{"id":4825,"date":"2017-08-14T12:18:09","date_gmt":"2017-08-14T15:18:09","guid":{"rendered":"http:\/\/controversia.com.br\/?p=4825"},"modified":"2017-08-07T22:20:17","modified_gmt":"2017-08-08T01:20:17","slug":"boaventura-para-uma-sociologia-das-ausencias%ef%bb%bf","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/controversia.com.br\/pt\/2017\/08\/14\/boaventura-para-uma-sociologia-das-ausencias%ef%bb%bf\/","title":{"rendered":"Boaventura: para uma Sociologia das Aus\u00eancias\ufeff"},"content":{"rendered":"<p><strong>Boaventura de Sousa Santos<\/strong> &#8211;\u00a0Por que, h\u00e1 cem anos, os c\u00edrculos intelectuais e art\u00edsticos mais\u00a0f\u00e9rteis da Europa eram cegos para o resto do mundo e a guerra em que mergulhariam. Como tudo isso se repete hoje<br \/>\nEstamos em 1913, no centro da vida cultural e pol\u00edtica da Europa, um centro que passa fundamentalmente por Viena, Berlim, Praga, Paris, Munique e, \u00e0 dist\u00e2ncia, Londres. As elites culturais alimentam incessantemente a sua ilustra\u00e7\u00e3o nos jornais, folhetins e saraus liter\u00e1rios, nas galerias de arte, nos concertos, nas tert\u00falias de caf\u00e9. Est\u00e3o febrilmente a par da atualidade cultural e art\u00edstica e seguem com alguma dist\u00e2ncia a atualidade pol\u00edtica, bem menos excitante. Mas h\u00e1, entre essas elites, jovens revolucion\u00e1rios que, na clandestinidade, v\u00e3o preparando tempos novos. \u00c9 um tempo que se imagina como sendo de enorme criatividade, de inova\u00e7\u00f5es e irrever\u00eancias que rompem com as rotinas, as in\u00e9rcias, as conven\u00e7\u00f5es. \u00c9 o novo s\u00e9culo em plena efervesc\u00eancia da primeira juventude.<\/p>\n<p>Discutem-se nomes, obras e acontecimentos, muitos dos quais ainda hoje, um s\u00e9culo depois, nos s\u00e3o familiares. Kafka conclui a\u00a0Metamorfose, uma das suas obras mais geniais, que ser\u00e1 publicada em 1915. Sob pseud\u00f4nimo, chega a Viena Josef St\u00e1lin mandado por L\u00eanin para estudar a quest\u00e3o nacional, um tema a que os marxistas austro-h\u00fangaros tinham dedicado particular aten\u00e7\u00e3o. Como St\u00e1lin n\u00e3o sabe alem\u00e3o, ser\u00e1 Nicholai Bukharin, outro revolucion\u00e1rio russo no ex\u00edlio, que o ajudar\u00e1 a ler a bibliografia. Este apoio n\u00e3o mereceu a gratid\u00e3o de St\u00e1lin. 25 anos mais tarde, em 1938, Bukharin, sem d\u00favida um dos mais brilhantes intelectuais da revolu\u00e7\u00e3o russa, ser\u00e1 mandado assassinar por St\u00e1lin, no decurso dos infames processos de Moscou.<\/p>\n<p>Pela mesma altura e na mesma cidade, um jovem pinta, sem qualquer qualidade, aguarelas de catedrais para vender a turistas. Chama-se Adolf Hitler. Sigmund Freud publica\u00a0Totem e tabu, um livro em que a psican\u00e1lise \u00e9 aplicada \u00e0 antropologia social e cultural e que viria a ser t\u00e3o influente quanto controverso. O conflito no interior do movimento da psican\u00e1lise entre Sigmund Freud e Carl Jung agrava-se e atinge propor\u00e7\u00f5es muito para al\u00e9m de um debate cient\u00edfico. Thomas Mann acaba de publicar\u00a0A morte em Veneza,\u00a0um romance que, segundo a intelectualidade da m\u00e1 l\u00edngua, trai a secreta homossexualidade do romancista. A famosa pintura de Leonardo,\u00a0Mona Lisa,\u00a0\u00e9 encontrada num hotel de Floren\u00e7a, depois de ter sido roubada do Louvre em 1911 por um \u201cnacionalista\u201d italiano.<\/p>\n<p>Numa partilha tipicamente \u201cigualit\u00e1ria\u201d segundo crit\u00e9rios euroc\u00eantricos, os alem\u00e3es financiam as escava\u00e7\u00f5es arqueol\u00f3gicas no Egipto; metade dos objectos ficam no Museu do Cairo e metade v\u00e3o para o Museu de Berlim. \u00c9 neste ano que viaja para a Europa o mais famoso busto do mundo, o busto de Nefertiti. Karl Kraus, um dos mais brilhantes jornalistas e ensa\u00edstas do seu tempo, publica regularmente em Viena a sua revista\u00a0Die Fackel\u00a0(A Tocha). Invectiva contra a corrup\u00e7\u00e3o, o nacionalismo, a psican\u00e1lise, o mau gosto; as pol\u00eamicas e mesmo a\u00e7\u00f5es judiciais sucedem-se. O prazer de pensar e o milagre da linguagem atingem em Kraus o paroxismo.<\/p>\n<p>Pablo Picasso e Georges Braque s\u00e3o os grandes pioneiros do cubismo que por esta altura atinge uma nova dimens\u00e3o, o cubismo sint\u00e9tico. Em 1913, Duchamp exercita o seu \u201cdel\u00edrio da imagina\u00e7\u00e3o\u201d instalando uma roda de bicicleta no seu est\u00fadio para mostrar que h\u00e1 outros movimentos para al\u00e9m do movimento linear do progresso. \u00c9 o ano em que ele mostra em Nova Iorque o seu\u00a0Nu Descendo uma Escada. Os pintores descobrem a nudez, de Gustav Klimt a Egon Schiele e Oskar Kokoschka. Este \u00faltimo apaixona-se por Alma Mahler, vi\u00fava de Gustav Mahler, e apesar de pintar as obras primas que Alma exigia para ser \u201cconquistada\u201d por ele, acabou por perder na concorr\u00eancia com o grande arquitecto Walter Gropius, fundador da Bauhaus e um dos pais da arquitetura modernista.<\/p>\n<p>\u00c9 o tempo dos bons costumes cederem \u00e0 pornografia do romance do vienense Felix Salten,\u00a0As mem\u00f3rias de Josefina Mutzenbacher,\u00a0que os fans dos filmes porn\u00f4 dos anos setenta do s\u00e9culo passado ver\u00e3o interpretada pela famosa atriz porn\u00f4, tamb\u00e9m austr\u00edaca, Patricia Rhomberg. Um outro filho da efervesc\u00eancia cultural de Viena \u00e9 o fil\u00f3sofo Ludwig Wittgenstein que em 1913 retira-se, em companhia do seu namorado, para uma pequena aldeia norueguesa a fim de escrever o\u00a0Tractatus Logico-Philosophicus.\u00a0Arnold Schonberg escandaliza Viena com a sua inova\u00e7\u00e3o na escrita musical. Igor Stravinsky apresenta em Paris\u00a0A sagra\u00e7\u00e3o da Primavera,\u00a033 minutos que mudaram a sensibilidade musical do chamado mundo culto. Marcel Proust publica o primeiro volume de\u00a0Em busca do tempo perdido, enquanto Max Beckman escreve que \u201co homem continua a ser um porco de primeira classe\u201d.\u00a01913 \u00e9 o ano em que Virginia Wolf tenta se suicidar pela segunda vez (a primeira fora em 1904). S\u00f3 ter\u00e1 \u201c\u00eaxito\u201d \u00e0 terceira tentativa, em 1941, ante o espet\u00e1culo devastador da sua casa bombardeada.<\/p>\n<p><strong>O que falta nesta narrativa?<\/strong><\/p>\n<p>Aparentemente, nada. O mundo cultural hegem\u00f4nico est\u00e1 aqui todo retratado e a prova disso mesmo \u00e9 o fato de, cem anos depois, todos este nomes nos serem familiares. No entanto, uma reflex\u00e3o mais aprofundada revela-nos duas aus\u00eancias fatais. A primeira \u00e9 que o discurso cultural deste ano \u00e9 totalmente omisso a respeito do perigo da ocorr\u00eancia da cat\u00e1strofe que, no ano seguinte, abalar\u00e1 a Europa e o mundo dela dependente, a Primeira Guerra Mundial. Nela v\u00e3o morrer 17 milh\u00f5es de pessoas, militares e civis, e, entre eles, muitos africanos de cuja exist\u00eancia a Europa culta nada sabe ou quer saber. Nas col\u00f4nias francesas, 263.000 mortos; nas col\u00f4nias inglesas, 141.000; nas col\u00f4nias alem\u00e3s, 123.000; na col\u00f4nia portuguesa de Mo\u00e7ambique, 52.000. Estamos perante o acontecimento mais catastr\u00f3fico desde a peste negra que, entre 1346 e 1353, ceifou a vida de 75 a 200 milh\u00f5es na Eur\u00e1sia.<\/p>\n<p>Por que esta omiss\u00e3o das elites culturais? Talvez s\u00f3 Karl Kraus estivesse atento ao que estava para vir com as suas cr\u00edticas aos generais, aos industriais que lucrariam com a guerra e \u00e0 imprensa ao seu servi\u00e7o. Por isso, escreveu, entre 1915 e 1922, a sua mega pe\u00e7a de teatro,\u00a0Os \u00faltimos dias da humanidade, que acaba de ser traduzida brilhantemente para portugu\u00eas pelo meu colega no Centro de Estudos Sociais, Ant\u00f3nio Sousa Ribeiro. E, num registo totalmente diferente, um jovem deprimido, de nome Oswald Spengler, escrevia em Munique, em 1913, um livro que viria a ser a b\u00edblia dos reacion\u00e1rios europeus,\u00a0O decl\u00ednio do Ocidente. Havia sinais abundantes de que o pior podia vir a ocorrer, mas as elites culturais (e tamb\u00e9m pol\u00edticas) recusavam-se a v\u00ea-los. A normalidade dos excessos convertia-se num excesso de normalidade. E hoje?<\/p>\n<p>A segunda aus\u00eancia tem a ver com o fato de que tudo o que ocorre fora da Europa, ou mesmo fora da Europa do Norte e Central, n\u00e3o existe, ou seja, \u00e9 produzido como n\u00e3o existente pelo pensamento hegem\u00f4nico. Este pensamento cobre um peda\u00e7o min\u00fasculo do mundo e, no entanto, arroga-se ser uma manifesta\u00e7\u00e3o do \u201cuniversalismo europeu\u201d (em si mesmo um oximoro). Isto \u00e9 poss\u00edvel porque, a partir da expans\u00e3o colonial europeia no final do s\u00e9culo XV, uma linha abissal, t\u00e3o radical quanto invis\u00edvel, foi tra\u00e7ada entre as rela\u00e7\u00f5es sociais no mundo das metr\u00f3poles europeias e as rela\u00e7\u00f5es sociais no mundo das col\u00f4nias extraeuropeias. Nos termos dessa linha, uma linha geopol\u00edtica, ideol\u00f3gica e epistemol\u00f3gica, a realidade social, pol\u00edtica, cultural e \u00e9tica relevante, a que conta para definir princ\u00edpios, valores e crit\u00e9rios de sociabilidade social, ocorre do lado de c\u00e1 da linha, nas sociedades metropolitanas. Do lado de l\u00e1 da linha vivem seres sub-humanos, h\u00e1 um mundo de perigos a vencer e de recursos a apropriar, pela viol\u00eancia se necess\u00e1rio. Os europeus experienciam de modo imperial essa divis\u00e3o abissal, n\u00e3o tendo d\u00favidas de que no mundo metropolitano o regulador da conviv\u00eancia \u00e9 a consci\u00eancia, enquanto no mundo colonial \u00e9 a conveni\u00eancia.<\/p>\n<p>Da\u00ed que a narrativa hegem\u00f4nica n\u00e3o possa imaginar como relevante que, em 1913, Gandhi organize na \u00c1frica do Sul a primeira marcha de protesto em defesa dos mineiros indianos, um momento-chave de luta e tamb\u00e9m de ambiguidade gandhiana face ao imp\u00e9rio brit\u00e2nico. Ou que nesse mesmo ano seja promulgado o\u00a0Natives Land Act, a lei que reserva a terra sul-africana para os brancos e apenas 7% para os negros, apesar de estes serem a esmagadora maioria da popula\u00e7\u00e3o. Ali\u00e1s, do outro lado da linha abissal, pensar em termos de acontecimentos isolados e datados \u00e9 uma armadilha epistemol\u00f3gica, porque o que est\u00e1 em curso \u00e9 um processo cont\u00ednuo de apropria\u00e7\u00e3o violenta de recursos coloniais em resultado da primeira partilha de \u00c1frica na Confer\u00eancia de Berlim (1884-85), de genoc\u00eddio de popula\u00e7\u00f5es nativas, tanto nas Am\u00e9ricas, como no \u201cEstado Livre do Congo\u201d, um eufemismo pat\u00e9tico: o Rei Leopoldo da B\u00e9lgica presidiu a\u00ed as mais cru\u00e9is atrocidades, conhecidas como \u201cos horrores do Congo\u201d, que reduziram a popula\u00e7\u00e3o do pa\u00eds em v\u00e1rios milh\u00f5es de pessoas entre 1885 e 1908.<\/p>\n<p>Ao contr\u00e1rio das apar\u00eancias, a linha abissal n\u00e3o foi apagada com o fim do colonialismo de ocupa\u00e7\u00e3o territorial. Continua hoje, tal como continua o colonialismo, ainda que sob novas formas. \u00c9 a linha abissal que justifica hoje o racismo, a xenofobia, a islamofobia, a destrui\u00e7\u00e3o de pa\u00edses como o Iraque, a L\u00edbia ou a S\u00edria, a \u201csolu\u00e7\u00e3o final\u201d da Palestina perpetrada por v\u00edtimas convertidas em agressores, o encarceramento massivo dos jovens negros norte-americanos, o tratamento desumano de refugiados. T\u00e3o diferentes, e afinal t\u00e3o iguais, as aus\u00eancias de 1913 e as de hoje.<\/p>\n<blockquote class=\"wp-embedded-content\" data-secret=\"xOo3y6P71L\"><p><a href=\"https:\/\/outraspalavras.net\/poeticas\/boaventura-muito-alem-do-universalismo-europeu\/\">Boaventura: para uma Sociologia das Aus\u00eancias<\/a><\/p><\/blockquote>\n<p><iframe loading=\"lazy\" class=\"wp-embedded-content\" sandbox=\"allow-scripts\" security=\"restricted\" style=\"position: absolute; clip: rect(1px, 1px, 1px, 1px);\" title=\"&#8220;Boaventura: para uma Sociologia das Aus\u00eancias&#8221; &#8212; Outras Palavras\" src=\"https:\/\/outraspalavras.net\/poeticas\/boaventura-muito-alem-do-universalismo-europeu\/embed\/#?secret=08bvmatOIk#?secret=xOo3y6P71L\" data-secret=\"xOo3y6P71L\" width=\"600\" height=\"338\" frameborder=\"0\" marginwidth=\"0\" marginheight=\"0\" scrolling=\"no\"><\/iframe><\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Boaventura de Sousa Santos &#8211;\u00a0Por que, h\u00e1 cem anos, os c\u00edrculos intelectuais e art\u00edsticos mais\u00a0f\u00e9rteis da Europa eram cegos para o resto do mundo e a guerra em que mergulhariam. 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