{"id":2404,"date":"2016-12-04T09:33:31","date_gmt":"2016-12-04T11:33:31","guid":{"rendered":"http:\/\/controversia.com.br\/?p=2404"},"modified":"2016-11-28T21:35:55","modified_gmt":"2016-11-28T23:35:55","slug":"ignacio-ramonet-o-fidel-que-conheci","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/controversia.com.br\/pt\/2016\/12\/04\/ignacio-ramonet-o-fidel-que-conheci\/","title":{"rendered":"Ignacio Ramonet: O Fidel que conheci"},"content":{"rendered":"<p><strong>Ignacio Ramonet<\/strong> &#8211; A Revolu\u00e7\u00e3o Cubana, que tinha em Fidel Castro seu inspirador, ainda \u00e9, at\u00e9 hoje, uma importante refer\u00eancia para milh\u00f5es de flagelados do planeta.<\/p>\n<p>Fidel faleceu, mas \u00e9 imortal. Poucos homens conheceram a gl\u00f3ria de se tornar lenda e entrar para a Hist\u00f3ria ainda vivos. Fidel \u00e9 um deles. Pertenceu \u00e0 gera\u00e7\u00e3o dos insurgentes m\u00edticos (Nelson Mandela, Patrice Lumumba, Amilcar Cabral, Che Guevara, Camilo Torres, Turcios Lima, Ahmed Ben Barka) aqueles que perseguiram um ideal de justi\u00e7a e se lan\u00e7aram \u00e0 a\u00e7\u00e3o pol\u00edtica, naqueles j\u00e1 distantes Anos 50, com a ambi\u00e7\u00e3o e a esperan\u00e7a de mudar um mundo de desigualdades e de discrimina\u00e7\u00f5es, marcado pelo come\u00e7o da Guerra Fria entre a Uni\u00e3o Sovi\u00e9tica e os Estados Unidos.<\/p>\n<p>Naquela \u00e9poca, em mais da metade do planeta \u2013 no Vietn\u00e3, na Arg\u00e9lia, em Guin\u00e9-Bissau \u2013, os povos oprimidos se sublevavam. A humanidade ainda estava, em grande parte, submetida \u00e0 inf\u00e2mia da coloniza\u00e7\u00e3o. Quase toda a \u00c1frica e em grande parte da \u00c1sia ainda eram dominadas, avassaladas pelos velhos imp\u00e9rios ocidentais, enquanto as na\u00e7\u00f5es da Am\u00e9rica Latina \u2013 a maioria, em teoria, independentes h\u00e1 um s\u00e9culo e meio \u2013, seguiam sendo exploradas por privilegiadas minorias, submetidas \u00e0 discrimina\u00e7\u00e3o social e \u00e9tnica, e muitas delas marcadas por ditaduras cru\u00e9is amparadas por Washington.<\/p>\n<p>Fidel suportou as investidas de dez presidentes estadunidenses (Eisenhower, Kennedy, Johnson, Nixon, Ford, Carter, Reagan, Bush pai, Clinton e Bush filho). Teve rela\u00e7\u00f5es com os principais l\u00edderes que marcaram o mundo depois da II Guerra Mundial (Nehru, Nasser, Tito, Jrushov, Olaf Palme, Ben Bella, Boumedienne, Arafat, Mandela, Indira Gandhi, Salvador Allende, Hugo Ch\u00e1vez, Lula da Silva, Brezhnev, Gorbachov, Mitterrand, Jo\u00e3o Paulo II, o rei Juan Carlos, etc.). Conheceu alguns dos principais intelectuais e artistas do seu tempo (Jean-Paul Sartre, Simone de Beauvoir, Arthur Miller, Pablo Neruda, Jorge Amado, Rafael Alberti, Guayasamin, Cartier-Bresson, Jos\u00e9 Saramago, Gabriel Garc\u00eda M\u00e1rquez, Eduardo Galeano, Noam Chomsky, etc.).<\/p>\n<p>Sob sua dire\u00e7\u00e3o, seu pequeno pa\u00eds (de 100 mil quil\u00f4metros quadrados e 11 milh\u00f5es de habitantes) impulsou uma pol\u00edtica de grande pot\u00eancia de escala mundial, desafiando os Estados Unidos, pa\u00eds que durante d\u00e9cadas tentou mas n\u00e3o conseguiu derrub\u00e1-lo, nem elimin\u00e1-lo, e tampouco modificar o rumo da Revolu\u00e7\u00e3o Cubana \u2013 finalmente, em dezembro de 2014, tiveram que admitir o fracasso de suas pol\u00edticas anticubanas, uma de suas grandes derrotas diplom\u00e1ticas, e iniciar um processo de normaliza\u00e7\u00e3o que implicava em respeitar o sistema pol\u00edtico cubano.<\/p>\n<p>Em outubro de 1962, a III Guerra Mundial esteve a ponto de come\u00e7ar devido \u00e0 atitude do governo dos Estados Unidos, que protestava contra a instala\u00e7\u00e3o de m\u00edsseis nucleares sovi\u00e9ticos em Cuba, cuja fun\u00e7\u00e3o eram, sobretudo, impedir outro desembarque militar como o de Bahia dos Porcos, desta vez realizado pelas For\u00e7as Armadas estadunidenses, para derrocar o novo governo nascido a partir da Revolu\u00e7\u00e3o Cubana.<\/p>\n<p>H\u00e1 mais de 50 anos, Washington imp\u00f5e a Cuba um devastador embargo comercial \u2013 refor\u00e7ado nos Anos 90 pelas leis Helms-Burton e Torricelli \u2013, que se mant\u00e9m apesar do restabelecimento das rela\u00e7\u00f5es diplom\u00e1ticas e obstaculiza o normal desenvolvimento econ\u00f4mico da ilha e traz brutais consequ\u00eancias para os seus habitantes. Washington insiste tamb\u00e9m numa guerra ideol\u00f3gica e midi\u00e1tica permanente contra Havana, atrav\u00e9s das potentes R\u00e1dio \u201cMart\u00ed\u201d e TV \u201cMart\u00ed\u201d, instaladas na Fl\u00f3rida, que vivem de inundar Cuba de propaganda anticastrista, assim como nos piores tempos da Guerra Fria.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m existem v\u00e1rias organiza\u00e7\u00f5es terroristas hostis ao regime cubano \u2013 como Alpha 66 e Omega 7 \u2013, todas elas com sede na Fl\u00f3rida, que possuem campos de treinamento onde preparam agentes que s\u00e3o enviados regularmente, com a cumplicidade passiva das autoridades estadunidenses, e que s\u00e3o basicamente comandos armados para cometer atentados. Cuba \u00e9 um dos pa\u00edses que mais contabiliza v\u00edtimas de atentados terroristas nos \u00faltimos 60 anos: ao menos 3,5 mil mortos.<\/p>\n<p>Diante de tantos e t\u00e3o permanentes ataques, as autoridades cubanas fortaleceram a uni\u00e3o dentro do pa\u00eds. Aplicaram, \u00e0 sua maneira, o velho lema de Santo In\u00e1cio de Loyola: \u201cNuma fortaleza assediada, toda dissid\u00eancia \u00e9 trai\u00e7\u00e3o\u201d. Por\u00e9m, nunca houve, at\u00e9 a morte de Fidel, nenhum culto \u00e0 personalidade: nem retrato oficial, nem est\u00e1tua, nem selo, nem moeda, nem rua com seu nome, nem edif\u00edcio, nem monumento \u00e0 sua figura, assim como a de nenhum dos l\u00edderes vivos da Revolu\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Cuba \u00e9 um pequeno pa\u00eds apegado \u00e0 sua soberania, que obteve, sob a condu\u00e7\u00e3o de Fidel Castro e apesar da permanente hostilidade exterior, resultados excepcionais em mat\u00e9ria de desenvolvimento humano: aboli\u00e7\u00e3o do racismo, emancipa\u00e7\u00e3o da mulher, erradica\u00e7\u00e3o do analfabetismo, redu\u00e7\u00e3o dr\u00e1stica da mortalidade infantil, eleva\u00e7\u00e3o do n\u00edvel cultural geral\u2026 Em aspectos como educa\u00e7\u00e3o, sa\u00fade, investiga\u00e7\u00e3o m\u00e9dica e forma\u00e7\u00e3o para os esportes, Cuba exibe n\u00edveis que situam no grupo das na\u00e7\u00f5es mais bem sucedidas do mundo.<\/p>\n<p>Sua diplomacia se tornou uma das mais ativas do mundo. Nos Anos 60 e 70, Havana apoiou o combate das guerrilhas em muitos pa\u00edses da Am\u00e9rica Central (El Salvador, Guatemala e Nicar\u00e1gua) e na Am\u00e9rica do Sul (Col\u00f4mbia, Venezuela, Bol\u00edvia e Argentina). As For\u00e7as Armadas cubanas participaram em campanhas militares de grande envergadura, especialmente nas guerras da Eti\u00f3pia e de Angola \u2013 neste \u00faltimo caso, sua interven\u00e7\u00e3o se transformou numa derrota das tropas militares de elite da Rep\u00fablica da \u00c1frica do Sul, o que acelerou de maneira indiscut\u00edvel o enfraquecimento daquele pa\u00eds e abriu caminho para a queda do regime racista do apartheid.<\/p>\n<p>A Revolu\u00e7\u00e3o Cubana, que tinha em Fidel Castro seu inspirador, o te\u00f3rico e o l\u00edder pol\u00edtico, ainda \u00e9, at\u00e9 hoje, uma importante refer\u00eancia para milh\u00f5es de flagelados do planeta, gra\u00e7as \u00e0s suas conquistas sociais e apesar de suas car\u00eancias. Aqui na Am\u00e9rica Latina e em muitas outras partes do mundo, mulheres e homens protestam e lutam, e muitos morrer tentando estabelecer regimes inspirados pelo modelo cubano.<\/p>\n<p>A queda do muro de Berlim e a desapari\u00e7\u00e3o da Uni\u00e3o Sovi\u00e9tica, junto com o fracasso hist\u00f3rico do socialismo de Estado, n\u00e3o modificaram o sonho Fidel Castro de instaurar em Cuba uma sociedade diferente, mais justa, mais saud\u00e1vel, melhor educada, sem privatiza\u00e7\u00f5es nem discrimina\u00e7\u00f5es de nenhum tipo, e com uma cultura global total.<br \/>\nAt\u00e9 a v\u00e9spera do seu falecimento, aos 90 anos, Fidel se mantinha mobilizado na defesa da ecologia e do meio ambiente, e contra a globaliza\u00e7\u00e3o neoliberal. Seguia na trincheira, na primeira linha, conduzindo a batalha pelas ideias que ele defendia, pelas quais nada nem ningu\u00e9m o fez renunciar.<\/p>\n<p>No pante\u00e3o mundial consagrado \u00e0queles que lutaram com mais empenho pela justi\u00e7a social e que mais esbanjaram solidariedade a favor dos oprimidos da Terra, h\u00e1 um lugar reservado para Fidel Castro \u2013 por mais que isso incomode os seus detratores.<\/p>\n<p>Eu o conheci pessoalmente em 1975, e tive o prazer de conversar com ele em in\u00fameras ocasi\u00f5es, embora sempre em circunst\u00e2ncias profissionais e bastante precisas: para alguma reportagem que realizava na ilha ou durante algum evento espec\u00edfico. Quando decidi escrever o livro \u201cCien horas con Fidel\u201d (\u201cCem horas com Fidel\u201d), ele me convidou a acompanh\u00e1-lo durante dias, numa viagem a diversos lugares, tanto em Cuba (Havana, Holgu\u00edn, Santiago de Cuba) como em outros pa\u00edses (como o Equador). Viajamos de carro, de avi\u00e3o, caminhamos, almo\u00e7amos, e encontramos tempo para longas conversas, sem gravadora, onde abordamos todos os temas poss\u00edveis, desde as not\u00edcias do dia, passando por suas experi\u00eancias passadas, at\u00e9 suas preocupa\u00e7\u00f5es presentes. Conversas que eu reconstru\u00eda horas depois em meus cadernos. Durante tr\u00eas anos, n\u00f3s nos v\u00edamos com certa frequ\u00eancia, nos junt\u00e1vamos durante alguns dias ao menos uma vez por trimestre.<\/p>\n<p>Assim, descobri um Fidel \u00edntimo. Quase t\u00edmido. Muito educado. Escutando com aten\u00e7\u00e3o cada interlocutor. Sempre atento aos demais, em particular os seus colaboradores mais pr\u00f3ximos. Nunca escutei dele uma palavra mais alta que outra. Nunca uma ordem. Com modos e gestos de uma cortesia t\u00edpica de outros tempos. Um cavalheiro. Com um alto sentido de pudor. Algu\u00e9m que vive, pelo que pude apreciar, de forma espartana. Mobili\u00e1rio austero, comida leve. Modos de vida de monge-soldado.<\/p>\n<p>Sua jornada de trabalho costumava terminar \u00e0s seis ou sete da madrugada, quando o dia despertava. Mais de uma vez interrompia nossas conversas de madrugada porque devia participar de uma \u201creuni\u00e3o importante\u201d. Dormia apenas quatro horas \u2013 mais, de vez em quando, cochilava uma ou duas horas em algum momento do dia.<br \/>\nTamb\u00e9m era um grande madrugador. E incans\u00e1vel. Viagens, reuni\u00f5es, uma ap\u00f3s a outra, sem tr\u00e9gua. Um ritmo ins\u00f3lito. Seus assessores \u2013 todos jovens e brilhantes, de pouco mais de 30 anos \u2013 terminavam o dia exaustos. Pareciam dormir de p\u00e9. Esgotados. Incapazes de seguir o ritmo desse infatig\u00e1vel gigante.<\/p>\n<p>Fidel pedia notas, informes, not\u00edcias, estat\u00edsticas, resumos de emiss\u00f5es de televis\u00e3o ou de r\u00e1dio, liga\u00e7\u00f5es telef\u00f4nicas\u2026 N\u00e3o parava de pensar, de matutar. Sempre alerta, sempre em a\u00e7\u00e3o, sempre na cabe\u00e7a de um pequeno Estado maior \u2013 constitu\u00eddo por seus assessores e ajudantes \u2013, preparando uma nova batalha. Sempre com ideias. Pensando no impens\u00e1vel. Imaginando o inimagin\u00e1vel. Com um atrevimento mental espetacular.<\/p>\n<p>Uma vez definido um projeto. Nenhum obst\u00e1culo podia det\u00ea-lo. Ele trabalhava incansavelmente at\u00e9 realiz\u00e1-lo. Seu entusiasmo inspirava a ades\u00e3o dos que o conheciam. Despertava vontades. Quase como um fen\u00f4meno m\u00e1gico, ele fazia as ideias se materializara, se tornarem fatos concretos, palp\u00e1veis, coisas, acontecimentos.<\/p>\n<p>Sua capacidade ret\u00f3rica, tantas vezes descrita, era prodigiosa. Fenomenal. N\u00e3o falo de seus discursos p\u00fablicos, bem conhecidos, mas sim das simples conversa\u00e7\u00f5es de sobremesa. Fidel era uma torrente de palavras. Uma avalanche, que acompanhava a tamb\u00e9m eloquente gestualidade de suas finas m\u00e3os.<\/p>\n<p>Ele gostava da precis\u00e3o, da exatid\u00e3o, da pontualidade. Com ele, nada de aproxima\u00e7\u00f5es. Uma mem\u00f3ria exuberante, de uma precis\u00e3o impressionante. Infal\u00edvel. T\u00e3o rica que \u00e0s vezes parecia impedi-lo de pensar de maneira sint\u00e9tica. Seu pensamento era conciso. Todos os argumentos sempre bem conectados. Tudo tinha que ver com tudo. Digress\u00f5es constantes. Parenteses permanentes. O desenvolvimento de um tema o levava, por associa\u00e7\u00e3o, pela lembran\u00e7a de algum detalhe importante, de tal detalhe, ou situa\u00e7\u00e3o, ou personagem, a evocar um tema paralelo, e outro, e outro, e outro. Se afastava do tema central, e o interlocutor temia, por um instante, que ele tivesse perdido o fio da meada. At\u00e9 que ele habilmente retomada, com surpreendente naturalidade, a ideia principal.<\/p>\n<p>Em nenhum momento, ao longo de mais de cem horas de conversa\u00e7\u00f5es, Fidel me imp\u00f4s algum limite sobre qualquer quest\u00e3o das que abordamos. Como intelectual que era, de um calibre consider\u00e1vel, n\u00e3o temia o debate. Pelo contr\u00e1rio, era o que ele queria, o que ele buscava, o que o estimulava. Sempre disposto a divergir com quem fosse.<\/p>\n<p>Com muito respeito para com os demais. E era um discutidor e polemista tem\u00edvel, com argumentos robustos. Apenas n\u00e3o suportava a m\u00e1 f\u00e9 e o \u00f3dio.<\/p>\n<p>http:\/\/cartamaior.com.br\/?\/Editoria\/Internacional\/Ignacio-Ramoent-O-Fidel-que-conheci\/6\/37338<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ignacio Ramonet &#8211; A Revolu\u00e7\u00e3o Cubana, que tinha em Fidel Castro seu inspirador, ainda \u00e9, at\u00e9 hoje, uma importante refer\u00eancia para milh\u00f5es de flagelados do planeta. Fidel faleceu, mas \u00e9 imortal. Poucos homens conheceram a gl\u00f3ria de se tornar lenda e entrar para a Hist\u00f3ria ainda vivos. Fidel \u00e9 um deles. 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