{"id":2108,"date":"2016-11-10T12:27:37","date_gmt":"2016-11-10T14:27:37","guid":{"rendered":"http:\/\/controversia.com.br\/?p=2108"},"modified":"2016-11-06T16:29:54","modified_gmt":"2016-11-06T18:29:54","slug":"diplomacia-e-intervencionismo-yankee-na-era-das-guerras-interminaveis","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/controversia.com.br\/pt\/2016\/11\/10\/diplomacia-e-intervencionismo-yankee-na-era-das-guerras-interminaveis\/","title":{"rendered":"Diplomacia e intervencionismo yankee na era das guerras intermin\u00e1veis"},"content":{"rendered":"<p><strong>Conn Hallinan<\/strong> &#8211; Os Estados Unidos est\u00e3o no limite de consagrar a interven\u00e7\u00e3o humanit\u00e1ria como princ\u00edpio de sustenta\u00e7\u00e3o da sua pol\u00edtica externa?<\/p>\n<p class=\"texto_detalhe\"><span class=\"texto_detalhe\">Enquanto a m\u00eddia tradicional foca nos perdedores e ganhadores da corrida entre Hillary Clinton e Donald Trump, um debate amplo e n\u00e3o reportado est\u00e1 acontecendo sobre os futuros rumos da diplomacia dos EUA. Seu resultado ter\u00e1 um efeito profundo em como Washington projeta poder \u2013 tanto diplom\u00e1tico quanto militar \u2013 na d\u00e9cada que se aproxima.<\/span><\/p>\n<p><span class=\"texto_detalhe\">As quest\u00f5es em jogo n\u00e3o s\u00e3o abstratas. Os EUA est\u00e1 atualmente envolvido em guerras ativas no Afeganist\u00e3o, Iraque, S\u00edria, I\u00eamen e Som\u00e1lia. Enviou tropas para a fronteira russa, brincou de empurra empurra com a China na \u00c1sia, e estendeu sua pegada militar no continente africano. N\u00e3o seria exagero dizer \u2013 como fez recentemente o ex-secret\u00e1rio de Defesa dos EUA, William Perry \u2013 que o mundo \u00e9 um lugar mais perigoso hoje do que nos piores tempos da Guerra Fria.<\/span><\/p>\n<p><span class=\"texto_detalhe\">Tra\u00e7ar as linhas desse argumento n\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil, em parte porque os participantes n\u00e3o s\u00e3o sempre did\u00e1ticos sobre o que est\u00e3o propondo, em parte porque a m\u00eddia simplifica as quest\u00f5es. No quadro mais amplo, \u201cos realistas\u201d representados pelo ex-conselheiro de Seguran\u00e7a Nacional, Henry Kissinger, Steven Walt de Harvard e John Mearsheimer da Universidade de Chicago, se posicionaram contra \u201cintervencionistas humanit\u00e1rios\u201d como a atual embaixadora da ONU, Samantha Power. Dado que Power \u00e9 uma conselheira chave da administra\u00e7\u00e3o Obama sobre pol\u00edtica externa e pode ter um papel similar se Clinton for eleita, suas opini\u00f5es t\u00eam peso.<\/span><\/p>\n<p><span class=\"texto_detalhe\">Em um artigo recente no New York Review of Books, Power pergunta, \u201ccomo um estadista faz para avan\u00e7ar os interesses de sua na\u00e7\u00e3o?\u201d Ela come\u00e7a sequestrando a posi\u00e7\u00e3o mais realista de que a diplomacia dos EUA deve refletir sobre \u201cinteresses nacionais\u201d, argumentando que s\u00e3o indissoci\u00e1veis de \u201cvalores morais\u201d. O que acontece com as pessoas nos outros pa\u00edses, ela argumenta, est\u00e1 na nossa \u201cseguran\u00e7a nacional\u201d.<\/span><\/p>\n<p><span class=\"texto_detalhe\">Power \u2013 junto com Clinton e o ex-presidente Bill Clinton \u2013 tem sido uma defensora das \u201cinterven\u00e7\u00f5es humanit\u00e1rias\u201d h\u00e1 um tempo, pretexto que os EUA usaram para intervir na guerra civil da Iugosl\u00e1via.<\/span><\/p>\n<p><span class=\"texto_detalhe\">A interven\u00e7\u00e3o humanit\u00e1ria foi, desde ent\u00e3o, formalizada como \u201cresponsabilidade para proteger\u201d, ou R2P, e foi a justificativa para depor Muammar Gaddafi na L\u00edbia. Hillary Clinton defendeu firmemente a aplica\u00e7\u00e3o da R2P na S\u00edria estabelecendo \u201czonas de exclus\u00e3o a\u00e9rea\u201d para impedir que avi\u00f5es s\u00edrios e russos bombardeiem insurgentes e os civis sob seu controle.<\/span><\/p>\n<p><span class=\"texto_detalhe\">Mas Power est\u00e1 propondo algo diferente de uma interven\u00e7\u00e3o humanit\u00e1ria. Ela est\u00e1 sugerindo que os EUA elevem a R2P para o n\u00edvel de seguran\u00e7a nacional, o que soa desconfort\u00e1vel como um argumento a favor de interven\u00e7\u00e3o dos EUA em qualquer lugar que n\u00e3o replique o sistema norte-americano.<\/span><\/p>\n<p><b><span class=\"texto_detalhe\">Enfrentando o Kremlin<\/span><\/b><\/p>\n<p><span class=\"texto_detalhe\">Essa \u00e9 sua escolha de exemplos: R\u00fassia, China e Venezuela, todas atualmente na mira de Washington. Desses, ela gasta a maior parte de seu tempo em Moscou e na crise atual na Ucr\u00e2nia, onde ela acusa os russos de terem enfraquecido \u201cuma norma padr\u00e3o independente\u201d apoiando insurgentes ao leste da Ucr\u00e2nia, \u201cpodando parte de um pa\u00eds vizinho\u201d ao tomar a Crim\u00e9ia, e suprimindo as not\u00edcias da interven\u00e7\u00e3o russa do seu pr\u00f3prio povo. Se a m\u00eddia russa relatasse a situa\u00e7\u00e3o na Ucr\u00e2nia, ela escreve, \u201cmuitos russos poderiam se opor\u201d ao conflito.<\/span><\/p>\n<p><span class=\"texto_detalhe\">Power n\u00e3o apresenta evid\u00eancias para essa declara\u00e7\u00e3o, simplesmente porque n\u00e3o existem. Independentemente do que se pensa do papel de Moscou na Ucr\u00e2nia, a grande maioria dos russos n\u00e3o somente n\u00e3o sabe o que acontece, como tamb\u00e9m ap\u00f3iam o presidente Vladimir Putin na quest\u00e3o. Do ponto de vista do russo m\u00e9dio, a OTAN tem marchado em dire\u00e7\u00e3o ao leste desde o final da guerra da Iugosl\u00e1via. S\u00e3o os norte-americanos que s\u00e3o enviados para os B\u00e1lc\u00e3s e para a Pol\u00f4nia, n\u00e3o os russos nas fronteiras do Canad\u00e1 e do M\u00e9xico. Os russos s\u00e3o um pouco sens\u00edveis com rela\u00e7\u00e3o \u00e0s suas fronteiras, dado os dez milh\u00f5es que perderam na 2a Guerra Mundial, algo que Power parece n\u00e3o se atentar.<\/span><\/p>\n<p><span class=\"texto_detalhe\">O que Power parece incapaz de fazer \u00e9 analisar como os pa\u00edses como a China e a R\u00fassia v\u00eaem os EUA. Esse ponto de vista \u00e9 uma habilidade essencial na diplomacia internacional, porque \u00e9 como um determina se o outro \u00e9 ou n\u00e3o uma amea\u00e7a s\u00e9ria \u00e0 seguran\u00e7a nacional.<\/span><\/p>\n<p><span class=\"texto_detalhe\">A R\u00fassia \u2013 como o presidente Obama recentemente disse \u00e0 ONU \u2013 est\u00e1 realmente \u201ctentando recuperar sua gl\u00f3ria perdida por meio da for\u00e7a?\u201d ou Moscou est\u00e1 reagindo ao que percebe como amea\u00e7a \u00e0 sua pr\u00f3pria seguran\u00e7a nacional? A R\u00fassia n\u00e3o interveio na Ucr\u00e2nia at\u00e9 os EUA e seus aliados da OTAN apoiarem o golpe contra o governo do presidente Viktor Yanukovych e descartarem um acordo que havia sido feio entre a UE, Moscou e os EUA para resolver a crise pacificamente.<\/span><\/p>\n<p><span class=\"texto_detalhe\">Power argumenta que n\u00e3o houve golpe, mas a secret\u00e1ria adjunta de Estado dos EUA, Victoria Nuland e o embaixador dos EUA na Ucr\u00e2nia, Geoffrey Pyatt, foram gravados falando sobre como intermediar a tomada e escolher a melhor pessoa que eles queiram p\u00f4r no lugar.<\/span><\/p>\n<p><span class=\"texto_detalhe\">Quanto \u00e0 \u201cpodar parte\u201d da Crim\u00e9ia, Power n\u00e3o teve problema com os EUA e a OTAN \u201cpodando parte\u201d de Kosovo da S\u00e9rvia na guerra iugoslava. Em ambos os casos, popula\u00e7\u00f5es locais \u2013 na Crim\u00e9ia, 96% &#8211; apoiaram as tomadas.<\/span><\/p>\n<p><span class=\"texto_detalhe\">Entendendo como outros pa\u00edses v\u00eaem o mundo n\u00e3o significa que deve-se concordar com eles, mas n\u00e3o h\u00e1 nada nas a\u00e7\u00f5es de Moscou que sugere que esteja tentando restabelecer um imp\u00e9rio, como Obama caracterizou seu comportamento em um discurso recente na ONU. Quando Hillary Clinton comparou Putin a Hitler, ela equacionou a R\u00fassia com a Alemanha nazista, o que certamente pareceu como uma amea\u00e7a existencial \u00e0 nossa seguran\u00e7a nacional. Mas algu\u00e9m acha que essa compara\u00e7\u00e3o \u00e9 v\u00e1lida? Em 1939, a Alemanha era o pa\u00eds mais poderoso na Europa com um ex\u00e9rcito massivo. A R\u00fassia tem a 11a maior economia do mundo, ficando para tr\u00e1s da Fran\u00e7a, Alemanha, Reino Unido, It\u00e1lia e Brasil. A Turquia tem um ex\u00e9rcito maior.<\/span><\/p>\n<p><span class=\"texto_detalhe\">A vis\u00e3o de Power sobre o que \u00e9 bom para o povo russo \u00e9 um caso em an\u00e1lise. Mesmo que algu\u00e9m possa dificilmente admirar a oligarquia que domina a R\u00fassia \u2013 e a \u00faltima elei\u00e7\u00e3o parecia indicar apatia ao voto nos centros urbanos do pa\u00eds \u2013 os \u201cliberais\u201d que Power ama tanto foram as pessoas que institu\u00edram a \u201cterapia de choque\u201d da economia nos anos 90 e que empobrecerem dezenas de milhares de pessoas e trouxeram uma baixa enorme na expectativa de vida. Esse hist\u00f3rico dificilmente ir\u00e1 eleger algu\u00e9m. Em todo caso, os norte-americanos n\u00e3o est\u00e3o em posi\u00e7\u00e3o para palestrar sobre o papel que a riqueza olig\u00e1rquica tem na manipula\u00e7\u00e3o das elei\u00e7\u00f5es.<\/span><\/p>\n<p><b><span class=\"texto_detalhe\">A vista da China<\/span><\/b><\/p>\n<p><span class=\"texto_detalhe\">Os chineses s\u00e3o intolerantes com dissidentes internos, mas o argumento de Washington com Pequim \u00e9 sobre via mar\u00edtimas, n\u00e3o registros eleitorais.<\/span><\/p>\n<p><span class=\"texto_detalhe\">A China est\u00e1 agindo como valentona no Mar do Sul da China, mas foi o presidente Bill Clinton quem incitou as tens\u00f5es atuais na regi\u00e3o quando enviou dois grupos de aeronaves de batalha para os estreitos de Taiwan em 1995-96 durante um impasse tenso entre Taipei e o continente. Na \u00e9poca, a China n\u00e3o tinha a capacidade \u2013 e n\u00e3o tem agora \u2013 de invadir Taiwan, ent\u00e3o as amea\u00e7as de Pequim n\u00e3o eram reais. Mas as aeronaves eram bem reais, e elas humilharam e assustaram a China em suas pr\u00f3prias \u00e1guas. Esse incidente levou diretamente ao investimento acelerado da China no ex\u00e9rcito e nas a\u00e7\u00f5es no Mar do Sul da China.<\/span><\/p>\n<p><span class=\"texto_detalhe\">Novamente, temos um longo hist\u00f3rico aqui. Come\u00e7ando com as Guerras do \u00d3pio em 1839 e 1860, seguidas pela Guerra Sino-Japonesa em 1895 e a invas\u00e3o da China por T\u00f3quio na 2a Guerra Mundial, os chineses t\u00eam, constantemente, sido invadidos e humilhados. Pequim acredita que a administra\u00e7\u00e3o Obama produziu seu \u201cpiv\u00f4 asi\u00e1tico\u201d para cercar a China com seus aliados.<\/span><\/p>\n<p><span class=\"texto_detalhe\">Enquanto essa pode ser uma simplifica\u00e7\u00e3o \u2013 o Pac\u00edfico h\u00e1 tempos \u00e9 o maior mercado dos EUA \u2013 \u00e9 uma conclus\u00e3o perfeitamente racional de se estabelecer tendo em vista o envio de fuzileiros navais dos EUA para a Austr\u00e1lia, o posicionamento de for\u00e7as nucleares em Guam e Wake, o estabelecimento de sistemas de m\u00edsseis na Cor\u00e9ia do Sul e no Jap\u00e3o, e a tentativa de estreitar os la\u00e7os militares com a \u00cdndia, Indon\u00e9sia e o Vietn\u00e3.<\/span><\/p>\n<p><span class=\"texto_detalhe\">\u201cSe voc\u00ea \u00e9 um pensador estrat\u00e9gico na China, n\u00e3o precisa ser um te\u00f3rico paran\u00f3ico conspiracionista para pensar que os EUA est\u00e3o tentando botar a \u00c1sia contra a China\u201d, disse Simon Tay, presidente do Instituto de Rela\u00e7\u00f5es Exteriores da Cingapura.<\/span><\/p>\n<p><b><span class=\"texto_detalhe\">Enquanto isso na Am\u00e9rica Latina&#8230;<\/span><\/b><\/p>\n<p><span class=\"texto_detalhe\">Quanto \u00e0 Venezuela, os EUA apoiaram o golpe de 2002 contra Hugo Ch\u00e1vez e tem liderado uma campanha de hostilidade contra o governo desde ent\u00e3o. Mesmo com todos os seus problemas, o governo Ch\u00e1vez cortou as taxas de pobreza de 54.5% da popula\u00e7\u00e3o para 32%, e a pobreza extrema de cerca de 20% para 8.6%. A mortalidade infantil caiu de 25 por 1.000 para 13 por 1.000, o mesmo para norte-americanos negros.<\/span><\/p>\n<p><span class=\"texto_detalhe\">E a preocupa\u00e7\u00e3o pelos direitos democr\u00e1ticos na Venezuela aparentemente n\u00e3o se estende \u00e0s pessoas de Honduras. Quando um golpe militar dep\u00f4s um governo progressista em 2009, os EUA pressionaram outros pa\u00edses da Am\u00e9rica Latina para reconhecer o governo ilegal que tomou o poder. Por mais que a oposi\u00e7\u00e3o na Venezuela seja recebida com g\u00e1s lacrimog\u00eaneo e alguns sejam presos, em Honduras eles s\u00e3o mortos por esquadr\u00f5es da morte.<\/span><\/p>\n<p><span class=\"texto_detalhe\">A vis\u00e3o de Power de que os EUA se posicionam pela virtude ao inv\u00e9s de simplesmente irem atr\u00e1s de seus interesses \u00e9 uma desilus\u00e3o unicamente norte-americana. \u201cEssa \u00e9 uma imagem que os norte-americanos t\u00eam de si mesmos\u201d, disse Jeremy Shapiro, diretor de pesquisa do Conselho Europeu de Rela\u00e7\u00f5es Exteriores, \u201cmas n\u00e3o \u00e9 compartilhada, nem pelos seus aliados\u201d.<\/span><\/p>\n<p><span class=\"texto_detalhe\">A \u201cdivis\u00e3o\u201d entre os \u201crealistas\u201d e a R2P \u00e9 uma ilus\u00e3o. Ambos acabam no mesmo lugar: confrontando nossos supostos competidores e apoiando nossos aliados, independentemente de como tratam as pessoas. Mesmo sendo r\u00e1pida em chamar os russo na S\u00edria de \u201cb\u00e1rbaros\u201d, ela \u00e9 silenciosa sobre o apoio dos EUA na guerra a\u00e9rea da Ar\u00e1bia Saudita contra o I\u00eamen, que j\u00e1 vitimou hospitais, mercados e civis.<\/span><\/p>\n<p><span class=\"texto_detalhe\">O argumento que a pol\u00edtica interna de outros pa\u00edses \u00e9 uma quest\u00e3o de seguran\u00e7a nacional para os EUA eleva o R2P a um novo n\u00edvel, estabelece um padr\u00e3o para interven\u00e7\u00e3o militar e para uma pol\u00edtica estrangeira intervencionista que far\u00e1 a administra\u00e7\u00e3o Obama parecer positivamente pac\u00edfica.<\/span><\/p>\n<p><b><span class=\"texto_detalhe\">Olhando para Novembro<\/span><\/b><\/p>\n<p><span class=\"texto_detalhe\">\u00c9 imposs\u00edvel separar esse debate sobre pol\u00edtica externa da corrida atual pela Casa Branca. Clinton tem se mostrado belicosa na maioria das quest\u00f5es internacionais, e ela n\u00e3o \u00e9 t\u00edmida sobre a interven\u00e7\u00e3o militar.<\/span><\/p>\n<p><span class=\"texto_detalhe\">Ela tamb\u00e9m se cercou de pessoas que produziram a guerra do Iraque, incluindo os fundadores do Project for a New American Century. H\u00e1 rumores de que se ela ganhar, ir\u00e1 apontar a ex-representante do Departamento de Defesa, Michele Flournoy, como secret\u00e1ria de Defesa. Flournoy foi a favor do bombardeio nas for\u00e7as de Assad na S\u00edria.<\/span><\/p>\n<p><span class=\"texto_detalhe\">Por outro lado, Trump tem sido menos do que coerente. Ele fez algumas declara\u00e7\u00f5es razo\u00e1veis sobre cooperar com os russos e algumas assustadoras sobre a China. Ele diz que se op\u00f5e \u00e0s interven\u00e7\u00f5es militares, mesmo tendo apoiado a guerra no Iraque (que agora mente). Ele \u00e9, assustadoramente, despreocupado sobre o uso de armas nucleares.<\/span><\/p>\n<p><span class=\"texto_detalhe\">Em Foreign Affairs, Stephen Walt, um \u201crealista\u201d, diz que o desejo de Trump de considerar quebrar o tabu nuclear faz dele uma pessoa que \u201cn\u00e3o tem compromisso em ser um chefe de estado\u201d. Outros pa\u00edses, escreve Walt, \u201cj\u00e1 est\u00e3o preocupados sobre o poder norte-americano e os jeitos que \u00e9 usado. A \u00faltima coisa que precisamos \u00e9 um equivalente norte-americano de um Kaiser Wilhelm ll impetuoso e bomb\u00e1stico\u201d. O Kaiser era uma for\u00e7a importante por tr\u00e1s da 1a Guerra Mundial, um conflito que causou 38 milh\u00f5es de mortes.<\/span><\/p>\n<p><span class=\"texto_detalhe\">Quem quer que ganhe em novembro ir\u00e1 encarar um mundo no qual Washington n\u00e3o pode dar todas as cartas. Como aponta o expert em Oriente M\u00e9dio, Patrick Cockburn, \u201cos EUA permanecem uma superpot\u00eancia, mas n\u00e3o \u00e9 mais poderosa quanto antes\u201d. Mesmo podendo depor regimes dos quais desgoste, \u201cn\u00e3o pode substituir o que foi destru\u00eddo\u201d.<\/span><\/p>\n<p><span class=\"texto_detalhe\">A f\u00f3rmula de Power para a diplomacia \u00e9 uma que cont\u00e9m um ciclo intermin\u00e1vel de guerras e instabilidade.<\/span><\/p>\n<p>http:\/\/cartamaior.com.br\/?\/Editoria\/Internacional\/Diplomacia-e-intervencionismo-yankee-na-era-das-guerras-interminaveis-\/6\/37077<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Conn Hallinan &#8211; Os Estados Unidos est\u00e3o no limite de consagrar a interven\u00e7\u00e3o humanit\u00e1ria como princ\u00edpio de sustenta\u00e7\u00e3o da sua pol\u00edtica externa? 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