{"id":25233,"date":"2026-06-25T12:43:16","date_gmt":"2026-06-25T15:43:16","guid":{"rendered":"https:\/\/controversia.com.br\/?p=25233"},"modified":"2026-06-23T17:47:29","modified_gmt":"2026-06-23T20:47:29","slug":"por-que-ainda-alguem-escolhe-ser-professora","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/controversia.com.br\/pt\/2026\/06\/25\/por-que-ainda-alguem-escolhe-ser-professora\/","title":{"rendered":"Por que ainda algu\u00e9m escolhe ser professor(a)?"},"content":{"rendered":"<p><strong>EVERTON FARGONI*<\/strong> &#8211; Entre a mercantiliza\u00e7\u00e3o do ensino e a exaust\u00e3o das salas de aula, a resist\u00eancia da profiss\u00e3o firma-se como um pilar civilizat\u00f3rio contra a superficialidade digital e o obscurantismo.<\/p>\n<p><strong>1.<\/strong><\/p>\n<p>H\u00e1 uma pergunta que parece simples, mas corta fundo quem acompanha uma sala de licenciatura em 2026. Por que algu\u00e9m ainda escolhe ser professor(a)? Ela aparece no rosto de estudantes que chegam depois do trabalho, nos corpos vencidos pelo transporte, no sil\u00eancio de quem calcula aluguel, comida, passagem, xerox, livro, internet, rem\u00e9dio, cuidado com filho(a), cuidado com pai e m\u00e3e, cuidado consigo.<\/p>\n<p>Antes da primeira disciplina pedag\u00f3gica, muitos(as) licenciandos(as) j\u00e1 ouviram que a profiss\u00e3o paga mal, adoece, exige demais e oferece pouco. A escolha nasce cercada por advert\u00eancias. Mesmo assim, h\u00e1 gente sentada ali, abrindo caderno, lendo Freire, tentando compreender a inf\u00e2ncia, a juventude, a EJA, a escola p\u00fablica, a hist\u00f3ria de um pa\u00eds que precisa de professores(as) e, tantas vezes, fere quem decide ensinar.<\/p>\n<p>O dado frio confirma a ferida quente. O Brasil pode chegar a uma falta de at\u00e9 235 mil docentes na educa\u00e7\u00e3o b\u00e1sica at\u00e9 2040, segundo proje\u00e7\u00e3o divulgada pela Funda\u00e7\u00e3o Carlos Chagas a partir de estudo do Instituto Semesp. No ensino superior, o Censo da Educa\u00e7\u00e3o Superior 2023 registrou mais de 1,7 milh\u00e3o de matr\u00edculas em licenciaturas, com 67,1% delas em institui\u00e7\u00f5es privadas.<\/p>\n<p>Na rede privada, 90% das matr\u00edculas em licenciatura estavam em Educa\u00e7\u00e3o a Dist\u00e2ncia (EaD), enquanto, na rede p\u00fablica, 80,3% estavam em cursos presenciais. Esse contraste n\u00e3o \u00e9 detalhe administrativo. Ele revela duas concep\u00e7\u00f5es de forma\u00e7\u00e3o em disputa. De um lado, a licenciatura como experi\u00eancia universit\u00e1ria, feita de presen\u00e7a, est\u00e1gio, leitura, conviv\u00eancia, conflito, escuta e escola real. De outro, a licenciatura convertida em produto barato, entregue por plataformas, vendida em mensalidades acess\u00edveis e sustentada pela promessa cruel de que basta certificar algu\u00e9m para que esse algu\u00e9m consiga ensinar. Quando a forma\u00e7\u00e3o docente \u00e9 tratada como mercadoria de baixo custo, o pa\u00eds n\u00e3o economiza dinheiro, ele fabrica abandono futuro dentro das salas de aula.<\/p>\n<p>Por isso, defender forma\u00e7\u00e3o docente predominantemente presencial n\u00e3o \u00e9 nostalgia. \u00c9 lembrar que ningu\u00e9m aprende a ser professor(a) apenas diante de uma tela, isolado(a), sem o ru\u00eddo de uma sala, sem a hesita\u00e7\u00e3o de um(a) aluno(a), sem o conflito real da pergunta inesperada, sem o susto da indisciplina, sem o brilho t\u00edmido de quem finalmente entendeu. A interioriza\u00e7\u00e3o acad\u00eamica tamb\u00e9m precisa ser levada a s\u00e9rio, com mais universidades p\u00fablicas em cidades m\u00e9dias e pequenas, mais moradia estudantil, mais bolsas, mais bibliotecas abertas, mais laborat\u00f3rios de ensino, mais est\u00e1gios acompanhados.<\/p>\n<p>Um(a) professor(a) de hist\u00f3ria deveria poder visitar lugares hist\u00f3ricos. Um(a) professor(a) de filosofia deveria poder comprar cl\u00e1ssicos sem escolher entre livro e comida. Um(a) professor(a) de geografia deveria tocar paisagens, rios, rochas, climas, plantas, mapas vivos. Formar professores(as) exige mundo, presen\u00e7a e tempo.<\/p>\n<p><strong>2.<\/strong><\/p>\n<p>Na universidade, o capitalismo acad\u00eamico n\u00e3o aparece apenas em planilhas, editais e plataformas de avalia\u00e7\u00e3o. Ele entra no sono de p\u00f3s-graduandos(as), no corpo que escreve tese com culpa por descansar, no curr\u00edculo que precisa parecer sempre produtivo, na bolsa insuficiente, no emprego incerto, na promessa de futuro que tarda. A universidade aprendeu a exigir brilho de quem mal consegue pagar a pr\u00f3pria perman\u00eancia nela.<\/p>\n<p>Pede produtividade, curr\u00edculo, artigos, eventos, idiomas, grupos de pesquisa e disponibilidade quase absoluta, mas entrega bolsas insuficientes, concursos raros, contratos fr\u00e1geis e uma espera que corr\u00f3i o corpo. A p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o brasileira forma pesquisadores(as), mas tamb\u00e9m ensina uma pedagogia amarga da instabilidade. Muitos(as) jovens doutores(as) saem da defesa com t\u00edtulo, exaust\u00e3o e medo. O diploma, que deveria abrir caminho, muitas vezes vira senha para uma fila sem porta vis\u00edvel.<\/p>\n<p>O drama n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 brasileiro. Relat\u00f3rio ligado \u00e0 Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas para a Educa\u00e7\u00e3o, a Ci\u00eancia e a Cultura (UNESCO) indicou falta mundial de 44 milh\u00f5es de docentes para garantir educa\u00e7\u00e3o prim\u00e1ria e secund\u00e1ria at\u00e9 2030, com perda de profissionais associada a baixos sal\u00e1rios, excesso de trabalho e perda de confian\u00e7a social.<\/p>\n<p>No Reino Unido, a imprensa registrou dificuldade de recrutamento, abandono da carreira e procura por professores(as) estrangeiros(as) diante da falta interna. Em escala global, a doc\u00eancia vive uma contradi\u00e7\u00e3o dolorosa, \u00e9 chamada de essencial em discursos p\u00fablicos, mas segue tratada como gasto, improviso ou miss\u00e3o pessoal.<\/p>\n<p>No Brasil de 2026, temos, por exemplo, o Programa P\u00e9-de-Meia Licenciaturas, que precisa ser lido sem cinismo, mas tamb\u00e9m sem ingenuidade. O Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o informa um incentivo mensal de R$ 1.050, sendo R$ 700 de saque imediato e R$ 350 destinados \u00e0 poupan\u00e7a, com retirada condicionada ao ingresso do(a) formado(a) na rede p\u00fablica. Em 2026, o pr\u00f3prio Minist\u00e9rio anunciou at\u00e9 12 mil bolsas para estudantes de cursos presenciais de licenciatura.<\/p>\n<p>\u00c9 uma pol\u00edtica compensat\u00f3ria, sim, pois tenta remediar uma desvaloriza\u00e7\u00e3o antiga. Ainda assim, ela mant\u00e9m uma chama acesa quando o empresariado educacional pressiona por cursos baratos, plataformas padronizadas e forma\u00e7\u00e3o esvaziada de conviv\u00eancia. A esperan\u00e7a cr\u00edtica mora nesse ponto dif\u00edcil, reconhecer que a pol\u00edtica \u00e9 limitada, mas pode segurar um(a) estudante que, sem ela, talvez abandonasse o caminho antes de chegar \u00e0 primeira escola.<\/p>\n<p><strong>3.<\/strong><\/p>\n<p>Ser professor(a), hoje, significa disputar a aten\u00e7\u00e3o humana em uma sociedade treinada para interromper qualquer pensamento que demore. Celulares, cortes de v\u00eddeo, boatos e opini\u00f5es instant\u00e2neas n\u00e3o concorrem s\u00f3 com a aula, concorrem com a pr\u00f3pria capacidade de permanecer diante de uma ideia. A\u00a0<em>Oxford University Press<\/em>\u00a0escolheu\u00a0<em>brain rot<\/em>\u00a0(c\u00e9rebro podre) como palavra do ano de 2024, associando a express\u00e3o ao consumo de material digital de baixa qualidade e \u00e0 percep\u00e7\u00e3o de desgaste intelectual produzido por esse consumo.<\/p>\n<p>No Brasil, a sala de aula n\u00e3o vive sob o bloqueio de grandes redes estrangeiras, como ocorre na China com plataformas como Facebook, Instagram, X e YouTube. Aqui, quase tudo chega aberto, veloz, misturado. A aula, ent\u00e3o, passa a concorrer com a l\u00f3gica do espet\u00e1culo permanente.<\/p>\n<p>Mas \u00e9 justamente a\u00ed que a pergunta inicial ganha beleza. Por que ainda algu\u00e9m escolhe ser professor(a)? Porque, diante de alunos(as) cansados(as) pelo trabalho ou pela infodemia dos celulares, educadores(as) ainda inventam caminhos. Um debate ao lado, uma not\u00edcia lida em conjunto, um jogo digital usado para despertar interesse epistemol\u00f3gico, uma pergunta colocada no momento certo, um texto dif\u00edcil dialogado, uma conversa que devolve ao(\u00e0) estudante a confian\u00e7a de pensar.<\/p>\n<p>A aula pode ser criativa, pode dialogar com linguagens juvenis, pode usar jogos, v\u00eddeos, memes e not\u00edcias, mas n\u00e3o pode aceitar o espet\u00e1culo como padr\u00e3o. O centro da doc\u00eancia precisa continuar sendo a forma\u00e7\u00e3o da aten\u00e7\u00e3o, da escuta, da palavra, da d\u00favida, da paci\u00eancia intelectual. Carl Sagan disse que vivemos dependentes de ci\u00eancia e tecnologia, mas quase sem compreend\u00ea-las. Freire lembrou que \u201ca esperan\u00e7a \u00e9 necess\u00e1ria, mas n\u00e3o \u00e9 suficiente\u201d. Entre os dois, aparece uma resposta poss\u00edvel.<\/p>\n<p>Algu\u00e9m ainda escolhe ser professor(a) porque n\u00e3o aceita entregar a intelig\u00eancia coletiva aos maus influenciadores, aos oportunistas de p\u00falpito, aos pol\u00edticos que difamam educadores(as), aos comerciantes da ignor\u00e2ncia, aos que preferem uma popula\u00e7\u00e3o obediente a uma popula\u00e7\u00e3o leitora.<\/p>\n<p>Cl\u00f3vis de Barros Filho, em uma fala (recorte de v\u00eddeo) muito compartilhada, insistiu na ideia de ter brio, de ler at\u00e9 compreender, de n\u00e3o abandonar o texto diante da primeira resist\u00eancia. A frase \u00e9 forte, porque defende uma \u00e9tica do estudo. Mas falar em brio \u00e9 bonito quando se imagina um leitor descansado, alimentado, protegido do medo e dono do pr\u00f3prio tempo.<\/p>\n<p>A sala noturna conhece outra cena. H\u00e1 estudantes que chegam com fome, com sono, com o corpo mo\u00eddo pelo trabalho, com a cabe\u00e7a tomada por contas, transporte, cuidado dom\u00e9stico, desemprego e telas que sequestram a aten\u00e7\u00e3o antes mesmo da primeira palavra escrita no quadro. Nessa hora, exigir leitura n\u00e3o pode ser castigo, precisa ser chamado. O(a) professor(a) sabe que ningu\u00e9m nasce incapaz de ler o mundo. Muitos(as) apenas foram empurrados(as), por anos, para fora da confian\u00e7a em si mesmos(as).<\/p>\n<p>\u00c9 nesse ponto que a doc\u00eancia revela sua grandeza silenciosa. Ser professor(a) n\u00e3o \u00e9 repetir frase de autoajuda sobre for\u00e7a individual, nem converter sofrimento social em li\u00e7\u00e3o moral barata. Ensinar exige compreender que a aten\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m tem classe, corpo, sal\u00e1rio, moradia, alimenta\u00e7\u00e3o, descanso e hist\u00f3ria.<\/p>\n<p>H\u00e1 alunos(as) que n\u00e3o leem porque foram convencidos(as) de que n\u00e3o conseguem. H\u00e1 outros(as) que querem ler, mas a fadiga chega antes da p\u00e1gina. H\u00e1 quem precise ouvir a mesma explica\u00e7\u00e3o tr\u00eas vezes porque a vida inteira lhe negou tempo para pensar sem urg\u00eancia. O brio, ent\u00e3o, n\u00e3o pode virar cobran\u00e7a fria sobre o indiv\u00edduo. Ele precisa ser reconstru\u00eddo como pacto pedag\u00f3gico, como convite exigente e humano, como insist\u00eancia compartilhada entre quem ensina e quem aprende.<\/p>\n<p>Quando um(a) professor(a) pede leitura, sil\u00eancio, concentra\u00e7\u00e3o e estudo, n\u00e3o est\u00e1 cultuando uma escola morta. Est\u00e1 defendendo uma das poucas experi\u00eancias ainda capazes de arrancar o sujeito da pressa vulgar do presente. A aula pode acolher not\u00edcias, jogos, v\u00eddeos e linguagens digitais, mas n\u00e3o pode ajoelhar-se diante do espet\u00e1culo. Seu centro precisa continuar sendo a demora do pensamento.<\/p>\n<p>Em uma sociedade de capitalismo tardio, ferida pela precariedade e pela manipula\u00e7\u00e3o di\u00e1ria das redes, educadores(as) fazem mais do que transmitir conte\u00fados. Enfrentam a mentira organizada, a pregui\u00e7a fabricada, o \u00f3dio aos livros, o desprezo pela ci\u00eancia e a velha conveni\u00eancia dos que preferem uma popula\u00e7\u00e3o d\u00f3cil a uma popula\u00e7\u00e3o leitora. E aqui nem preciso citar nomes. Quem est\u00e1 lendo este texto sabe de quem estou falando.<\/p>\n<p>N\u00e3o \u00e9 conservadorismo pedir respeito permanente ao(\u00e0) professor(a). \u00c9 defesa civilizat\u00f3ria. Quando pol\u00edticos, l\u00edderes religiosos e influenciadores tentam difamar educadores(as), o alvo real n\u00e3o \u00e9 uma categoria profissional isolada, mas a possibilidade de uma popula\u00e7\u00e3o leitora, cr\u00edtica e capaz de reconhecer as armadilhas de sua \u00e9poca. Entre cansa\u00e7o, incerteza, alegria e medo, professores(as) permanecem porque ainda veem na aula uma forma concreta de impedir que a ignor\u00e2ncia seja aceita como destino.<\/p>\n<p>Continuam porque uma pergunta pode salvar uma manh\u00e3, uma explica\u00e7\u00e3o pode devolver confian\u00e7a, uma leitura pode abrir uma vida, e uma vida menos rendida \u00e0 mentira j\u00e1 altera o destino comum. Uma na\u00e7\u00e3o sem educadores(as) vira plateia de sua pr\u00f3pria ru\u00edna, enquanto uma sala viva ainda guarda a possibilidade concreta de outro modo de olhar o mundo.<\/p>\n<p><strong>*Everton Fargoni<\/strong><em>\u00a0\u00e9 doutor em educa\u00e7\u00e3o na Universidade Federal de S\u00e3o Carlos (UFSCar)<\/em>.<\/p>\n<p><strong>Refer\u00eancias<\/strong><\/p>\n<p>CASTILHO, Jade. Apag\u00e3o de professores, Brasil pode ter d\u00e9ficit de at\u00e9 235 mil docentes at\u00e9 2040. Funda\u00e7\u00e3o Carlos Chagas, Fluxo Educa\u00e7\u00e3o, 8 maio 2025. Dispon\u00edvel em, <a href=\"https:\/\/www.fcc.org.br\/fluxo-educacao\/apagao-de-professores-brasil-deficit-de-ate-235-mil-docentes-ate-2040\" rel=\"noopener\">https:\/\/www.fcc.org.br\/fluxo-educacao\/apagao-de-professores-brasil-deficit-de-ate-235-mil-docentes-ate-2040<\/a>.<\/p>\n<p>SEMESP. Risco de apag\u00e3o de professores no Brasil. S\u00e3o Paulo, Semesp, 2022. Dispon\u00edvel em,\u00a0<a href=\"https:\/\/www.semesp.org.br\/pesquisas\/risco-de-apagao-de-professores-no-brasil\/\" rel=\"noopener\">https:\/\/www.semesp.org.br\/pesquisas\/risco-de-apagao-de-professores-no-brasil\/<\/a>.<\/p>\n<p>BRASIL. Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais An\u00edsio Teixeira. MEC e Inep divulgam resultado do Censo Superior 2023. Bras\u00edlia, INEP, 2024. Dispon\u00edvel em,\u00a0<a href=\"https:\/\/www.gov.br\/inep\/pt-br\/centrais-de-conteudo\/noticias\/censo-da-educacao-superior\/mec-e-inep-divulgam-resultado-do-censo-superior-2023\" rel=\"noopener\">https:\/\/www.gov.br\/inep\/pt-br\/centrais-de-conteudo\/noticias\/censo-da-educacao-superior\/mec-e-inep-divulgam-resultado-do-censo-superior-2023<\/a>.<\/p>\n<p>BRASIL. Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o. P\u00e9-de-Meia Licenciaturas. Bras\u00edlia, MEC, 2026. Dispon\u00edvel em,\u00a0<a href=\"https:\/\/www.gov.br\/mec\/pt-br\/mais-professores\/pe-de-meia-licenciaturas\" rel=\"noopener\">https:\/\/www.gov.br\/mec\/pt-br\/mais-professores\/pe-de-meia-licenciaturas<\/a>.<\/p>\n<p>BRASIL. Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o. P\u00e9-de-Meia Licenciaturas, saiba como se cadastrar. Bras\u00edlia, MEC, 2 mar. 2026. Dispon\u00edvel em,\u00a0<a href=\"https:\/\/www.gov.br\/mec\/pt-br\/assuntos\/noticias\/2026\/marco\/pe-de-meia-licenciaturas-saiba-como-se-cadastrar\" rel=\"noopener\">https:\/\/www.gov.br\/mec\/pt-br\/assuntos\/noticias\/2026\/marco\/pe-de-meia-licenciaturas-saiba-como-se-cadastrar<\/a>.<\/p>\n<p>UNESCO. Global report on teachers, addressing teacher shortages and transforming the profession. Paris, UNESCO, 2024. Dispon\u00edvel em,\u00a0<a href=\"https:\/\/unesdoc.unesco.org\/ark:\/48223\/pf0000388832\" rel=\"noopener\">https:\/\/unesdoc.unesco.org\/ark:\/48223\/pf0000388832<\/a>.<\/p>\n<p>CADENA SER. La UNESCO alerta de una crisis global del profesorado. Madrid, Cadena SER, 22 abr. 2025. Dispon\u00edvel em,\u00a0<a href=\"https:\/\/cadenaser.com\/nacional\/2025\/04\/22\/la-unesco-alerta-de-una-crisis-global-del-profesorado-cadena-ser\/\" rel=\"noopener\">https:\/\/cadenaser.com\/nacional\/2025\/04\/22\/la-unesco-alerta-de-una-crisis-global-del-profesorado-cadena-ser\/<\/a>.<\/p>\n<p>FARGONI, E. H. E. Ci\u00eancia, trabalho e a fuga de c\u00e9rebros do Brasil.\u00a0<em>Trabalho &amp; Educa\u00e7\u00e3o<\/em>, Belo Horizonte, v. 32, n. 2, p. 101\u2013115, 2023. DOI:\u00a0<a href=\"https:\/\/doi.org\/10.35699\/2238-037X.2023.40156\" rel=\"noopener\">10.35699\/2238-037X.2023.40156<\/a>.<\/p>\n<p>FARGONI, E. H. E. A \u201cfilosofia\u201d do c\u00e9rebro podre.\u00a0<strong>A Terra \u00e9 Redonda<\/strong>, 15 mar. 2026. Dispon\u00edvel em,\u00a0<a href=\"https:\/\/aterraeredonda.com.br\/a-filosofia-do-cerebro-podre\" rel=\"noopener\">https:\/\/aterraeredonda.com.br\/a-filosofia-do-cerebro-podre<\/a>.<\/p>\n<p>THE GUARDIAN. Wednesday briefing, why the UK is looking abroad to solve its teaching shortage. Londres,\u00a0<em>The Guardian<\/em>, 3 abr. 2024. Dispon\u00edvel em,\u00a0<a href=\"https:\/\/www.theguardian.com\/world\/2024\/apr\/03\/wednesday-briefing-why-the-uk-is-looking-abroad-to-solve-its-teaching-shortage\" rel=\"noopener\">https:\/\/www.theguardian.com\/world\/2024\/apr\/03\/wednesday-briefing-why-the-uk-is-looking-abroad-to-solve-its-teaching-shortage<\/a>.<\/p>\n<p>OXFORD UNIVERSITY PRESS.\u00a0<em>Brain rot<\/em>\u00a0named Oxford Word of the Year 2024. Oxford, Oxford University Press, 2024. Dispon\u00edvel em,\u00a0<a href=\"https:\/\/corp.oup.com\/news\/brain-rot-named-oxford-word-of-the-year-2024\/\" rel=\"noopener\">https:\/\/corp.oup.com\/news\/brain-rot-named-oxford-word-of-the-year-2024\/<\/a>.<\/p>\n<p>FREIRE, Paulo.\u00a0<em>Pedagogia da esperan\u00e7a, um reencontro com a pedagogia do oprimido<\/em>. Rio de Janeiro, Paz e Terra, 1992.<\/p>\n<p>SAGAN, Carl.\u00a0<em>O mundo assombrado pelos dem\u00f4nios, a ci\u00eancia vista como uma vela no escuro<\/em>. S\u00e3o Paulo, Companhia das Letras, 1996.<\/p>\n<p>Fonte: Por que ainda algu\u00e9m escolhe ser professor(a)? &#8211; &#8211; Link da mat\u00e9ria: https:\/\/aterraeredonda.com.br\/62498-2\/<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>EVERTON FARGONI* &#8211; Entre a mercantiliza\u00e7\u00e3o do ensino e a exaust\u00e3o das salas de aula, a resist\u00eancia da profiss\u00e3o firma-se como um pilar civilizat\u00f3rio contra a superficialidade digital e o obscurantismo. 1. H\u00e1 uma pergunta que parece simples, mas corta fundo quem acompanha uma sala de licenciatura em 2026. 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