimento especulativo, ainda que no curto prazo, ganham enormemente os acionistas privados, boa parte deles de capital<\/li>\n<\/ul>\n<p>Por sua vez, o trabalhador brasileiro, como consumidor final, sofre um grande impacto no custo de vida, especialmente em contexto das mais variadas adversidades, como a queda da massa de sal\u00e1rios e o aumento do desemprego no pa\u00eds.<\/p>\n<p>Diante de todos esses efeitos, resta uma simples pergunta: se o Brasil tem grandes reservas e consegue, hoje, extrair maior quantidade de barris que o total do consumo nacional, por que o petr\u00f3leo tem que ser vendido a um pre\u00e7o t\u00e3o mais alto que o custo de produ\u00e7\u00e3o?<\/p>\n<p><strong>Como era a pol\u00edtica de pre\u00e7os dos derivados antes da atual gest\u00e3o?<\/strong><\/p>\n<p>Entre janeiro de 2003 e junho de 2016, a Petrobras optou por manter os pre\u00e7os dos derivados de petr\u00f3leo mais est\u00e1veis, reduzindo o impacto das flutua\u00e7\u00f5es internacionais. Ainda que levasse em conta as varia\u00e7\u00f5es dos pre\u00e7os internacionais, utilizava-se de outros fatores como contrapesos, como os custos e o volume da produ\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo e de refinado no pa\u00eds, a varia\u00e7\u00e3o da demanda por derivados, entre outros.<\/p>\n<p>Nesse mesmo per\u00edodo, a gasolina e o diesel sofreram apenas 15 reajustes de pre\u00e7os (para cima ou para baixo) e, entre 2005 e 2008, n\u00e3o houve nenhuma revis\u00e3o de valor. O g\u00e1s liquefeito de petr\u00f3leo (GLP), o chamado g\u00e1s de cozinha, n\u00e3o sofreu nenhum reajuste em refinaria entre 2003 e 2014. \u00c9 importante lembrar que o pre\u00e7o do produto tem grande impacto sobre os custos de alimenta\u00e7\u00e3o do trabalhador brasileiro. N\u00e3o \u00e0 toa, a recente escalada de pre\u00e7os teve como consequ\u00eancia o aumento do n\u00famero de fam\u00edlias que passou a usar a lenha para cozinhar.<\/p>\n<p>Por outro lado, com a nova pol\u00edtica, desde junho de 2016, a Petrobras j\u00e1 reajustou 216 vezes os pre\u00e7os da gasolina e do diesel. Para dar ideia do impacto, entre maio de 2017 e abril de 2018, a infla\u00e7\u00e3o acumulada pelo \u00cdndice de Custo de Vida (ICV\/DIEESE) ficou em 2,79%. O aumento ocorrido no subgrupo transporte individual, de 11,47%, foi consequ\u00eancia, principalmente, da alta nos pre\u00e7os m\u00e9dios da gasolina (19,75%), do \u00e1lcool (15,05%) e do diesel (10,99%); o subgrupo transporte coletivo, por sua vez, teve eleva\u00e7\u00e3o de 5,35%.<\/p>\n<p><strong>Medidas que podem mitigar a atual crise<\/strong><\/p>\n<p>No cerne desse conflito est\u00e1 a disputa sobre quais grupos ganham e quais perdem com a atual pol\u00edtica de pre\u00e7os da Petrobras. Ao que tudo indica, o consumidor final acaba, literalmente, pagando a conta, j\u00e1 que os custos de produ\u00e7\u00e3o (incluindo o transporte) acabam repassados ao pre\u00e7o final, com maior impacto sobre as camadas m\u00e9dias e mais pobres da sociedade.<\/p>\n<p>Uma eventual redu\u00e7\u00e3o dos pre\u00e7os dos combust\u00edveis via diminui\u00e7\u00e3o de impostos implica, necessariamente, ren\u00fancia fiscal. Nesse momento de baixa arrecada\u00e7\u00e3o e d\u00e9ficit p\u00fablico, em que o financiamento de pol\u00edticas p\u00fablicas j\u00e1 est\u00e1 comprometido, essa solu\u00e7\u00e3o compromete mais ainda a capacidade de a\u00e7\u00e3o do Estado brasileiro. O corte na Cide (Contribui\u00e7\u00e3o de Interven\u00e7\u00e3o de Dom\u00ednio Econ\u00f4mico), no PIS\/Cofins ou no ICMS (Imposto sobre Circula\u00e7\u00e3o de Mercadorias e Servi\u00e7os) resultar\u00e3o em medidas paliativas, se n\u00e3o houver uma mudan\u00e7a na pol\u00edtica do setor de petr\u00f3leo no Brasil que transforme, de forma mais estrutural, a din\u00e2mica de pre\u00e7os. Al\u00e9m disso, \u00e9 um custo que novamente ser\u00e1 pago pela popula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>\u00c9 fundamental o fortalecimento da capacidade do Estado brasileiro para administrar as flutua\u00e7\u00f5es externas de custos, reduzindo o impacto da din\u00e2mica geopol\u00edtica internacional do petr\u00f3leo, e, ao mesmo tempo, direcionando a pol\u00edtica interna de pre\u00e7os para o atendimento dos interesses dos consumidores. Como empresa estatal, a Petrobras deveria ter a atua\u00e7\u00e3o voltada para esses interesses e n\u00e3o favorecer os investidores estrangeiros e especuladores que ganham em torno da livre flutua\u00e7\u00e3o de pre\u00e7os.<\/p>\n<p>As empresas estatais diferem das privadas na medida em que, pela natureza, deveriam tomar decis\u00f5es orientadas pelo interesse coletivo e n\u00e3o apenas por crit\u00e9rios econ\u00f4mico- financeiros. \u00c9 poss\u00edvel gerir empresas estatais de forma eficiente, sob a perspectiva do interesse p\u00fablico. A an\u00e1lise das experi\u00eancias de pa\u00edses desenvolvidos mostra a viabilidade de diferentes tipos de gest\u00e3o no setor p\u00fablico, com controle social, que possibilitam reduzir acentuadamente problemas relacionados \u00e0 corrup\u00e7\u00e3o e \u00e0 apropria\u00e7\u00e3o indevida por interesses privados.<\/p>\n<p>Conforme mostrado na Nota T\u00e9cnica 189 (7), do DIEESE, as empresas estatais cumprem importante papel no atendimento aos interesses da sociedade. Entre outras fun\u00e7\u00f5es, desenvolvem setores de atividade econ\u00f4mica e gest\u00e3o de recursos estrat\u00e9gicos para a garantia da soberania nacional. Cumprem tamb\u00e9m o importante papel no provimento de bens e servi\u00e7os essenciais \u00e0 vida, conforme define inclusive a Constitui\u00e7\u00e3o Federal de 1988.<\/p>\n<p>Nesse sentido, diante do atual cen\u00e1rio, algumas iniciativas podem ser adotadas pela Petrobras e pelo governo federal para tentar resolver o conflito com o movimento que envolve caminhoneiros, com redu\u00e7\u00e3o de pre\u00e7os tamb\u00e9m para a popula\u00e7\u00e3o em geral. Vale chamar aten\u00e7\u00e3o para o fato de que a principal reinvindica\u00e7\u00e3o do movimento \u00e9 a redu\u00e7\u00e3o dos pre\u00e7os do diesel.<\/p>\n<p>Medidas:<\/p>\n<ul>\n<li>Recuar da pol\u00edtica de paridade internacional nos pre\u00e7os dos derivados, principalmente diesel, g\u00e1s de cozinha e gasolina, e levar em considera\u00e7\u00e3o outros fatores, como a produ\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo e refino no pa\u00eds, custos para essas produ\u00e7\u00f5es, c\u00e2mbio, demanda por<\/li>\n<li>Aumentar o volume de petr\u00f3leo refinado em refinarias pr\u00f3prias, que atualmente utilizam apenas 68% da capacidade total. Como apontado anteriormente, \u00e9 poss\u00edvel refinar 2,4 milh\u00f5es de barris\/dia e atender a demanda interna (com cerca de 2,2 milh\u00f5es\/dia), dependendo menos do mercado internacional (seja de produ\u00e7\u00e3o ou pre\u00e7o dos refinados).<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>Como est\u00e3o reagindo os petroleiros<\/strong><\/p>\n<p>O movimento sindical petroleiro vem discutindo e apontando problemas nessas escolhas estrat\u00e9gicas da atual gest\u00e3o da Petrobras, j\u00e1 h\u00e1 alguns anos. No caso espec\u00edfico da Federa\u00e7\u00e3o \u00danica dos Petroleiros (FUP), foi aprovada, em assembleia com a categoria, uma greve, em fase de organiza\u00e7\u00e3o, para os pr\u00f3ximos dias, cujas bandeiras s\u00e3o:<\/p>\n<ul>\n<li>Redu\u00e7\u00e3o dos pre\u00e7os dos combust\u00edveis;<\/li>\n<li>Manuten\u00e7\u00e3o do emprego e retomada da produ\u00e7\u00e3o das refinarias;<\/li>\n<li>Fim das importa\u00e7\u00f5es de derivados;<\/li>\n<li>Contra a pol\u00edtica de privatiza\u00e7\u00e3o da Petrobras;<\/li>\n<\/ul>\n<p>===========<\/p>\n<p>1 Entre 22 de abril e 22 de maio de 2018.<br \/>\n2 A pol\u00edtica de pre\u00e7os adotada anteriormente a esse per\u00edodo \u00e9 melhor descrita em outra se\u00e7\u00e3o deste texto, mais adiante.<br \/>\n3 Vale lembrar que todos os pa\u00edses que produzem petr\u00f3leo sempre importam derivados de outros pa\u00edses, pois depende do tipo de petr\u00f3leo que cada pa\u00eds produz.2 A pol\u00edtica de pre\u00e7os adotada anteriormente a esse per\u00edodo \u00e9 melhor descrita em outra se\u00e7\u00e3o deste texto, mais adiante.<br \/>\n4 No 1\u00ba trimestre de 2018, a Petrobras exportou 496 mil barris\/dia de petr\u00f3leo cru.<br \/>\n5 Tamb\u00e9m no 1\u00ba trimestre de 2018, a Petrobr\u00e1s exportou 190 mil barris\/dia de derivados de petr\u00f3leo.4 No 1\u00ba trimestre de 2018, a Petrobras exportou 496 mil barris\/dia de petr\u00f3leo cru.<br \/>\n6 Fonte: ANP, Relat\u00f3rio de Licen\u00e7as de importa\u00e7\u00f5es, maio de 2018.<br \/>\n7 Nota T\u00e9cnica n\u00ba 189 &#8211; Empresas estatais e desenvolvimento: considera\u00e7\u00f5es sobre a atual pol\u00edtica de desestatiza\u00e7\u00e3o, de janeiro de 2018. Ver em: <a href=\"https:\/\/www.dieese.org.br\/notatecnica\/2018\/notaTec189Estatais.html\">https:\/\/www.dieese.org.br\/notatecnica\/2018\/notaTec189Estatais.html<\/a><\/p>\n<p><strong>Fonte: DIEESE Notas T\u00e9cnicas www.dieese.org.br<\/strong><\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Autoria: DIEESE Nos \u00faltimos 30 dias(1), a Petrobras reajustou o pre\u00e7o da gasolina e do diesel nas refinarias 16 vezes. O pre\u00e7o da gasolina saiu de R$ 1,74 e chegou a R$ 2,09, alta de 20%. J\u00e1 o do diesel foi de R$ 2,00 a R$ 2,37, aumento de 18%. 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