{"id":5348,"date":"2017-09-12T12:30:48","date_gmt":"2017-09-12T15:30:48","guid":{"rendered":"http:\/\/controversia.com.br\/?p=5348"},"modified":"2017-09-12T12:27:48","modified_gmt":"2017-09-12T15:27:48","slug":"bombardeamos-tudo-que-se-movia-os-ataques-que-ajudam-a-explicar-o-rancor-historico-da-coreia-do-norte-com-os-eua","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/controversia.com.br\/pt\/2017\/09\/12\/bombardeamos-tudo-que-se-movia-os-ataques-que-ajudam-a-explicar-o-rancor-historico-da-coreia-do-norte-com-os-eua\/","title":{"rendered":"&#8216;Bombardeamos tudo que se movia&#8217;: os ataques que ajudam a explicar o rancor hist\u00f3rico da Coreia do Norte com os EUA"},"content":{"rendered":"<p><strong>Guillermo D. Olmo<\/strong> &#8211;\u00a0Os bombardeios americanos foram um pesadelo para a popula\u00e7\u00e3o civil norte-coreana<\/p>\n<blockquote><p>&#8220;Tudo que se movia.&#8221; Com essas palavras, o ex-secret\u00e1rio de Estado americano Dean Rusk definiu os alvos das bombas lan\u00e7adas sobre a Coreia do Norte durante a Guerra da Coreia (1950-1953), uma miss\u00e3o batizada pelo Pent\u00e1gono de Opera\u00e7\u00e3o Estrangular.<\/p><\/blockquote>\n<p>Segundo historiadores, foram tr\u00eas anos de ataques a\u00e9reos cont\u00ednuos e indiscriminados, que arrasaram cidades e vilarejos da rep\u00fablica comunista e mataram dezenas de milhares de civis.<\/p>\n<p>James Person, especialista em pol\u00edtica e hist\u00f3ria coreanas do centro de estudos Wilson Center, em Washington, diz que essa parte da hist\u00f3ria dos Estados Unidos n\u00e3o \u00e9 muito divulgada no pa\u00eds. &#8220;Como ocorreu entre a Segunda Guerra Mundial e a trag\u00e9dia do Vietn\u00e3, a maioria do p\u00fablico americano n\u00e3o sabe muito sobre a Guerra da Coreia.&#8221;<\/p>\n<p>Mas, na Coreia do Norte, nunca se esqueceram dela &#8211; e essas lembran\u00e7as continuam a ser uma das raz\u00f5es do rancor que impera ali contra os Estados Unidos e o mundo capitalista. Desde ent\u00e3o, Pyongyang sempre viu os americanos como uma amea\u00e7a, uma rivalidade que est\u00e1 na raiz da tens\u00e3o que existe na regi\u00e3o, agora em seu auge.<\/p>\n<p>Mas como foi esse cap\u00edtulo n\u00e3o resolvido da hist\u00f3ria da pen\u00ednsula coreana?<\/p>\n<p><span class=\"image-and-copyright-container\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"responsive-image__img js-image-replace\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/ichef.bbci.co.uk\/news\/624\/cpsprodpb\/D0DD\/production\/_97696435_cafa42d4-b00f-4f75-ba06-e221e575290c.jpg?resize=640%2C360&#038;ssl=1\" alt=\"Soldado americano com um prisioneiro coreano\" width=\"640\" height=\"360\" data-highest-encountered-width=\"624\" \/><\/span><em>S\u00f3 a interven\u00e7\u00e3o chinesa foi capaz de frear o avan\u00e7o das tropas dos Estados Unidos e da ONU<\/em><\/p>\n<p>No ano de 1950, tropas americanas, apoiadas por uma coaliz\u00e3o internacional, tentavam recha\u00e7ar uma invas\u00e3o na Coreia do Sul. Kim Il-sung, av\u00f4 do atual l\u00edder da Coreia do Norte, havia lan\u00e7ado seus homens contra o pa\u00eds vizinho ap\u00f3s uma forte repress\u00e3o de simpatizantes do comunismo pelo regime militar comandado por Syngman Rhee em Seul.<\/p>\n<p>Apoiado por Stalin, em Moscou, Il-sung deu in\u00edcio ao primeiro grande conflito da Guerra Fria. Na primeira fase de hostilidades, o enorme poder a\u00e9reo americano havia se limitado a atingir alvos estrat\u00e9gicos, como bases militares e centros industriais, mas um fator inesperado mudou tudo.<\/p>\n<p>Pouco depois do in\u00edcio da guerra, a China, temendo o avan\u00e7o dos Estados Unidos rumo \u00e0s suas fronteiras, decidiu sair em defesa da Coreia do Norte, sua aliada. Os soldados americanos come\u00e7aram a sofrer cada vez mais baixas por conta dos ataques das For\u00e7as Armadas chinesas, que n\u00e3o eram t\u00e3o bem equipadas quanto as dos Estados Unidos, mas muito mais numerosas.<\/p>\n<p>&#8220;Para o comando americano, era vital interromper os suprimentos enviados por chineses e sovi\u00e9ticos que permitiam a Coreia do Norte manter seus esfor\u00e7os b\u00e9licos&#8221;, explica Person.<\/p>\n<p>Foi ent\u00e3o que o general Douglas MacArthur, her\u00f3i da Segunda Guerra Mundial no Pac\u00edfico, decidiu dar in\u00edcio a sua &#8220;t\u00e1tica de terra arrasada&#8221;.<\/p>\n<p><span class=\"image-and-copyright-container\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"responsive-image__img js-image-replace\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/ichef-1.bbci.co.uk\/news\/624\/cpsprodpb\/F7ED\/production\/_97696436_453f94f8-0d8b-4914-b5d7-750d9e392336.jpg?resize=640%2C360&#038;ssl=1\" alt=\"General Douglas MacArthur com outro militar\" width=\"640\" height=\"360\" data-highest-encountered-width=\"624\" \/><\/span><em>O general MacArthur foi quem impulsinou a &#8216;t\u00e1tica de terra arrasada&#8217; aplicada pelos EUA<\/em><\/p>\n<p class=\"story-body__crosshead\"><strong>Ofensiva a\u00e9rea<\/strong><\/p>\n<p>Foi o marco do in\u00edcio da guerra total contra a Coreia do Norte. A partir desse momento, todas as cidades e vilarejos passaram a receber a visita di\u00e1ria dos bombardeiros americanos B-29 e B-52 e sua carga mortal de napalm, nome dado a um conjunto de l\u00edquidos inflam\u00e1veis.<\/p>\n<p>Ainda que MacArthur tenha ca\u00eddo em desgra\u00e7a pouco depois, sua estrat\u00e9gia continuou a ser aplicada. Segundo Taewoo Kim, professor de Humanidades da Universidade Nacional de Seul, todas as cidades e vilarejos da Coreia do Norte foram reduzidos as escombros.<\/p>\n<p>O general Curtis LeMay, chefe do Comando A\u00e9reo Estrat\u00e9gico durante o conflito, declarou muito anos depois: &#8220;Aniquilamos cerca de 20% da popula\u00e7\u00e3o&#8221;.<\/p>\n<p>C\u00e1lculos assim levaram o jornalista e escritor Blaine Harden, autor de v\u00e1rias obras sobre a Coreia do Norte, a qualificar como &#8220;crime de guerra&#8221; a a\u00e7\u00e3o militar americana. Person n\u00e3o enxerga assim: &#8220;Aquilo foi uma guerra total em que todas as partes envolvidas cometeram atrocidades&#8221;.<\/p>\n<p>As estimativas de pesquisadores d\u00e3o conta que, nos tr\u00eas anos de guerra, foram lan\u00e7adas 635 mil toneladas de bombas contra a Coreia do Norte. De acordo com Pyongyang, 5 mil escolas, mil hospitais e 600 mil resid\u00eancias foram destru\u00eddos. Um documento sovi\u00e9tico redigido pouco antes do cessar-fogo de 1953 fala em 282 mil civis mortos pelos bombardeios.<\/p>\n<p><span class=\"image-and-copyright-container\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"responsive-image__img js-image-replace\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/ichef.bbci.co.uk\/news\/624\/cpsprodpb\/11EFD\/production\/_97696437_e5d31905-7578-48af-8b22-bdec48c1d9c5.jpg?resize=640%2C360&#038;ssl=1\" alt=\"Refugiados na Guerra da Coreia\" width=\"640\" height=\"360\" data-highest-encountered-width=\"624\" \/><\/span><em>As bombas fizeram milhares de civis deixarem suas casas para se salvar<\/em><\/p>\n<p>\u00c9 imposs\u00edvel confirmar esses n\u00fameros, mas ningu\u00e9m nega a magnitude da devasta\u00e7\u00e3o. Uma comiss\u00e3o internacional que percorreu a capital norte-coreana ap\u00f3s a guerra atestou que n\u00e3o havia restado um \u00fanico edif\u00edcio que n\u00e3o tenha sido afetado pelo bombardeios.<\/p>\n<p>Como havia ocorrido com os habitantes de cidades alem\u00e3s como Dresden na ofensiva final dos Aliados contra o Terceiro Reich, os norte-coreanos viram suas ruas e casas devorados por chamas, ao ponto de a maioria ter de ir para os min\u00fasculos abrigos subterr\u00e2neos improvisados para se salvar.<\/p>\n<p class=\"story-body__crosshead\"><strong>Medo nuclear<\/strong><\/p>\n<p>Enquanto o mundo inteiro estava atento \u00e0 pen\u00ednsula coreana, temendo que os Estados Unidos e a Uni\u00e3o Sovi\u00e9tica acabassem travando uma guerra nuclear, o ent\u00e3o ministro de Rela\u00e7\u00f5es Exteriores norte-coreano, Pak Hen En, denunciava na ONU o &#8220;bestial exterm\u00ednio de civis pac\u00edficos pelos imperialistas americanos&#8221;.<\/p>\n<p>Seu relato contava que, para garantir que Pyongyang ficasse sempre cercada por inc\u00eandios, os &#8220;b\u00e1rbaros transatl\u00e2nticos&#8221; a bombardeavam com artefatos de a\u00e7\u00e3o retardada que detonavam de forma alternada, &#8220;impossibilitando que as pessoas sa\u00edssem de casa&#8221;.<\/p>\n<p>Infraestruturas essenciais, como barragens, usinas el\u00e9tricas e ferrovias, foram sistematicamente atacadas. Taewoo Kim destacou que, &#8220;em todo o pa\u00eds, ficou imposs\u00edvel levar uma vida normal na superf\u00edcie&#8221;.<\/p>\n<p>As autoridades comandaram uma mobiliza\u00e7\u00e3o nacional para que fossem erguidos mercados, acampamentos militares e outras instala\u00e7\u00f5es sob a terra para que o pa\u00eds pudesse funcionar. A Coreia do Norte virou uma na\u00e7\u00e3o subterr\u00e2nea e em permanente estado de alerta.<\/p>\n<p><span class=\"image-and-copyright-container\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"responsive-image__img js-image-replace\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/ichef-1.bbci.co.uk\/news\/624\/cpsprodpb\/16D1D\/production\/_97696439_f043fc93-0467-4e61-b585-262193154d3d.jpg?resize=640%2C360&#038;ssl=1\" alt=\"Mulher carrega beb\u00ea ap\u00f3s explos\u00f5es em Pyongyang\" width=\"640\" height=\"360\" data-highest-encountered-width=\"624\" \/><\/span><em>Bombardeios reduziram cidades inteiras a escombros e deixaram milhares de v\u00edtimas<\/em><\/p>\n<p>Person diz que &#8220;toda a cidade de Pyongyang se mudou para debaixo da terra, e isso teve um tremendo impacto psicol\u00f3gico nos seus habitantes&#8221;. O especialista explica que o medo persiste at\u00e9 hoje e a isso se deve o fato de que armaz\u00e9ns e instala\u00e7\u00f5es cr\u00edticas continuem sendo mantidos em grandes profundidades.<\/p>\n<p>Durante a noite, os norte-coreanos recrutados pelo Estado trabalhavam freneticamente para reparar as vias de comunica\u00e7\u00e3o e as usinas destro\u00e7adas pelas explos\u00f5es durante o dia. O fruto desse trabalho causava surpresa e frustra\u00e7\u00e3o no comando americano, que viam alvos de ataques sendo restaurados em pouco tempo.<\/p>\n<p>Uma vez que o conflito em terra se estabilizou, diante da incapacidade de ambos os lados de se imporem, a campanha a\u00e9rea tornou-se uma luta de desgaste em que os norte-coreanos levaram a pior.<\/p>\n<p>Finalmente, em 1953, ap\u00f3s longas negocia\u00e7\u00f5es, veio o cessar-fogo. O ent\u00e3o presidente americano Harry S. Truman sempre quis evitar uma escalada do conflito que pudesse levar a um confronto direto com os sovi\u00e9ticos.<\/p>\n<p>Seu sucessor, Dwight D. Eisenhower, tamb\u00e9m compreendeu de partida que o pa\u00eds n\u00e3o poderia manter indefinidamente seus esfor\u00e7os b\u00e9licos na pen\u00ednsula. A morte do l\u00edder sovi\u00e9tico St\u00e1lin em mar\u00e7o daquele ano mudou o clima pol\u00edtico em Moscou, o que facilitou o fim das hostilidades.<\/p>\n<p>A historiadora Kathryn Weathersby, da Universidade da Coreia em Seul, explica que &#8220;sabemos pelos arquivos sovi\u00e9ticos que St\u00e1lin insistia que as duas Coreias e a China continuassem a lutar para que as for\u00e7as americanas seguissem ali por ao menos dois ou tr\u00eas anos e, assim, os pa\u00edses do bloco comunista na Europa continuassem a atuar sem medo de uma interven\u00e7\u00e3o&#8221;.<\/p>\n<p>Sem ele, o armist\u00edcio foi mais f\u00e1cil. O acordo de paz definitivo e a reunifica\u00e7\u00e3o das Coreias seguem pendentes, mas tudo isso cimentou o mito que continua alimentando a ret\u00f3rica oficial norte-coreana.<\/p>\n<p>\u00c0s vezes, os meios de comunica\u00e7\u00e3o do regime recordam os cidad\u00e3os da enorme dor infringida pelos avi\u00f5es estrangeiros. Tanto Kim Il-sung como seus sucessores Kim Jong-il e Kim Jong-un se apresentam como representantes da her\u00f3ica resist\u00eancia que livrou a na\u00e7\u00e3o de sucumbir \u00e0 &#8220;agress\u00e3o&#8221; estrangeira.<\/p>\n<p><span class=\"image-and-copyright-container\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"responsive-image__img js-image-replace\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/ichef.bbci.co.uk\/news\/624\/cpsprodpb\/5F81\/production\/_97594442_kim-il-sung-koje-island-afp-getty.jpg?resize=640%2C360&#038;ssl=1\" alt=\"Un retrato de Kim Il-sung durante la guerra\" width=\"640\" height=\"360\" data-highest-encountered-width=\"624\" \/><\/span><em>A propaganda oficial apresenta o av\u00f4 de Kim Jong-un, Kim Il-sung, como o art\u00edfice da resist\u00eancia norte-coreana<\/em><\/p>\n<p>Trata-se, nas palavras de Person, &#8220;de refor\u00e7ar essa narrativa em que a Coreia do Norte mant\u00e9m os americanos longe com sua grande defesa e sua capacidade de dissuas\u00e3o&#8221;.<\/p>\n<p>De alguma maneira, o legado da guerra funciona como combust\u00edvel ideol\u00f3gico para o regime dos Kim. Tamb\u00e9m \u00e9 uma das raz\u00f5es que explicam sua insist\u00eancia em desenvolver um arsenal nuclear, apesar das constantes cr\u00edticas internacionais. &#8220;Eles decidiram usar a hist\u00f3ria para justificar a opress\u00e3o do povo e a mis\u00e9ria&#8221;, diz Person.<\/p>\n<p>De acordo com especialistas, em seu af\u00e3 propagand\u00edstico, as autoridades de Pyongyang n\u00e3o t\u00eam d\u00favidas em deformar o passado j\u00e1 suficientemente brutal.<span class=\"image-and-copyright-container\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"responsive-image__img js-image-replace\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/ichef-1.bbci.co.uk\/news\/624\/cpsprodpb\/1460D\/production\/_97696438_c9eff7b5-3c06-4f61-996a-2bc5bcbe1668.jpg?resize=640%2C407&#038;ssl=1\" alt=\"Cartaz diz que a ONU condena a invas\u00e3o da Coreia do Sul\" width=\"640\" height=\"407\" data-highest-encountered-width=\"624\" \/><\/span><em>Os americanos tamb\u00e9m recorreram \u00e0 propaganda para justificar seu papel no conflito<\/em><\/p>\n<p>Weathersby diz que &#8220;os museus norte-coreanos diminuem a import\u00e2ncia dos bombardeios, talvez porque destacar a superioridade tecnol\u00f3gica americana geraria perguntas inc\u00f4modas&#8221;. Em vez disso, explica a pesquisadora, &#8220;mostram uma narrativa de matan\u00e7as gratuitas supostamente perpetradas pelas tropas americanas&#8221;.<\/p>\n<p>Para ela, uma divis\u00e3o da pen\u00ednsula nunca resolvida definitivamente e o potente poderio militar que o Pent\u00e1gono mant\u00e9m na Coreia do Sul e no Jap\u00e3o explicam por que a Coreia do Norte segue ainda sob uma esp\u00e9cie de estado de exce\u00e7\u00e3o permanente.<\/p>\n<p>E explicam tamb\u00e9m, como destacou recentemente em um artigo da BBC o analista Justin Bronk, o fato de suprimentos e muni\u00e7\u00e3o do ex\u00e9rcito serem guardados pr\u00f3ximos da fronteira sul, em silos sob a terra, para fazer frente a uma hipot\u00e9tica invas\u00e3o.<\/p>\n<p>A guerra e o fogo que choviam do c\u00e9u fizeram da Coreia do Norte um Estado-bunker. Mais de 70 anos depois, isso n\u00e3o mudou.<\/p>\n<p>http:\/\/www.bbc.com\/portuguese\/internacional-41180920?ocid=socialflow_facebook<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Guillermo D. Olmo &#8211;\u00a0Os bombardeios americanos foram um pesadelo para a popula\u00e7\u00e3o civil norte-coreana &#8220;Tudo que se movia.&#8221; Com essas palavras, o ex-secret\u00e1rio de Estado americano Dean Rusk definiu os alvos das bombas lan\u00e7adas sobre a Coreia do Norte durante a Guerra da Coreia (1950-1953), uma miss\u00e3o batizada pelo Pent\u00e1gono de Opera\u00e7\u00e3o Estrangular. 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