{"id":4624,"date":"2017-07-29T12:02:48","date_gmt":"2017-07-29T15:02:48","guid":{"rendered":"http:\/\/controversia.com.br\/?p=4624"},"modified":"2017-07-27T15:09:10","modified_gmt":"2017-07-27T18:09:10","slug":"como-e-a-educacao-na-finlandia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/controversia.com.br\/pt\/2017\/07\/29\/como-e-a-educacao-na-finlandia\/","title":{"rendered":"Como \u00e9 a educa\u00e7\u00e3o na Finl\u00e2ndia?"},"content":{"rendered":"<p><strong>JULIANA FONTOURA<\/strong> &#8211; Em interc\u00e2mbio no Brasil, professor e estudantes finlandeses do ensino m\u00e9dio comentam diferen\u00e7as entre os sistemas educacionais dos dois pa\u00edses.<\/p>\n<p>Quando o assunto \u00e9 educa\u00e7\u00e3o, a Finl\u00e2ndia \u00e9 uma das maiores refer\u00eancias mundiais. O pa\u00eds n\u00f3rdico est\u00e1 constantemente investindo na evolu\u00e7\u00e3o de seu sistema educacional e figura sempre nas primeiras posi\u00e7\u00f5es do Pisa, avalia\u00e7\u00e3o internacional que mede o n\u00edvel educacional de jovens de 15 anos nos pa\u00edses-membros da Organiza\u00e7\u00e3o para Coopera\u00e7\u00e3o e Desenvolvimento Econ\u00f4mico (OCDE). Na edi\u00e7\u00e3o 2015, por exemplo, a Finl\u00e2ndia apareceu em 5\u00ba lugar em ci\u00eancias, 4\u00ba em leitura e 12\u00ba em matem\u00e1tica.<\/p>\n<p>Mas qual o motivo para o modelo finland\u00eas dar t\u00e3o certo, ou ser t\u00e3o bem visto? Para Helmi Halme, estudante finlandesa de 17 anos, o sucesso tem a ver com o incentivo: \u201cA educa\u00e7\u00e3o \u00e9 muito valorizada, e isso motiva os estudantes\u201d, avalia.<\/p>\n<p>Helmi veio ao Brasil junto a outras 11 estudantes finlandesas do ensino m\u00e9dio e dois professores para um interc\u00e2mbio de 10 dias no Col\u00e9gio Liceu Jardim, localizado em Santo Andr\u00e9, na regi\u00e3o metropolitana de S\u00e3o Paulo. A escola brasileira firmou uma parceria com a escola\u00a0<i>Tikkurilan Lukio<\/i>, que fica em Vantaa, cidade pr\u00f3xima a Helsinque, capital finlandesa, para a realiza\u00e7\u00e3o de interc\u00e2mbio de alunos do ensino m\u00e9dio. Este j\u00e1 \u00e9 o segundo ano em que a iniciativa ocorre.<\/p>\n<p>Em entrevista \u00e0\u00a0<b>Educa\u00e7\u00e3o<\/b>, Helmi Halme, a tamb\u00e9m estudante Ronja Haikarainen (18) e o professor de psicologia Atte Tahvanainen (35) contaram um pouco de como \u00e9 a educa\u00e7\u00e3o na Finl\u00e2ndia e de suas diferen\u00e7as com rela\u00e7\u00e3o ao modelo brasileiro.<\/p>\n<div id=\"attachment_526991\" class=\"wp-caption aligncenter\">\n<p><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-526991\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.revistaeducacao.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/06\/finlandeses.jpg?resize=566%2C324\" sizes=\"auto, (max-width: 566px) 100vw, 566px\" srcset=\"http:\/\/www.revistaeducacao.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/06\/finlandeses.jpg 566w, http:\/\/www.revistaeducacao.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/06\/finlandeses-300x172.jpg 300w\" alt=\"Estudantes da Finl\u00e2ndia fazem interc\u00e2mbio no Brasil e comentam diferen\u00e7as entre sistemas de ensino\" width=\"566\" height=\"324\" \/><\/p>\n<p class=\"wp-caption-text\"><em>Da esquerda para a direita: Atte Tahvanainen (professor de psicologia) e as estudantes Helmi Halme e Ronja Haikarainen<\/em><\/p>\n<\/div>\n<p><b>Diferen\u00e7as e semelhan\u00e7as<\/b><\/p>\n<p>Durante a experi\u00eancia no Brasil, os finlandeses puderam conhecer um pouco da cultura do pa\u00eds e de como funciona seu sistema educacional. Uma das primeiras diferen\u00e7as a serem notadas pelas intercambistas, al\u00e9m do fato de muitos estudantes serem levados \u00e0 escola de carro pelos pais \u2013 enquanto na Finl\u00e2ndia eles v\u00e3o de \u00f4nibus ou trem \u2013 foi o fato de o Brasil ter col\u00e9gios particulares. \u201cNa Finl\u00e2ndia, praticamente n\u00e3o temos escolas privadas, n\u00e3o precisamos pagar mensalidade\u201d, observa Helmi.<\/p>\n<p>Outro ponto destacado \u00e9 o hor\u00e1rio das aulas. \u201cNa Finl\u00e2ndia, o dia n\u00e3o come\u00e7a t\u00e3o cedo\u201d, afirma Ronja Haikarainen. \u201cEm geral, as aulas come\u00e7am \u00e0s 8h30 e v\u00e3o at\u00e9 \u00e0s 15h ou 16h\u201d, explica Helmi. Al\u00e9m de irem para a escola um pouco mais tarde, os alunos finlandeses tamb\u00e9m contam com mais intervalos que os brasileiros. Ap\u00f3s cada aula, eles t\u00eam uma pausa que dura cerca de 15 minutos.<\/p>\n<p>J\u00e1 com rela\u00e7\u00e3o ao sistema de ensino, Atte Tahvanainen, professor de psicologia que veio acompanhar as alunas durante o interc\u00e2mbio, afirma n\u00e3o ter encontrado grandes diferen\u00e7as em como as coisas s\u00e3o feitas em sala de aula. Mas ele ressalta que, na Finl\u00e2ndia, h\u00e1 mais \u00eanfase no \u2018trabalho independente\u2019, em que os alunos fazem pesquisas e exploram assuntos antes da aula. Na escola, aproveitam para trabalhar o tema e tirar d\u00favidas com o professor. \u201cEm psicologia, por exemplo, damos a eles um problema ou caso. Nos exames finais, eles t\u00eam de ser capazes de avaliar, analisar, resumir, discutir\u201d, explica o professor. \u201cMas eu n\u00e3o diria que isso n\u00e3o est\u00e1 acontecendo no Brasil. \u00c9 uma quest\u00e3o de \u00eanfase.\u201d<\/p>\n<p>J\u00e1 ao fim do ensino m\u00e9dio, assim como os brasileiros, os estudantes finlandeses tamb\u00e9m precisam passar por exames de admiss\u00e3o para entrar na universidade \u2013 que podem incluir provas espec\u00edficas em alguns cursos como arquitetura, por exemplo. E os \u2018vestibulares\u2019 exigem bastante dos alunos. \u201cH\u00e1 livros que eles t\u00eam de ler, os exames s\u00e3o bem precisos. Muitas pessoas querem entrar. Os alunos t\u00eam bastante trabalho\u201d, explica o professor Atte. Algumas universidades aceitam as notas das provas finais do ensino m\u00e9dio para fazer a sele\u00e7\u00e3o, mas, na maioria dos casos, h\u00e1 a aplica\u00e7\u00e3o de testes.<\/p>\n<p><b>Educa\u00e7\u00e3o bil\u00edngue<\/b><\/p>\n<p>O sistema educacional finland\u00eas tamb\u00e9m valoriza muito o aprendizado de l\u00ednguas estrangeiras, especialmente o ingl\u00eas. Na escola, os estudantes podem escolher um idioma para estudar al\u00e9m do finland\u00eas e do sueco (l\u00ednguas oficiais do pa\u00eds). De acordo com o\u00a0<i>Statistics Finland<\/i>, institui\u00e7\u00e3o p\u00fablica que fornece estat\u00edsticas sobre o pa\u00eds, em 2016, o ingl\u00eas foi a l\u00edngua estrangeira mais estudada por alunos do 1\u00ba ao 6\u00ba ano, seja como mat\u00e9ria obrigat\u00f3ria, seja como opcional.<\/p>\n<p>No ensino m\u00e9dio, por\u00e9m, tamb\u00e9m \u00e9 poss\u00edvel ir mais al\u00e9m: algumas escolas finlandesas oferecem o bacharelado internacional (em ingl\u00eas,\u00a0<i>International Baccalaureate<\/i>\u00a0ou\u00a0<i>IB program<\/i>), um programa de educa\u00e7\u00e3o bil\u00edngue que tem como proposta facilitar a entrada dos estudantes em universidades no exterior.<\/p>\n<p>No bacharelado internacional, todas as disciplinas \u2013 exceto a l\u00edngua materna \u2013 s\u00e3o ministradas em outro idioma \u2013 em muitos casos, o ingl\u00eas. A modalidade \u00e9 oferecida em diversos pa\u00edses do mundo, incluindo o Brasil. Aqui, ela pode ser encontrada em 22 escolas \u2013 todas particulares. J\u00e1 na Finl\u00e2ndia, 20 institui\u00e7\u00f5es oferecem o<i>\u00a0IB<\/i>, sendo 18 delas p\u00fablicas. Uma delas \u00e9 a\u00a0<i>Tikkurilan Lukio<\/i>.<\/p>\n<p>Helmi e Ronja fazem parte do programa. Para serem aceitas, as estudantes tiveram de passar por um exame de admiss\u00e3o bastante concorrido. \u201c\u00c9 bem dif\u00edcil entrar no bacharelado internacional. Muitos querem entrar, mas apenas 30 alunos por ano s\u00e3o admitidos\u201d, explica Atte. A prova inclui testes m\u00faltipla-escolha, realiza\u00e7\u00e3o de entrevista e a elabora\u00e7\u00e3o de duas reda\u00e7\u00f5es \u2013 uma na l\u00edngua materna e outra em ingl\u00eas.<\/p>\n<p><b>Moldando a pr\u00f3pria grade<\/b><\/p>\n<p>Al\u00e9m da educa\u00e7\u00e3o bil\u00edngue, o programa tamb\u00e9m oferece aos estudantes a oportunidade de se aprofundar mais nas mat\u00e9rias com as quais se identificam. Na Finl\u00e2ndia, mesmo no ensino m\u00e9dio regular, isso j\u00e1 \u00e9 poss\u00edvel. Se o aluno se interessa por ci\u00eancias sociais, por exemplo, pode focar seus estudos em mat\u00e9rias que se relacionam com esta \u00e1rea \u2013 como hist\u00f3ria e filosofia. Mas, no\u00a0<i>IB<\/i>, \u00e9 poss\u00edvel focar ainda mais. Os estudantes escolhem seis disciplinas e s\u00e3o avaliados, nas provas finais, apenas nas mat\u00e9rias que decidiram cursar.<\/p>\n<p>No Brasil, a possibilidade de tra\u00e7ar um percurso de acordo com os pr\u00f3prios interesses no ensino m\u00e9dio \u00e9 uma das mudan\u00e7as institu\u00eddas pela reforma da etapa, sancionada em fevereiro deste ano. Se, por aqui, h\u00e1 a preocupa\u00e7\u00e3o com a possibilidade do aluno n\u00e3o saber escolher \u2013 ou, no caso do estudante de escola p\u00fablica, n\u00e3o ter poder real de escolha e ficar sujeito ao que for oferecido pela rede em que est\u00e1 matriculado -, na Finl\u00e2ndia isso \u00e9 resolvido com o apoio de conselheiros. Esses profissionais acompanham cada aluno durante sua trajet\u00f3ria, ajudando na escolha das disciplinas e no processo de descoberta de qual carreira seguir.<\/p>\n<p>No caso de Helmi, nunca houve d\u00favida: ela est\u00e1 certa de que quer ser m\u00e9dica. \u201cMinha grade n\u00e3o tem nenhum estudo relativo a humanidades. Para mim, que adoro ci\u00eancias, \u00e9 \u00f3timo\u201d, ela conta. \u201cBasicamente, escolho mat\u00e9rias que me fa\u00e7am sentir que n\u00e3o estou estudando, apenas aprendendo sobre algo que estou muito interessada.\u201d Al\u00e9m disso, tamb\u00e9m participa de programas que possam complementar sua forma\u00e7\u00e3o. Um deles, de tecnologia, s\u00f3 foi poss\u00edvel devido a uma parceria da escola em que estuda com um centro de ci\u00eancias localizado na regi\u00e3o. Nele, Helmi assiste a web semin\u00e1rios, participa de discuss\u00f5es e, ao final, participar\u00e1 da elabora\u00e7\u00e3o de um projeto.<\/p>\n<p>J\u00e1 Ronja Haikarainen ainda n\u00e3o sabe qual carreira quer seguir no futuro. Mas isso est\u00e1 longe de ser um motivo para ang\u00fastia. \u201cEu ainda n\u00e3o sei o que quero ser, ent\u00e3o escolho as disciplinas de acordo com aquilo que gosto mais de estudar\u201d, explica. \u201cAinda posso fazer mudan\u00e7as, h\u00e1 uma s\u00e9rie de possibilidades. N\u00e3o preciso me preocupar.\u201d<\/p>\n<p>A escola onde Helmi e Ronja estudam, a\u00a0<i>Tikkurilan Lukio,<\/i>\u00a0tem cerca de 1.200 alunos \u2013 todos do ensino m\u00e9dio. Os estudantes podem focar em grupos de mat\u00e9rias espec\u00edficas, como linguagem, humanidades, ci\u00eancias naturais, matem\u00e1tica, arte, educa\u00e7\u00e3o f\u00edsica e comunica\u00e7\u00e3o \u2013 sendo esta \u00faltima uma das especialidades da institui\u00e7\u00e3o. Os estudos que integram a parte n\u00e3o-obrigat\u00f3ria do curr\u00edculo podem ser modificados com o devido acompanhamento do conselheiro.<\/p>\n<p>A carga hor\u00e1ria de cada disciplina tamb\u00e9m pode variar de acordo com o interesse do estudante \u2013 \u00e9 poss\u00edvel fazer apenas a parte obrigat\u00f3ria ou se matricular em estudos aprofundados. \u201cEm f\u00edsica, por exemplo, os estudantes finlandeses s\u00f3 precisam fazer, obrigatoriamente, uma mat\u00e9ria. Mas eles tamb\u00e9m podem fazer 20. Se eles quiserem, podem aprender muitas coisas de f\u00edsica no ensino m\u00e9dio. Aqui, todos os estudantes aprendem a mesma coisa\u201d, explica Sami Jomaa, diretor internacional do Col\u00e9gio Liceu Jardim, que foi \u00e0 Finl\u00e2ndia acompanhar os alunos brasileiros no interc\u00e2mbio do ano passado.<\/p>\n<p><b>Inspira\u00e7\u00e3o<\/b><\/p>\n<p>J\u00falia Moniz e Bruno Alessi, estudantes do 2\u00ba e 3\u00ba ano do ensino m\u00e9dio, respectivamente, fizeram o interc\u00e2mbio para a Finl\u00e2ndia em 2016. Eles passaram 10 dias na escola de Helmi e Ronja. Para eles, o maior n\u00famero de intervalos \u00e9 um dos fatores que poderiam servir como inspira\u00e7\u00e3o e fazer a diferen\u00e7a no contexto brasileiro. \u201cVoc\u00ea entra a cada aula com muito mais disposi\u00e7\u00e3o para aprender\u201d, avalia Bruno.<\/p>\n<p>O estilo de aula tamb\u00e9m chamou a aten\u00e7\u00e3o. \u201cAs carteiras s\u00e3o em formato de trap\u00e9zio, e permitem que os alunos se juntem, formem ilhas. O professor \u00e9 mais um meio de consulta\u201d, explica o estudante. \u201cL\u00e1, a autonomia \u00e9 incentivada. E, com autonomia, voc\u00ea aprende mais \u2013 e do seu jeito.\u201d<\/p>\n<p>Para J\u00falia, muito dessa autonomia vem do estilo de li\u00e7\u00e3o de casa, que prioriza pesquisas e n\u00e3o a resolu\u00e7\u00e3o de exerc\u00edcios. \u201cV\u00e1rios alunos levam computador para a aula. E os professores tamb\u00e9m orientam a fazer pesquisas e levar para discutir em sala. H\u00e1 uma conex\u00e3o maior com a realidade do que aqui. Essa foi a grande diferen\u00e7a.\u201d<\/p>\n<p>http:\/\/www.revistaeducacao.com.br\/como-e-educacao-na-finlandia\/<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>JULIANA FONTOURA &#8211; Em interc\u00e2mbio no Brasil, professor e estudantes finlandeses do ensino m\u00e9dio comentam diferen\u00e7as entre os sistemas educacionais dos dois pa\u00edses. 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