{"id":2844,"date":"2017-01-19T09:41:34","date_gmt":"2017-01-19T11:41:34","guid":{"rendered":"http:\/\/controversia.com.br\/?p=2844"},"modified":"2017-06-26T12:38:33","modified_gmt":"2017-06-26T15:38:33","slug":"arquiteto-reune-historias-de-cidades-abandonadas-so-sobram-o-cemiterio-e-a-igreja","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/controversia.com.br\/pt\/2017\/01\/19\/arquiteto-reune-historias-de-cidades-abandonadas-so-sobram-o-cemiterio-e-a-igreja\/","title":{"rendered":"Arquiteto re\u00fane hist\u00f3rias de cidades abandonadas: &#8216;S\u00f3 sobram o cemit\u00e9rio e a igreja&#8217;"},"content":{"rendered":"<p><strong>Carolina Cunha<\/strong> &#8211; Biribiri (MG) nasceu de uma extinta f\u00e1brica de tecidos no final do s\u00e9culo 19; apenas quatro moradores ficaram e hoje \u00e9 uma atra\u00e7\u00e3o tur\u00edstica<\/p>\n<p>As casas de <strong>Ararapira (PR)<\/strong> est\u00e3o sendo lentamente engolidas pelo mar. Em <strong>Fordl\u00e2ndia (PA)<\/strong>, as estruturas de piscinas, hot\u00e9is e uma serralheria desaparecem em meio \u00e0 selva amaz\u00f4nica. Em <strong>Biribiri (MG)<\/strong>, uma fam\u00edlia passou anos tentando achar um comprador que desembolsasse US$ 1 milh\u00e3o para adquirir uma vila hist\u00f3rica inteira. Na pacata <strong>Air\u00e3o Velho (AM)<\/strong>, cip\u00f3s e \u00e1rvores crescem sobre os escombros do s\u00e9culo 18.<\/p>\n<p>Todas essas s\u00e3o hist\u00f3rias de cidades fantasmas brasileiras, mapeadas pelo arquiteto e urbanista Nestor Razente\u00a0em seu livro &#8220;Povoa\u00e7\u00f5es Abandonadas no Brasil&#8221;. Na obra, o professor da Universidade de Londrina (PR) faz um levantamento in\u00e9dito sobre oito cidades brasileiras que deixaram de existir entre os s\u00e9culos 19 e 20.<\/p>\n<p>Para o pesquisador, uma cidade passa a ser considerada fantasma quando n\u00e3o h\u00e1 registro de moradores ou h\u00e1 no m\u00e1ximo uma fam\u00edlia. Mas a classifica\u00e7\u00e3o n\u00e3o tem nada de sobrenatural. &#8220;Em vez de &#8216;cidade fantasma&#8217;, prefiro usar o termo &#8216;povoa\u00e7\u00e3o abandonada&#8217; para traduzir o fen\u00f4meno do desaparecimento da popula\u00e7\u00e3o.&#8221;<\/p>\n<p>O que leva as pessoas a deixar esses locais? Segundo Razente, essa pergunta foi o ponto de partida para a pesquisa. &#8220;Num mundo cada vez mais urbanizado, como \u00e9 poss\u00edvel existir uma cidade abandonada? Pesquisamos cidades brasileiras que desapareceram nos \u00faltimos dois s\u00e9culos. Elas sumiram enquanto havia um fen\u00f4meno de urbaniza\u00e7\u00e3o acelerada.&#8221;<\/p>\n<p>Esse processo hist\u00f3rico ainda \u00e9 pouco estudado no Brasil. Enquanto no Brasil existem oito munic\u00edpios fantasmas catalogados oficialmente, nos Estados Unidos os registros apontam para a exist\u00eancia de aproximadamente 900 cidades e vilas que desapareceram.<\/p>\n<p>O decl\u00ednio econ\u00f4mico \u00e9 o motivo mais comum. \u00c9 o caso das cidades do Amazonas que viveram seu auge durante o Ciclo da Borracha (de 1879 a 1912) e daquelas que surgiram com o Ciclo do Ouro, fundadas por bandeirantes no interior do Brasil durante o s\u00e9culo 18.<\/p>\n<p>Air\u00e3o Velho, no Amazonas, foi abandonada por seus habitantes na d\u00e9cada de 1950. Lendas contam que a fuga dos moradores ocorreu depois do ataque de formigas de fogo ou que teriam sido assombrados por fantasmas de \u00edndios escravizados.<\/p>\n<p>A verdade \u00e9 que o vilarejo viveu um per\u00edodo de prosperidade com a explora\u00e7\u00e3o do l\u00e1tex. &#8220;Quando a borracha sumiu, a cidade foi desaparecendo&#8221;, explica o professor.\u00a0Hoje o local possui um \u00fanico morador, o imigrante japon\u00eas Shigeru Nakayama, que desde 2001 vive sozinho nessas terras. O guardi\u00e3o do local costuma cavar o ch\u00e3o em busca de velhos objetos, a partir dos quais montou um pequeno museu.<\/p>\n<div class=\"mod-foto-embed w615x300\">\n<div class=\"figure\">\n<div class=\"pinit-wraper\"><img data-recalc-dims=\"1\" decoding=\"async\" class=\"pinit-img\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/conteudo.imguol.com.br\/c\/noticias\/f6\/2017\/01\/03\/fordlandia-pa---a-vila-foi-criada-no-interior-do-para-em-1928-pelo-empresario-norte-americano-henry-ford-fundador-da-ford-motor-company-ele-queria-erguer-uma-fabrica-de-latex-para-abastecer-a-1483474632487_615x300.jpg?w=640&#038;ssl=1\" \/><\/div>\n<\/div>\n<p><em><span class=\"legenda pg-color10\">Fordl\u00e2ndia (PA) fracassou devido \u00e0s condi\u00e7\u00f5es inadequadas do plantio das seringueiras<\/span><\/em><\/p>\n<\/div>\n<p>A borracha tamb\u00e9m foi respons\u00e1vel pelo surgimento de Fordl\u00e2ndia, cidade norte-americana no meio da Amaz\u00f4nia. A vila foi criada no Par\u00e1 em 1928 pelo empres\u00e1rio norte-americano Henry Ford, fundador da Ford Motor Company. Ele queria erguer uma f\u00e1brica de l\u00e1tex para abastecer a ind\u00fastria automotiva e n\u00e3o mais depender da Inglaterra. Ford gastou milh\u00f5es de d\u00f3lares para projetar uma cidade t\u00edpica americana com chal\u00e9s de madeira, hospitais, cinema e at\u00e9 campos de golfe.<\/p>\n<p>O empreendimento fracassou devido \u00e0s condi\u00e7\u00f5es inadequadas do plantio das seringueiras. At\u00e9 que mais tarde, o mercado deu lugar \u00e0 borracha sint\u00e9tica. Em 1950, ap\u00f3s a fal\u00eancia da ind\u00fastria, os moradores tiveram que abandonar o local, que foi incorporado ao munic\u00edpio de Aveiro. Hoje as estruturas de Fordl\u00e2ndia est\u00e3o cobertas pelo mato.<\/p>\n<p><strong>Desemboque (MG)<\/strong> surgiu como caminho de entrada para bandeirantes que buscavam ouro em Goi\u00e1s. O vilarejo foi fundado em 1743, na encosta da serra da Canastra. Durante o s\u00e9culo 18, ele se tornou o maior centro comercial e de minera\u00e7\u00e3o do Tri\u00e2ngulo Mineiro.<\/p>\n<p>Nos dias de gl\u00f3ria, o local chegou a ter 1.500 habitantes. Tudo foi abandonado quando as minas de ouro acabaram. Os moradores migraram principalmente para a promissora Uberaba, cidade vizinha. &#8220;Uberaba lhe roubou os filhos e o com\u00e9rcio&#8221;, diz o professor.<\/p>\n<p>O arraial de <strong>Ouro Fino, em Goi\u00e1s<\/strong>, tamb\u00e9m foi fundado por bandeirantes \u00e0 procura de metais preciosos. Ele foi imortalizado na m\u00fasica &#8220;Chico Mineiro&#8221;, da dupla Tonico e Tinoco. A letra conta a hist\u00f3ria de um boiadeiro que foi assassinado durante uma Festa do Divino Esp\u00edrito Santo. As festas religiosas, como a Folia de Reis, eram famosas em Ouro Fino.<\/p>\n<p>Hoje fazem parte de um passado distante. Da antiga Igreja de Nossa Senhora do Pilar, restam apenas algumas paredes, feitas em taipa de pil\u00e3o e que correm o risco de se deteriorar com as chuvas.<\/p>\n<div class=\"modalbumfotos modulos carregado\">\n<div class=\"conteudo\">\n<div id=\"albumHTML1\">\n<div id=\"boxFullImage1\" class=\"boxFullImage\">\n<div id=\"fullImage1\" class=\"carregado fullImage\">\n<div id=\"fullImageCenter1\" class=\"img-box\" align=\"center\">\n<p><img data-recalc-dims=\"1\" decoding=\"async\" id=\"fullImageSrc1\" class=\"fullImageSrc\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/conteudo.imguol.com.br\/c\/noticias\/33\/2017\/01\/03\/desemboque-mg---surgiu-como-caminho-de-entrada-para-bandeirantes-que-buscavam-ouro-em-goias-durante-o-seculo-18-se-tornou-o-maior-centro-comercial-e-de-mineracao-do-triangulo-mineiro-nos-dias-de-1483474646020_956x500.jpg?w=640&#038;ssl=1\" border=\"0\" \/><\/p>\n<h3 class=\"tituloAlbum\"><\/h3>\n<\/div>\n<\/div>\n<div id=\"fotoLegendaBox1\" class=\"fotoLegendaBox\">\n<div id=\"fotoLegenda1\" class=\"fotoLegenda\">\n<div class=\"transparencia\">\n<div class=\"legendaTexto\"><em>Desemboque (MG) &#8211; Surgiu como caminho de entrada para bandeirantes que buscavam ouro em Goi\u00e1s. Durante o s\u00e9culo 18, se tornou o maior centro comercial e de minera\u00e7\u00e3o do Tri\u00e2ngulo Mineiro. Nos dias de gl\u00f3ria, o local chegou a ter 1.500 habitantes. Tudo foi abandonado quando as minas de ouro acabaram. Hoje a vila pertence ao munic\u00edpio de Sacramento e conserva apenas 20 casas. As igrejas Nossa Senhora do Desterro e do Ros\u00e1rio est\u00e3o bem preservadas e abrigam um cemit\u00e9rio<\/em><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p><strong>Patrim\u00f4nio e descaso<\/strong><\/p>\n<p>Embora algumas das cidades pesquisadas sejam tombadas como patrim\u00f4nio hist\u00f3rico, a situa\u00e7\u00e3o predominante \u00e9 de descaso e abandono do poder p\u00fablico. &#8220;Em Air\u00e3o Velho me mostraram uma bala de canh\u00e3o e disseram que a Marinha brasileira usava as paredes da vila abandonada como alvo para tiros. O local \u00e9 testemunha de um per\u00edodo importante da coloniza\u00e7\u00e3o portuguesa e do Ciclo da Borracha. Destru\u00edram bastante a casa comercial principal. Praticamente tudo veio ao ch\u00e3o&#8221;, lamenta Razente.<\/p>\n<p>Nem sempre o abandono se transforma em ru\u00ednas. Em alguns casos, a cidade est\u00e1 renascendo pelo turismo. \u00c9 o caso de Biribiri. Nascida de uma extinta f\u00e1brica de tecidos no final do s\u00e9culo 19, a cidadezinha do Vale do Jequitinhonha chegou a ter 1.200 habitantes. Em 1973, a empresa n\u00e3o resistiu ao alto custo da produ\u00e7\u00e3o e fechou as portas. A fam\u00edlia Mascarenhas, dona da f\u00e1brica, preservou o casario e as cores azul e branco das fachadas. Resid\u00eancias de oper\u00e1rios, escola, barbearia, o galp\u00e3o da f\u00e1brica e a igreja do Sagrado Cora\u00e7\u00e3o de Jesus se mant\u00eam\u00a0intactos, tombados como patrim\u00f4nio hist\u00f3rico.<\/p>\n<p>Os herdeiros j\u00e1 tentaram arrendar a vila inteira. Teve at\u00e9 an\u00fancio nos classificados de jornais, mas ningu\u00e9m quis comprar o terreno milion\u00e1rio. Os im\u00f3veis foram vendidos separadamente e, com o tempo, Biribiri come\u00e7ou a atrair turistas em busca de um ref\u00fagio buc\u00f3lico. Hoje o local tem pousada, restaurante e aguarda a constru\u00e7\u00e3o de um museu, um hotel e uma vin\u00edcola.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m viraram\u00a0ponto tur\u00edstico as casinhas vazias de Ararapira, no litoral do Paran\u00e1. O acesso \u00e9 feito somente por barco. No passado, o local foi um pr\u00f3spero entreposto comercial. A constru\u00e7\u00e3o de um canal para dar acesso ao porto de Paranagu\u00e1, nos anos 1950, mudou definitivamente o n\u00edvel da \u00e1gua do mar, afetando a pesca e alagando casas.<\/p>\n<div class=\"mod-foto-embed w615x300\">\n<div class=\"figure\">\n<div class=\"pinit-wraper\"><img data-recalc-dims=\"1\" decoding=\"async\" class=\"pinit-img\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/conteudo.imguol.com.br\/c\/noticias\/2a\/2017\/01\/03\/o-urbanista-e-arquiteto-nestor-razente-mapeou-historias-de-cidades-fantasmas-brasileiras-em-seu-livro-povoacoes-abandonadas-no-brasil-na-obra-o-professor-da-universidade-de-londrina-faz-um-levantamento-1483474602456_615x300.jpg?w=640&#038;ssl=1\" \/><\/div>\n<\/div>\n<p><em><span class=\"legenda pg-color10\">O urbanista Nestor Razente lan\u00e7a livro sobre as cidades abandonadas<\/span><\/em><\/p>\n<\/div>\n<p>Para completar o processo, a cria\u00e7\u00e3o do Parque Nacional do Superagui transformou a regi\u00e3o numa \u00e1rea de prote\u00e7\u00e3o ambiental e impediu qualquer atividade produtiva. A igreja de S\u00e3o Jos\u00e9, constru\u00edda no fim do s\u00e9culo 19, ainda conserva os bancos de madeira e as imagens no altar. Mas, se a \u00e1gua subir ainda mais, tudo pode desaparecer.A pesquisa do arquiteto revelou uma curiosidade presente em praticamente todas as cidades pesquisadas.\u00a0&#8220;A igreja e o cemit\u00e9rio foram as \u00fanicas constru\u00e7\u00f5es que resistiram ao tempo e \u00e0 depreda\u00e7\u00e3o&#8221;, diz Razente.<\/p>\n<p><cite>O que sobrou foi aquilo que \u00e9 considerado sagrado. A for\u00e7a da cren\u00e7a religiosa e\u00a0o respeito\u00a0aos mortos s\u00e3o capazes de perpetuar a inquietude diante das ru\u00ednas<\/cite><\/p>\n<p><strong>Nestor Razente, autor de livro<\/strong><\/p>\n<p>O cemit\u00e9rio de Ararapira ainda se encontra em funcionamento, sendo visitado pelos ex-moradores no Dia de Finados. Nessa data, os t\u00famulos costumam ser limpos e recebem flores.\u00a0Muitos fazem quest\u00e3o de serem sepultados onde nasceram. Em <strong>Cococi (CE)<\/strong>, a tradi\u00e7\u00e3o da novena religiosa dedicada a Nossa Senhora da Concei\u00e7\u00e3o, padroeira do ex-munic\u00edpio, continua\u00a0firme. A romaria atrai centenas de moradores de comunidades pr\u00f3ximas, que lotam uma igreja constru\u00edda em 1778.<\/p>\n<p>No sert\u00e3o do Inhamuns, a 400 km de Fortaleza, ficam as ru\u00ednas de Cococi. Em meio \u00e0 paisagem de pedras e espinhos da caatinga, restam a igrejinha, o cemit\u00e9rio, a sede da prefeitura e o palacete da fam\u00edlia Feitosa, oligarquia da regi\u00e3o. Seu abandono aconteceu na d\u00e9cada de 1960.<\/p>\n<p>O problema foi pol\u00edtico. Uma den\u00fancia ao governo federal levou o prefeito para a Justi\u00e7a. Segundo o inqu\u00e9rito, todos os moradores trabalhavam para os Feitosa e os pol\u00edticos tamb\u00e9m pertenciam \u00e0 numerosa fam\u00edlia. O governo entendeu que ali funcionava uma fazenda que se passava por cidade. A verba p\u00fablica foi cortada, e o falso munic\u00edpio, extinto. Revoltado, o prefeito se mudou para a cidade vizinha, convenceu os moradores a irem com ele e conseguiu se reeleger. Hoje apenas duas fam\u00edlias de agricultores vivem na \u00e1rea, que pertence ao munic\u00edpio de Parambu.<\/p>\n<p>Para o arquiteto, o abandono dessas cidades foi uma quest\u00e3o de sobreviv\u00eancia. Mas ele lamenta que, quando uma povoa\u00e7\u00e3o suma do mapa, suas hist\u00f3rias tamb\u00e9m desapare\u00e7am. &#8220;Mesmo eu n\u00e3o sendo um morador, o abandono abate a gente e come\u00e7o a ter saudades do que n\u00e3o vivi. At\u00e9 onde conseguimos explicar como tudo veio abaixo? Quantas riquezas foram produzidas, a ru\u00edna econ\u00f4mica de alguns, a escravatura de outros. No entanto tudo voltou a ser nada ou se transformou em natureza, que reclama seu lugar de volta.&#8221;<\/p>\n<p>https:\/\/noticias.uol.com.br\/cotidiano\/ultimas-noticias\/2017\/01\/10\/livro-conta-historia-de-decadencia-de-cidades-fantasmas-do-brasil.htm<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Carolina Cunha &#8211; Biribiri (MG) nasceu de uma extinta f\u00e1brica de tecidos no final do s\u00e9culo 19; apenas quatro moradores ficaram e hoje \u00e9 uma atra\u00e7\u00e3o tur\u00edstica As casas de Ararapira (PR) est\u00e3o sendo lentamente engolidas pelo mar. Em Fordl\u00e2ndia (PA), as estruturas de piscinas, hot\u00e9is e uma serralheria desaparecem em meio \u00e0 selva amaz\u00f4nica. 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