{"id":3369,"date":"2017-03-27T12:54:17","date_gmt":"2017-03-27T15:54:17","guid":{"rendered":"http:\/\/controversia.com.br\/?p=3369"},"modified":"2017-03-24T09:57:11","modified_gmt":"2017-03-24T12:57:11","slug":"as-cadeias-que-sem-armas-derrubam-as-taxas-de-reincidencia-criminal-no-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/controversia.com.br\/pt\/2017\/03\/27\/as-cadeias-que-sem-armas-derrubam-as-taxas-de-reincidencia-criminal-no-brasil\/","title":{"rendered":"As cadeias que, sem armas, derrubam as taxas de reincid\u00eancia criminal no Brasil"},"content":{"rendered":"<p><strong>ALINE TORRES<\/strong> &#8211; Apacs, administradas por associa\u00e7\u00f5es de volunt\u00e1rios, t\u00eam foco na reabilita\u00e7\u00e3o dos presos. Florian\u00f3polis ganhar\u00e1 unidade em mar\u00e7o. S\u00e3o 50 pris\u00f5es do modelo em todo o pa\u00eds<\/p>\n<p>Imagine uma cadeia sem armas, agentes de seguran\u00e7a, viol\u00eancia ou repress\u00e3o. Um lugar onde os presos, que n\u00e3o s\u00e3o chamados dessa forma, cuidam das chaves. Imagine um pr\u00e9dio ensolarado, pintado de azul celeste, com uma grande horta ao lado de fora e o vento, que traz consigo o cheiro do alecrim. Imagine todas as pessoas juntas \u00e0 mesa farta, com pratos, talheres, dignidade. Esse lugar sem registro de rebeli\u00f5es ou mortes, que mais parece m\u00fasica de John Lennon, j\u00e1 existe no Brasil. S\u00e3o as Apacs (Associa\u00e7\u00f5es de Prote\u00e7\u00e3o e Assist\u00eancia ao Condenado), ou, como seus criadores preferem ler, Amando ao Pr\u00f3ximo Amar\u00e1s a Cristo.<\/p>\n<p>As Apacs, administradas por associa\u00e7\u00e3o de volunt\u00e1rios, muitos deles crist\u00e3os, podem soar uma utopia no pa\u00eds que iniciou o ano com matan\u00e7as nos pres\u00eddios do Norte e Nordeste, mas s\u00e3o consideradas pela ONU (Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas) como o \u00fanico modelo prisional que deu certo no Brasil, o quarto pa\u00eds com maior popula\u00e7\u00e3o carcer\u00e1ria do mundo. S\u00e3o 50 associa\u00e7\u00f5es pelo pa\u00eds com resultados semelhantes: custam R$ 800 por preso (contam com volunt\u00e1rios e funcion\u00e1rios), tr\u00eas vezes menos que a m\u00e9dia nacional de 2.400 reais, e o \u00edndice de recupera\u00e7\u00e3o \u00e9 de 95% contra 25% das cadeias padr\u00f5es.<\/p>\n<p>Quatro crit\u00e9rios selecionam os prisioneiros. Eles precisam ser condenados, manifestar por escrito que aceitam as normas apaquianas, terem fam\u00edlia ou cometido o crime na comarca da associa\u00e7\u00e3o &#8211; para facilitar a assist\u00eancia jur\u00eddica e o envolvimento familiar. Al\u00e9m do crit\u00e9rio de antiguidade. S\u00e3o priorizados condenados com penas mais longas, indiferentemente do crime que cometeram, em unidades que tamb\u00e9m <a href=\"http:\/\/brasil.elpais.com\/brasil\/2017\/01\/05\/politica\/1483624203_712909.html\">contrastam com o superlotado resto do sistema<\/a>: as Apacs t\u00eam em m\u00e9dia 200 detentos. A \u00fanica Apac que se diferencia \u00e9 a de Santa Luzia (MG). Localizada na regi\u00e3o metropolitana de Belo Horizonte h\u00e1 uma exig\u00eancia a mais motivada pela longa fila de espera: um ano de bom comportamento.<\/p>\n<p>A primeira Apac foi criada h\u00e1 45 anos em S\u00e3o Jos\u00e9 dos Campos (SP), pelo advogado e jornalista Mario Otoboni e um grupo de volunt\u00e1rios crist\u00e3os. Desde ent\u00e3o, as unidades se espalharam por sete Estados brasileiros. Em mar\u00e7o, uma nova associa\u00e7\u00e3o abre em Florian\u00f3polis, a cent\u00e9sima do mundo, e sua idealizadora e futura presidente, Leila Pivatto, 67 anos, mostra seu entusiasmo: \u201cQuando condenados, e vale lembrar que 40% dos 600 mil encarcerados no Brasil n\u00e3o s\u00e3o, os presos deveriam perder o direito de ir e vir. Apenas. Mas eles perdem tudo. O contato com as fam\u00edlias, os direitos \u00e0 sa\u00fade, educa\u00e7\u00e3o, trabalho e assist\u00eancia jur\u00eddica. N\u00f3s entendemos que para matar o criminoso e salvar o homem \u00e9 preciso cidadania&#8221;.<\/p>\n<p>Leila \u00e9 tamb\u00e9m volunt\u00e1ria h\u00e1 dez anos da Pastoral Carcer\u00e1ria, um bra\u00e7o assistencial ligado \u00e0 Igreja Cat\u00f3lica, trabalha 12 horas por dia sem ganhar nenhum centavo. Ela e seus colegas pelo pa\u00eds n\u00e3o s\u00e3o os \u00fanicos a apostar no modelo. A proposta ganhou a aten\u00e7\u00e3o <a href=\"http:\/\/brasil.elpais.com\/brasil\/2016\/09\/13\/politica\/1473718627_057504.html\" target=\"_blank\">da presidente do Supremo Tribunal Federal, C\u00e1rmen L\u00facia<\/a>: \u201cAs Apacs s\u00e3o a minha aposta. Elas t\u00eam dado certo. Basta dizer que a reincid\u00eancia \u00e9 de 5%, enquanto nos pres\u00eddios comuns \u00e9 de at\u00e9 75%\u201d, disse a ministra em entrevista ao Programa Roda Viva, da TV Cultura, em outubro do ano passado.<\/p>\n<p>Oposta \u00e0s cadeias comuns no cerne, talvez a diferen\u00e7a maior das Apacs seja sua concep\u00e7\u00e3o de defesa da justi\u00e7a restaurativa, n\u00e3o da punitiva. Elas n\u00e3o podem ser criadas pelos governos, s\u00f3 pela organiza\u00e7\u00e3o e boa vontade da sociedade civil, esse \u00e9 um dos principais obst\u00e1culos para expans\u00e3o do modelo em larga escala.<\/p>\n<p>&#8220;N\u00e3o h\u00e1 solu\u00e7\u00e3o imediata para as pris\u00f5es. Todo processo ser\u00e1 lento e exigir\u00e1 consci\u00eancia da popula\u00e7\u00e3o. Eu acredito que as Apacs sozinhas n\u00e3o ir\u00e3o resolver. <a href=\"http:\/\/brasil.elpais.com\/brasil\/2017\/01\/12\/internacional\/1484226240_232534.html\">\u00c9 preciso estimular o desencarceramento<\/a>. H\u00e1 gente presa por bobagens. A minoria da massa prisional \u00e9 perigosa, os outros poderia cumprir penas alternativas. E, obviamente, \u00e9 preciso gerar oportunidade. Antes construirmos escolas do que pris\u00f5es&#8221;, disse Leila.<\/p>\n<p>No caso da unidade de Florian\u00f3polis foram seis anos da primeira assembleia at\u00e9 a constru\u00e7\u00e3o do pr\u00e9dio. O primeiro passo foi a audi\u00eancia p\u00fablica na comarca, em seguida a cria\u00e7\u00e3o jur\u00eddica, que n\u00e3o visa nenhum lucro, e visitas \u00e0 Apac de Ita\u00fana, em <a href=\"http:\/\/brasil.elpais.com\/tag\/minas_gerais\/a\" target=\"_blank\">Minas Gerais<\/a>, que existe h\u00e1 17 anos e \u00e9 celebrada pela sua excel\u00eancia _l\u00e1 fugas s\u00e3o raras: a \u00faltima demorou dez anos para acontecer.<\/p>\n<p><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Leila e Newton, que se preparam para inaugurar a Apac.\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/ep01.epimg.net\/brasil\/imagenes\/2017\/01\/23\/politica\/1485198858_731977_1485548546_sumario_normal.jpg?resize=360%2C467\" srcset=\"\/\/ep01.epimg.net\/brasil\/imagenes\/2017\/01\/23\/politica\/1485198858_731977_1485548546_sumario_normal_recorte1.jpg 720w, \/\/ep01.epimg.net\/brasil\/imagenes\/2017\/01\/23\/politica\/1485198858_731977_1485548546_sumario_normal.jpg 360w\" alt=\"Leila e Newton, que se preparam para inaugurar a Apac.\" width=\"360\" height=\"467\" \/><\/p>\n<p><em>Leila e Newton, que se preparam para inaugurar a Apac<\/em><\/p>\n<p>A primeira Apac de Santa Catarina ficar\u00e1 no Complexo da Agron\u00f4mica, em Florian\u00f3polis, onde cinco unidades j\u00e1 det\u00eam quase 1,6 mil pessoas. A Apac ser\u00e1 a sexta. A \u00fanica semelhan\u00e7a com os vizinhos de muro \u00e9 o terreno. A casa ampla e solar n\u00e3o foi criada para punir. Ao inv\u00e9s de agentes do Deap (Departamento de Administra\u00e7\u00e3o Prisional), a organiza\u00e7\u00e3o ser\u00e1 responsabilidade dos volunt\u00e1rios, n\u00e3o s\u00f3 da <a href=\"http:\/\/brasil.elpais.com\/tag\/iglesia_catolica\/a\" target=\"_blank\">Igreja Cat\u00f3lica<\/a>, mas de diversas \u00e1reas. S\u00e3o advogados, m\u00e9dicos, dentistas, psic\u00f3logos, professores de m\u00fasica e yoga, confeiteiros, gente que acredita que para resolver a viol\u00eancia das ruas \u00e9 preciso mudar a realidade do c\u00e1rcere.<\/p>\n<p>&#8220;Aqui os presos usar\u00e3o suas roupas, ser\u00e3o chamados pelos seus nomes ou como recuperandos. E no lugar da solit\u00e1ria poder\u00e3o resgatar seu equil\u00edbrio na capela, se quiserem\u201d, diz Leila, enquanto trabalha na finaliza\u00e7\u00e3o do edif\u00edcio.<\/p>\n<p>A rotina ser\u00e1 r\u00edgida. S\u00e3o os presos que ser\u00e3o os respons\u00e1veis pela seguran\u00e7a e pela limpeza. \u00c0s seis da manh\u00e3 eles levantam, arrumam suas camas (sim, eles t\u00eam camas), fazem as ora\u00e7\u00f5es, tomam caf\u00e9 e iniciam as tarefas do dia, que s\u00f3 termina \u00e0s 22h. \u00c9 requisito b\u00e1sico que todos trabalhem e estudem. Ao longo desse per\u00edodo tamb\u00e9m participam de palestras de valoriza\u00e7\u00e3o humana, oficinas, atos religiosos, lazer e descanso.<\/p>\n<p>&#8220;As pessoas sempre nos perguntam se \u00e9 o voluntariado que reduz o pre\u00e7o das Apacs. Digo que sim. Tamb\u00e9m n\u00e3o h\u00e1 gastos com agentes penitenci\u00e1rios e terceiriza\u00e7\u00f5es de servi\u00e7os. Utilizamos a m\u00e3o de obra dos recuperandos. Mas n\u00e3o podemos esquecer uma quest\u00e3o central. N\u00e3o h\u00e1 corrup\u00e7\u00e3o. O valor pago pelos presos comuns no Brasil \u00e9 muito question\u00e1vel. Se eles n\u00e3o recebem assist\u00eancia jur\u00eddica, m\u00e9dica, alimenta\u00e7\u00e3o adequada para onde vai tanto dinheiro?&#8221;, questiona Valdecir Ant\u00f4nio Ferreira, presidente da FEBAC (Federa\u00e7\u00e3o das Apacs do Brasil).<\/p>\n<p><strong>As leis da Apac<\/strong><\/p>\n<p>Os mandamentos apaquianos <a href=\"http:\/\/brasil.elpais.com\/brasil\/2015\/10\/20\/opinion\/1445373370_580128.html\">s\u00e3o maiores que os de Mois\u00e9s<\/a>. Doze leis procuram reverter o exemplo fracassado das penitenci\u00e1rias comuns fazendo justamente o contr\u00e1rio \u2013 ou na provoca\u00e7\u00e3o de Leila, \u201ccumprindo a risca a Lei de Execu\u00e7\u00f5es Penais\u201d.<\/p>\n<p>As leis buscam espiritualidade \u2013 independentemente de cren\u00e7a, por isso a cor azul. Fortalecem os elos familiares. S\u00e3o permitidas liga\u00e7\u00f5es uma vez por dia, cartas sempre que desejado e as fam\u00edlias s\u00e3o convidadas para todas as comemora\u00e7\u00f5es. Outro est\u00edmulo \u00e9 a <a href=\"http:\/\/brasil.elpais.com\/brasil\/2016\/07\/18\/cultura\/1468850653_180510.html\">empatia<\/a>. Na cren\u00e7a de que se aprenderem sobre a ajuda m\u00fatua \u00e9 mais dif\u00edcil prejudicar algu\u00e9m. O trabalho \u00e9 importante, n\u00e3o fundamental. No regime fechado \u00e9 incentivada a recupera\u00e7\u00e3o emocional do indiv\u00edduo, no semiaberto a profissionaliza\u00e7\u00e3o, e no aberto, a inser\u00e7\u00e3o social.<\/p>\n<p>Segundo pesquisas da FEBAC, 98% dos recuperandos, cerca de 3.500 pessoas, vieram de fam\u00edlias completamente desestruturadas. A maioria v\u00ea o pai e a m\u00e3e como figuras deturpadas. \u201cNa raiz do crime vamos encontrar sempre a experi\u00eancia da rejei\u00e7\u00e3o\u201d, defende Valdecir. \u201cEssa \u00e9 uma vis\u00e3o comum para quem trabalha com o sistema prisional. N\u00f3s costumamos dizer que os presos que recebem sacolinhas com comidas e produtos de higiene dos seus familiares se recuperam. Na pr\u00e1tica, s\u00e3o os que t\u00eam cuidado e amor. Tem para quem voltar\u201d, complementa Leila.<\/p>\n<p>Valdecir dedicou 33 anos da sua vida \u00e0s Apacs. Conta que j\u00e1 recebeu presos de alta periculosidade, <a href=\"http:\/\/brasil.elpais.com\/brasil\/2016\/12\/22\/politica\/1482434757_533449.html\">integrantes de poderosas fac\u00e7\u00f5es<\/a> e os resultados sempre foram positivos. \u201cFizemos uma pesquisa com mil presos e constatamos que 85% querem mudar de vida. Ent\u00e3o, acreditamos que as Apacs poderiam ser reproduzidas para abra\u00e7ar toda essa massa sedenta por oportunidades. Mas n\u00e3o se cria Apac por decreto. Ela exige que a sociedade civil organizada tome consci\u00eancia do problema e procura solucion\u00e1-lo, al\u00e9m de governantes parceiros que apoiem a ideia de pris\u00f5es dignas. O que seria preciso? Mudar a nossa cultura\u201d.<\/p>\n<p>Newton Antonio de Almeida, 40 anos, sabe bem de qual cultura fala Valdecir. Preso por <a href=\"http:\/\/brasil.elpais.com\/tag\/narcotrafico\/a\">tr\u00e1fico<\/a>, ele ficou tr\u00eas anos e oito meses no Pres\u00eddio Masculino de Florian\u00f3polis e h\u00e1 dez mudou de vida, quando foi contratado como funcion\u00e1rio da Pastoral Carcer\u00e1ria. \u201cPoucos tiveram minha chance. N\u00e3o \u00e9 novidade que as cadeias n\u00e3o ressocializam. Na verdade, tiram o pouco que tu tem. Mas quem se op\u00f5e? Bandido bom \u00e9 pobre morto\u201d, afirma. Para ele, a popula\u00e7\u00e3o n\u00e3o quer Justi\u00e7a, quer vingan\u00e7a. \u201cQue o preso sofra, passe frio, fome, apanhe. E n\u00e3o percebe que toda essa dor, essa viol\u00eancia ir\u00e1 para ruas. Se essa l\u00f3gica funcionasse ser\u00edamos um pa\u00eds muito pac\u00edfico. Voc\u00ea n\u00e3o acha?\u201d<\/p>\n<p>http:\/\/brasil.elpais.com\/brasil\/2017\/01\/23\/politica\/1485198858_731977.html?id_externo_rsoc=FB_BR_CM<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>ALINE TORRES &#8211; Apacs, administradas por associa\u00e7\u00f5es de volunt\u00e1rios, t\u00eam foco na reabilita\u00e7\u00e3o dos presos. Florian\u00f3polis ganhar\u00e1 unidade em mar\u00e7o. S\u00e3o 50 pris\u00f5es do modelo em todo o pa\u00eds Imagine uma cadeia sem armas, agentes de seguran\u00e7a, viol\u00eancia ou repress\u00e3o. Um lugar onde os presos, que n\u00e3o s\u00e3o chamados dessa forma, cuidam das chaves. 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