{"id":3655,"date":"2017-04-25T12:30:47","date_gmt":"2017-04-25T15:30:47","guid":{"rendered":"http:\/\/controversia.com.br\/?p=3655"},"modified":"2017-04-19T18:35:10","modified_gmt":"2017-04-19T21:35:10","slug":"trabalho-escravo-ha-fazendas-com-hospitais-para-o-gado-mas-o-trabalhador-nao-tem-nem-agua-tratada","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/controversia.com.br\/pt\/2017\/04\/25\/trabalho-escravo-ha-fazendas-com-hospitais-para-o-gado-mas-o-trabalhador-nao-tem-nem-agua-tratada\/","title":{"rendered":"Trabalho escravo: \u201cH\u00e1 fazendas com hospitais para o gado, mas o trabalhador n\u00e3o tem nem \u00e1gua tratada\u201d"},"content":{"rendered":"<p><strong>TALITA BEDINELLI<\/strong>\u00a0&#8211; Procurador-geral do Trabalho diz que lista de trabalho escravo, publicada outra vez ap\u00f3s tr\u00eas anos, \u00e9 pedag\u00f3gica<\/p>\n<p>H\u00e1 dez dias, a chamada <em>lista suja<\/em> do trabalho escravo, que revela o nome de empregadores envolvidos em contrata\u00e7\u00f5es an\u00e1logas \u00e0 escravid\u00e3o, voltou a ser publicada. Ela estava suspensa desde 2014, quando o ent\u00e3o ministro do Supremo Tribunal Federal, Ricardo Lewandowski, acatou o pedido feito pela Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Incorporadoras Imobili\u00e1rias (Abrainc), que conta com construtoras flagradas explorando trabalhadores expostas na lista. A Abrainc argumentou que n\u00e3o havia a garantia do direito de defesa das empregadoras. Seguiu-se um imbr\u00f3glio jur\u00eddico e a edi\u00e7\u00e3o de uma nova portaria, mudando a forma como a lista \u00e9 divulgada\u00a0 \u2013 apenas trabalhadores com todos os recursos administrativos esgotados apareceriam.<\/p>\n<p>Mesmo com o entendimento do pr\u00f3prio Supremo de que as mudan\u00e7as apaziguavam as inquieta\u00e7\u00f5es das construtoras, o Governo federal, j\u00e1 sob a tutela de Michel Temer, <a href=\"http:\/\/brasil.elpais.com\/brasil\/2017\/03\/10\/politica\/1489170825_204287.html\" target=\"_blank\">recusava-se a public\u00e1-la<\/a>. Foi preciso que o Minist\u00e9rio P\u00fablico do Trabalho conseguisse uma liminar, obrigando que o documento, elogiado pela Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas, voltasse a se tornar p\u00fablico. Mas, ainda assim, n\u00e3o h\u00e1 garantia de que ela n\u00e3o se tornar\u00e1 secreta, novamente, j\u00e1 que a liminar pode ser derrubada a qualquer momento. <span lang=\"en-US\" xml:lang=\"en-US\"><span lang=\"pt-BR\" xml:lang=\"pt-BR\">O procurador-geral do Trabalho, Ronaldo Fleury, conta que est\u00e1 \u00e9 apenas mais uma das dificuldades vividas pelo combate ao trabalho escravo no Brasil. Respons\u00e1vel pela equipe que flagra as den\u00fancias, ele conta ao EL PA\u00cdS os problemas enfrentados pela fiscaliza\u00e7\u00e3o.<br \/>\n<\/span><\/span><\/p>\n<p><strong>Pergunta.<\/strong> Por que a lista existe e \u00e9 importante que seja publicada?<\/p>\n<p><strong>Resposta.<\/strong> A chamada <em>lista suja<\/em> foi criada por meio de uma portaria para evitar que essas empresas que exploram trabalhadores em condi\u00e7\u00f5es an\u00e1logas \u00e0 de escravo tivessem acesso a empr\u00e9stimos p\u00fablicos. A ideia era que n\u00e3o faria sentido o pr\u00f3prio Estado financiar uma empresa que estava submetendo seus cidad\u00e3os a uma condi\u00e7\u00e3o an\u00e1loga \u00e0 de escravo. Durante mais de dez anos houve a lista sem qualquer contesta\u00e7\u00e3o. At\u00e9 que, em 2014, ap\u00f3s opera\u00e7\u00f5es onde foi constatada a exist\u00eancia de trabalho escravo na constru\u00e7\u00e3o civil, as construtoras criaram uma associa\u00e7\u00e3o, que contestou a portaria no Supremo Tribunal Federal. O ministro Ricardo Lewandowski determinou, num plant\u00e3o de final de ano, a suspens\u00e3o da lista acolhendo o argumento de que ela n\u00e3o oferecia o direito do contradit\u00f3rio e de defesa. Tentamos derrubar a medida no pr\u00f3prio Supremo. E, como ela n\u00e3o caiu, tentamos um acordo para que o Governo reeditasse a portaria, corrigindo quest\u00f5es levantadas pelo ministro. E assim foi feito.<\/p>\n<p><strong>P.<\/strong> E depois?<\/p>\n<p><strong>R<\/strong>. A portaria que est\u00e1 em vigor, que \u00e9 de meados do ano passado, atendeu \u00e0s exig\u00eancias do ministro. A ministra Carmen L\u00facia, j\u00e1 presidente do Supremo, entendeu que a a\u00e7\u00e3o das construtoras tinha perdido objeto. A partir de ent\u00e3o, come\u00e7amos as tratativas com o Ministro do Trabalho, j\u00e1 do Governo Michel Temer, e em raz\u00e3o de n\u00e3o haver uma defini\u00e7\u00e3o sobre a publica\u00e7\u00e3o da lista ajuizamos uma a\u00e7\u00e3o civil p\u00fablica para que o minist\u00e9rio efetivamente cumprisse a portaria, feita pelo pr\u00f3prio Governo. Houve uma defesa por parte da Uni\u00e3o, contestando a portaria. Hoje, h\u00e1 uma liminar determinando a publica\u00e7\u00e3o. Por isso a lista foi publicada na semana passada.<\/p>\n<p><strong>P.<\/strong> Qual a garantia de que a lista n\u00e3o ser\u00e1 tirada do ar novamente?<\/p>\n<p><strong>R.<\/strong> Tivemos uma reuni\u00e3o com o ministro [<span class=\"st\">do Trabalho, Ronaldo Nogueira<\/span>] na ter\u00e7a-feira ele nos afirmou que enquanto ele for ministro a lista est\u00e1 mantida. Independentemente do desfecho judicial, ele disse que vai publicar a lista.<\/p>\n<p><strong>P.<\/strong> Mas se o pr\u00f3prio Governo est\u00e1 recorrendo, como ele pode assegurar isso?<\/p>\n<p><strong>R.<\/strong> Confesso que \u00e9 um pouco estranho mesmo. Dentro do pr\u00f3prio Governo esta quest\u00e3o n\u00e3o \u00e9 tranquila. Tanto o Minist\u00e9rio da Justi\u00e7a como o dos Direitos Humanos, desde o in\u00edcio da a\u00e7\u00e3o civil p\u00fablica, emitiram notas t\u00e9cnicas no sentido de que a lista deveria ser publicada. Ent\u00e3o, a restri\u00e7\u00e3o se restringiu \u00e0 AGU [Advocacia-Geral da Uni\u00e3o] e ao Minist\u00e9rio do Trabalho. Os outros dois \u00f3rg\u00e3os que assinaram a portaria s\u00e3o a favor dela. O que estamos buscando, e conversamos com o ministro sobre isso, \u00e9 que seja feito um acordo judicial para que se formalize a posi\u00e7\u00e3o dele.<\/p>\n<p><strong>P.<\/strong> Caso o Governo brasileiro reverta a decis\u00e3o de se publicar a lista, para onde recorrer?<\/p>\n<p><strong>R.<\/strong> Para a Corte Interamericana de Direitos Humanos e para a OIT [Organiza\u00e7\u00e3o Internacional do Trabalho]. Existe uma s\u00e9rie de requisitos para que o pa\u00eds seja denunciado em ambos os \u00f3rg\u00e3os internacionais. Um deles \u00e9 que a gente ven\u00e7a essas etapas no judici\u00e1rio local. Ent\u00e3o, estamos deixando para pensar nisso depois.<\/p>\n<p><strong>P.<\/strong> A lista que saiu agora n\u00e3o est\u00e1 completa, certo?<\/p>\n<p><strong>R.<\/strong> Alguns nomes foram publicados e depois retirados. N\u00f3s oficiamos o Minist\u00e9rio do Trabalho para que o \u00f3rg\u00e3o explique os motivos dessa retirada.<\/p>\n<p><strong>P.<\/strong> Desde 2014, quando a lista deixou de ser publicada, apenas isso se desobedeceu ou todo o resto deixou de ser cumprido, como a contrata\u00e7\u00e3o com o Governo?<\/p>\n<p><strong>R.<\/strong> A partir do momento que deixou de ser publicada a lista voltou tudo ao que era antes.<\/p>\n<p><strong>P.<\/strong> E qual preju\u00edzo pode ter havido neste per\u00edodo?<\/p>\n<p><strong>R.<\/strong> O preju\u00edzo \u00e9 o efeito pedag\u00f3gico. Faltava a exposi\u00e7\u00e3o p\u00fablica dessas empresas para que a pr\u00f3pria sociedade possa ter a consci\u00eancia de que aquele produto foi produzido com m\u00e3o de obra escrava. Por exemplo: eu vou comprar um vestido para a minha mulher ou um terno para mim, se eu sei que aquela loja j\u00e1 foi condenada por trabalho escravo eu n\u00e3o vou comprar naquela loja. A gente precisa dessa exposi\u00e7\u00e3o p\u00fablica para que a sociedade fa\u00e7a a op\u00e7\u00e3o. Se a gente pegar o n\u00edvel de resgate de trabalhadores vemos que a partir das condena\u00e7\u00f5es, junto com a publica\u00e7\u00e3o da lista, houve uma queda significativa nos n\u00fameros de resgates de trabalhadores em condi\u00e7\u00e3o an\u00e1loga \u00e0 de escravo. Isso \u00e9 resultado do efeito pedag\u00f3gico.<\/p>\n<p><strong>P.<\/strong> Falamos de trabalho escravo, no Brasil, em 2017, quando as conven\u00e7\u00f5es assinadas pelo pa\u00eds s\u00e3o de d\u00e9cadas atr\u00e1s. Por que isso ainda acontece? \u00c9 um problema de legisla\u00e7\u00e3o?<\/p>\n<p><strong>R.<\/strong> Nossa legisla\u00e7\u00e3o \u00e9 uma das mais modernas do mundo. \u00c9 uma legisla\u00e7\u00e3o reconhecidamente progressista no tema. O Brasil \u00e9 refer\u00eancia na OIT e na ONU sobre trabalho escravo. O que falta no pa\u00eds? Primeiro, uma consci\u00eancia pol\u00edtica e humana com rela\u00e7\u00e3o ao trabalho. Fomos um dos \u00faltimos pa\u00edses do mundo a abolir a escravid\u00e3o. E n\u00f3s ainda temos uma mentalidade escravagista, da propriedade. At\u00e9 pouco mais de cem anos atr\u00e1s, o trabalho era visto como algo sujo, como algo que quem tinha que fazer era o escravo. O trabalho no Brasil ainda n\u00e3o \u00e9 visto como algo nobre, tanto que o sonho do brasileiro \u00e9 ganhar na loteria para parar de trabalhar. \u00c9 preciso introjetar na nossa cultura que o trabalhador \u00e9 fonte de riqueza. Se fala muito que quem gera riqueza nesse pa\u00eds \u00e9 o empres\u00e1rio. Mas, n\u00e3o. Quem gera \u00e9 o investimento do empres\u00e1rio e o trabalho do trabalhador. N\u00e3o deveria existir essa dicotomia entre capital e trabalho. Talvez isso explique a quantidade de problemas que ainda temos em 2017 com rela\u00e7\u00e3o ao trabalho escravo. Al\u00e9m disso, temos um d\u00e9ficit de auditores fiscais do trabalho muito grande, o que tamb\u00e9m dificulta as a\u00e7\u00f5es contra o trabalho escravo e outras fraudes. O Minist\u00e9rio P\u00fablico do Trabalho j\u00e1 entrou com uma a\u00e7\u00e3o civil p\u00fablica contra a Uni\u00e3o para que fossem realizados os concursos. Essa a\u00e7\u00e3o est\u00e1 em curso ainda.<\/p>\n<p><strong>P.<\/strong> Como o flagrante ao trabalho escravo \u00e9 feito no pa\u00eds?<\/p>\n<p><strong>R.<\/strong> A gente trabalha muito com den\u00fancias. Especialmente de trabalhadores que fogem das fazendas e relatam isso para entidades parceiras. Elas comunicam para a gente, fazemos os grupos m\u00f3veis e as opera\u00e7\u00f5es. Pelo tamanho do Brasil, o pre\u00e7o para o deslocamento \u00e9 muito grande. No Sul do Par\u00e1 tem fazenda maior do que muitos munic\u00edpios do Brasil. At\u00e9 para achar a entrada da fazenda, a sede, \u00e9 uma novela. Para a gente acessar uma fazenda \u00e0s vezes nem com carro com tra\u00e7\u00e3o nas quatro rodas, tem que pegar barco, helic\u00f3ptero, algo muito dif\u00edcil, verdadeiras aventuras. Se a gente n\u00e3o tiver esses informantes \u00e0s vezes n\u00e3o consegue chegar. Estamos procurando um trabalho mais efetivo com a pol\u00edcia, com a pol\u00edcia rodovi\u00e1ria. Fazer um trabalho de intelig\u00eancia para dar mais efetividade para as a\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p><strong>P.<\/strong> Temos um Legislativo muito conservador. Tenta-se, inclusive, mudar as regras do combate ao trabalho escravo. H\u00e1 deputados que acusam a fiscaliza\u00e7\u00e3o de punir, por exemplo, fazendas por n\u00e3o haver copos pl\u00e1sticos para que o trabalhador beba \u00e1gua. Como v\u00ea isso?<\/p>\n<p><strong>R.<\/strong> Esse argumento eu j\u00e1 ouvi. \u00c9 um absurdo, uma situa\u00e7\u00e3o que n\u00e3o existe. O que existe \u00e9 o trabalhador que precisa pegar \u00e1gua no cocho onde o gado bebe \u00e1gua. Isso eu j\u00e1 constatei. \u00c9 trabalho degradante. Ou pegar \u00e1gua no rio onde ficam os b\u00fafalos o dia inteiro, como eu tamb\u00e9m j\u00e1 vi na Ilha de Maraj\u00f3 (Par\u00e1). O que se pretende no projeto que tramita no Senado Federal \u00e9 restringir o trabalho escravo a apenas o trabalho com restri\u00e7\u00e3o de liberdade. Esse conceito \u00e9 o que a gente tinha quando a Lei \u00c1urea foi editada. Se isso passar, vamos ter um atraso de uns 130 anos na hist\u00f3ria. Eles querem tirar o conceito de jornada exaustiva e de trabalho degradante da norma. Claro que jornada exaustiva n\u00e3o \u00e9 a de 10, 12 horas. \u00c9 a de 18, 20 horas por dia. Condi\u00e7\u00e3o degradante \u00e9 o trabalhador ser obrigado a se alimentar com comida podre, a beber \u00e1gua de rio, fazer as necessidades no meio do mato. \u00c9 ele se machucar e ser jogado no meio do mato. J\u00e1 peguei um caso no Tocantins que o trabalhador estava operando uma serra el\u00e9trica, que pegou um n\u00f3 na madeira, pulou e quase arrancou a perna dele. E o empregador falou: \u2018isso n\u00e3o \u00e9 problema meu, se vira\u2019. Achamos esse trabalhador se arrastando na estrada. Isso n\u00e3o \u00e9 o que se faz nem com um animal. H\u00e1 fazendas de cria\u00e7\u00e3o de gado que t\u00eam at\u00e9 instala\u00e7\u00f5es hospitalares para o gado, mas o trabalhador n\u00e3o tem, sequer, uma cama para dormir ou \u00e1gua tratada.<\/p>\n<p><strong>P.<\/strong> Preocupam as investidas do Legislativo em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s leis trabalhistas, como a <a href=\"http:\/\/brasil.elpais.com\/brasil\/2017\/03\/21\/politica\/1490127891_298981.html\" target=\"_blank\">rec\u00e9m-aprovada Lei da Terceiriza\u00e7\u00e3o<\/a>?<\/p>\n<p><strong>R.<\/strong> \u00c9 uma pauta nitidamente empresarial em que se busca a retirada de direitos trabalhistas. Em que pese o discurso ser o da seguran\u00e7a jur\u00eddica, o que a gente v\u00ea s\u00e3o propostas que trazem muito mais inseguran\u00e7a. \u00c9 uma pauta precarizante, em que os empres\u00e1rios buscam diminuir os seus custos, retirando os direitos dos trabalhadores.<\/p>\n<p><strong>P.<\/strong> A terceiriza\u00e7\u00e3o pode eventualmente estimular o trabalho degradante?<\/p>\n<p><strong>R.<\/strong> Hoje 92% dos trabalhos em condi\u00e7\u00f5es an\u00e1logas \u00e0 de escravo no Brasil s\u00e3o oriundos da terceiriza\u00e7\u00e3o. Eles tiveram a terceiriza\u00e7\u00e3o como causa principal. Isso ocorre muito nas fazendas, em que o fazendeiro contrata o <em>gato<\/em>, que alicia os trabalhadores. Quando a gente aciona essas empresas, elas dizem: quem contratou foi o <em>gato<\/em>, n\u00e3o fui eu. Ele terceirizou a contrata\u00e7\u00e3o. Da mesma forma com essas grandes marcas, que fazem uma cadeia produtiva quase infinita para a produ\u00e7\u00e3o das suas roupas. Elas est\u00e3o, na verdade, terceirizando. A terceiriza\u00e7\u00e3o hoje \u00e9 condi\u00e7\u00e3o <em>sine qua non<\/em> para o trabalho escravo. A liberaliza\u00e7\u00e3o para a terceiriza\u00e7\u00e3o impede a responsabiliza\u00e7\u00e3o da empresa que se aproveita daquele trabalhador.<\/p>\n<p>http:\/\/brasil.elpais.com\/brasil\/2017\/03\/29\/politica\/1490822084_983546.html?id_externo_rsoc=FB_BR_CM<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>TALITA BEDINELLI\u00a0&#8211; Procurador-geral do Trabalho diz que lista de trabalho escravo, publicada outra vez ap\u00f3s tr\u00eas anos, \u00e9 pedag\u00f3gica H\u00e1 dez dias, a chamada lista suja do trabalho escravo, que revela o nome de empregadores envolvidos em contrata\u00e7\u00f5es an\u00e1logas \u00e0 escravid\u00e3o, voltou a ser publicada. 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