{"id":20087,"date":"2023-11-18T12:51:17","date_gmt":"2023-11-18T15:51:17","guid":{"rendered":"https:\/\/controversia.com.br\/?p=20087"},"modified":"2023-11-16T14:55:14","modified_gmt":"2023-11-16T17:55:14","slug":"eua-a-vitoria-de-uma-greve-historica","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/controversia.com.br\/pt\/2023\/11\/18\/eua-a-vitoria-de-uma-greve-historica\/","title":{"rendered":"EUA: a vit\u00f3ria de uma greve hist\u00f3rica"},"content":{"rendered":"<p><strong>M\u00e1rio R. &#8211; <\/strong>Ap\u00f3s semanas em luta, metal\u00fargicos venceram corpora\u00e7\u00f5es do autom\u00f3vel. O que o movimento conquistou? Como apostou em t\u00e1ticas inovadoras, apoio da opini\u00e3o p\u00fablica e solidariedade da classe? O que diz sobre a reinven\u00e7\u00e3o dos sindicatos?<\/p>\n<p>Uma greve hist\u00f3rica acaba de ser vencida no setor automotivo dos Estados Unidos. Esta manchete, que pudemos ler em v\u00e1rios meios de comunica\u00e7\u00e3o nos \u00faltimos dias, combina elementos aparentemente contradit\u00f3rios. \u00c9 uma conquista sindical hist\u00f3rica que ocorre num lugar, os Estados Unidos, onde nas \u00faltimas d\u00e9cadas foram feitos grandes esfor\u00e7os para dissolver a solidariedade de classe e desmantelar a organiza\u00e7\u00e3o e a for\u00e7a sindical. Ocorre tamb\u00e9m num setor, o automobil\u00edstico, que tradicionalmente tem atuado na vanguarda na cria\u00e7\u00e3o de modelos de organiza\u00e7\u00e3o produtiva que buscam justamente subordinar a for\u00e7a de trabalho.<\/p>\n<p>Se as conquistas alcan\u00e7adas s\u00e3o hist\u00f3ricas, \u00e9 aconselh\u00e1vel analisar por que o s\u00e3o e esclarecer como foram alcan\u00e7adas. Nas linhas seguintes, s\u00e3o esbo\u00e7adas uma s\u00e9rie de considera\u00e7\u00f5es a esse respeito, tentando fornecer elementos que contribuam para dinamizar um debate na esfera sindical que tem sido revitalizado nos \u00faltimos tempos.<\/p>\n<p>O futuro do setor automobil\u00edstico nos Estados Unidos representou, talvez, o decl\u00ednio da sua supremacia industrial como nenhum outro. A decad\u00eancia de uma cidade como Detroit, ber\u00e7o da ind\u00fastria automobil\u00edstica, \u00e9 sintom\u00e1tico do ocaso daqueles bons e velhos tempos do setor nos Estados Unidos. O centro de gravidade da produ\u00e7\u00e3o industrial de autom\u00f3veis est\u00e1 hoje em outras regi\u00f5es \u2013 na \u00c1sia e, especialmente, na China \u2013 face \u00e0 estagna\u00e7\u00e3o de um setor nos Estados Unidos orbitado por um fluxo cont\u00ednuo de fechamentos de f\u00e1bricas e deslocaliza\u00e7\u00f5es, desemprego crescente, processos de reajuste salarial e deteriora\u00e7\u00e3o gradual das condi\u00e7\u00f5es de trabalho.<\/p>\n<p>O sindicato United Auto Workers (UAW) tentou enfrentar esta tend\u00eancia, organizando uma greve que come\u00e7ou em 15 de setembro, com a paralisa\u00e7\u00e3o da atividade de tr\u00eas fabricantes: a f\u00e1brica da Ford em Wayne (Michigan), a f\u00e1brica de montagem da General Motors em Wentzville (Missouri) e a f\u00e1brica do grupo Stellantis em Toledo (Ohio). Um total de 14 mil pessoas estiveram em greve, que mais tarde se espalharia para outros centros produtivos do pa\u00eds. Estas\u00a0<em>tr\u00eas gigantes<\/em>\u00a0do setor aglutina cerca de 40% da cota de mercado dos EUA na venda de ve\u00edculos novos; por isso, o impacto setorial da greve \u00e9 de fato consider\u00e1vel.<\/p>\n<p>Apenas algumas semanas depois, os trabalhadores chegaram a um acordo com os tr\u00eas fabricantes que inclui melhorias substanciais em m\u00faltiplas \u00e1reas. Foi acordado um aumento progressivo dos sal\u00e1rios at\u00e9 atingir pelo menos um aumento de 25%, especialmente para as pessoas mais precarizadas, como funcion\u00e1rios tempor\u00e1rios e rec\u00e9m-contratados. Foi reduzida \u2013 e, em alguns casos, eliminada \u2013 a dupla escala salarial, que ajustava para baixo o sal\u00e1rio dos novos trabalhadores em rela\u00e7\u00e3o aos j\u00e1 contratados, ainda que realizassem o mesmo trabalho.<\/p>\n<p>Conseguiu-se tamb\u00e9m uma redu\u00e7\u00e3o nas contrata\u00e7\u00f5es tempor\u00e1rias, conferindo a este pessoal o status permanente num curto espa\u00e7o de tempo. Foram introduzidas melhorias em algumas licen\u00e7as, nos planos de aposentadoria, foi admitido o direito \u00e0 greve em caso de fechamento de f\u00e1bricas ou para impugnar decis\u00f5es de investimento que contrariem os interesses dos trabalhadores, e foi aberto um quadro para negociar uma redu\u00e7\u00e3o da jornada de trabalho semanal para 32 horas, entre outras medidas.<\/p>\n<p>A for\u00e7a e o sucesso desta mobiliza\u00e7\u00e3o sindical surpreendem em um setor que, como acima referido, tem dedicado grandes esfor\u00e7os \u00e0 eros\u00e3o do poder sindical. Isso foi feito com estrat\u00e9gias corporativas canalizadas atrav\u00e9s de m\u00faltiplos canais, mas assentadas numa s\u00e9rie de princ\u00edpios gerais: fragmentar e controlar o trabalho e, portanto, a for\u00e7a de trabalho. \u00c9 aconselh\u00e1vel deter-nos um pouco sobre isto, porque a estrat\u00e9gia sindical implementada traz li\u00e7\u00f5es sobre como combat\u00ea-la.<\/p>\n<p>A atividade do setor automobil\u00edstico est\u00e1 organizada em cadeias produtivas globais, cujas pontas de lan\u00e7a s\u00e3o as f\u00e1bricas onde s\u00e3o montados os ve\u00edculos (aqueles centros onde t\u00eam sido impulsionadas as greves). Uma infinidade de componentes e m\u00f3dulos de ve\u00edculos chegam a essas f\u00e1bricas provenientes de uma grande rede de fornecedores geograficamente dispersos, alguns deles localizados muito longe dessas f\u00e1bricas finais. Trata-se, portanto, de um processo produtivo altamente fragmentado, cuja produ\u00e7\u00e3o ocorre em m\u00faltiplas empresas e, portanto, onde o trabalho \u00e9 realizado por in\u00fameros grupos de trabalhadores tamb\u00e9m segmentados.<\/p>\n<p>Estas montadoras, pertencentes aos grandes fabricantes de autom\u00f3veis, s\u00e3o o n\u00f3 central a partir do qual se articula toda a produ\u00e7\u00e3o do setor. Os pr\u00f3prios fabricantes, atrav\u00e9s do controle que t\u00eam sobre a concep\u00e7\u00e3o do ve\u00edculo e do seu processo de fabrica\u00e7\u00e3o, t\u00eam a capacidade de condicionar fortemente a organiza\u00e7\u00e3o do trabalho ao longo de toda a cadeia. Ao longo das \u00faltimas d\u00e9cadas, os grandes fabricantes de autom\u00f3veis desenvolveram, em geral, uma pol\u00edtica de produtos que visa homogeneizar a gama de modelos que lan\u00e7am no mercado.<\/p>\n<p>Diferentes na sua apar\u00eancia externa, os diferentes modelos partilham uma percentagem crescente de componentes internos comuns, o que permite desenvolver economias de escala na produ\u00e7\u00e3o e poupar custos de fabrica\u00e7\u00e3o. Esta crescente semelhan\u00e7a entre modelos tem tamb\u00e9m impulsionado uma simplifica\u00e7\u00e3o e padroniza\u00e7\u00e3o dos processos de trabalho nestas montadoras, o que desencadeia a redu\u00e7\u00e3o das diferen\u00e7as de especializa\u00e7\u00e3o produtiva entre f\u00e1bricas finais.<\/p>\n<p>Qual \u00e9 o outro lado desta estrat\u00e9gia? Homogeneidade e competi\u00e7\u00e3o s\u00e3o duas faces da mesma moeda. A crescente semelhan\u00e7a entre montadoras tem como contrapartida uma intensifica\u00e7\u00e3o da concorr\u00eancia entre elas. A concorr\u00eancia n\u00e3o se desenvolve apenas entre diferentes grupos automobil\u00edsticos, mas tamb\u00e9m entre trabalhadores de diferentes f\u00e1bricas finais do mesmo grupo, ou seja, entre o pessoal da mesma empresa. Uma competi\u00e7\u00e3o permanente entre um n\u00famero crescente de montadoras para oferecer as melhores condi\u00e7\u00f5es de rentabilidade e, assim, melhorar o seu posicionamento na hora de optar pela adjudica\u00e7\u00e3o de novos modelos pela matriz do grupo empresarial.<\/p>\n<p>Esta intensifica\u00e7\u00e3o da concorr\u00eancia traduz-se num ajuste, tamb\u00e9m permanente, das condi\u00e7\u00f5es de trabalho nas referidas centrais de produ\u00e7\u00e3o final; um ajuste que se espalha pela estrutura de custos de toda a cadeia de abastecimento. A l\u00f3gica do processo \u00e9 clara: extrair a m\u00e1xima rentabilidade poss\u00edvel dos processos de trabalho e desmantelar as condi\u00e7\u00f5es sob as quais o contrapoder sindical pode surgir. Em suma, o que esta estrat\u00e9gia gera s\u00e3o trabalhadores cada vez mais fragmentados, mais facilmente substitu\u00edveis e com incentivos para n\u00e3o cooperarem.<\/p>\n<p>A estrat\u00e9gia implementada pelo UAW tenta enfrentar esta din\u00e2mica de competi\u00e7\u00e3o impulsionada pelo capital que centrifuga as rela\u00e7\u00f5es de coopera\u00e7\u00e3o e solidariedade trabalhista. A partir deste cen\u00e1rio, a capacidade de organizar e mobilizar um volume significativo da for\u00e7a de trabalho \u2013 foi alcan\u00e7ado um total de 46 mil trabalhadores em greve \u2013 j\u00e1 \u00e9 uma primeira conquista not\u00e1vel. O fato de o fazer em diferentes montadoras representa simultaneamente um salto qualitativo, pois provoca um curto-circuito nesta din\u00e2mica de divis\u00e3o e colis\u00e3o de interesses entre trabalhadores e trabalhadoras.<\/p>\n<p>Outro elemento estrat\u00e9gico diferencial encontra-se na organiza\u00e7\u00e3o do conflito para mudar o rumo da negocia\u00e7\u00e3o, tomando a iniciativa, propondo um quadro ofensivo e reequilibrando um a correla\u00e7\u00e3o de for\u00e7as inicial, muito desnivelada. A greve, de fato, foi deflagrada depois de esgotado um primeiro per\u00edodo de negocia\u00e7\u00f5es em que os grandes fabricantes n\u00e3o cederam, e depois de uma consulta aos sindicalizados que alcan\u00e7ou o apoio un\u00e2nime para sustentar esta nova fase baseada num recrudescimento do conflito.<\/p>\n<p>Em suma, a negocia\u00e7\u00e3o entre partes com interesses opostos, num quadro de rela\u00e7\u00f5es de poder desequilibradas, s\u00f3 pode levar a um resultado l\u00f3gico: a parte com maior poder de negocia\u00e7\u00e3o imp\u00f5e a sua agenda. Em outras palavras, n\u00e3o h\u00e1 negocia\u00e7\u00e3o satisfat\u00f3ria para o grupo de trabalhadores se estes n\u00e3o disporem de recursos para fazer valer o seu poder, e esse poder de negocia\u00e7\u00e3o reside, em \u00faltima an\u00e1lise, na capacidade efetiva de interromper o processo econ\u00f4mico. O instrumento da greve demonstrou-se, mais uma vez, como uma ferramenta eficaz para estabelecer um quadro de negocia\u00e7\u00e3o de forma ofensiva na conquista das reivindica\u00e7\u00f5es sindicais.<\/p>\n<p>As greves, de fato, come\u00e7aram em algumas das f\u00e1bricas mais lucrativas para o empresariado, e estima-se que tenham gerado um saldo total de perdas de cerca de um bilh\u00e3o de d\u00f3lares para cada um dos tr\u00eas fabricantes. Al\u00e9m disso, longe de iniciar a negocia\u00e7\u00e3o com todas as cartas na mesa, o roteiro era aumentar progressivamente a escala do conflito, estendendo seletivamente a greve a outras montadoras dependendo do curso das negocia\u00e7\u00f5es, aumentando gradualmente a press\u00e3o. N\u00e3o apenas a outras montadoras, mas tamb\u00e9m a outras f\u00e1bricas fornecedoras destes grandes grupos, outros os elos estrat\u00e9gicos da cadeia em que a deteriora\u00e7\u00e3o das condi\u00e7\u00f5es de trabalho tem sido significativa.<\/p>\n<p>Tudo isso n\u00e3o foi poss\u00edvel apenas pelo perfil combativo que a estrat\u00e9gia sindical do UAW adotou, mas tamb\u00e9m porque ele contar com um volume relevante de filiados, desenvolver um trabalho sindical paciente e consciente, estabelecer e comunicar objetivos claros e tecer a solidariedade de classe. Sem esta combina\u00e7\u00e3o de ingredientes a greve n\u00e3o teria prosperado. Mas podem ser identificados outros elementos que tamb\u00e9m contribu\u00edram para o seu sucesso.<\/p>\n<p>O fundo de resist\u00eancia \u00e9, sem d\u00favida, um apoio fundamental para deflagrar com \u00eaxito a greve, mas sobretudo para sustent\u00e1-la ao longo do tempo e, com ela, impulsionar as negocia\u00e7\u00f5es. O fundo de greve que o UAW tinha foi estimado em cerca de 825 milh\u00f5es de d\u00f3lares, o que teria permitido que a greve se prolongasse por muitas semanas. Outro acerto estrat\u00e9gico foi o momento em que esta grande greve foi lan\u00e7ada e a hist\u00f3ria que foi articulada para estimular o conflito. Depois de mais de uma d\u00e9cada de forte ajuste salarial e deteriora\u00e7\u00e3o das condi\u00e7\u00f5es de trabalho no setor, nos \u00faltimos anos os lucros destes grandes grupos dispararam.<\/p>\n<p>Concretamente, os lucros brutos da atividade normal destas grandes empresas aumentaram substancialmente entre 2019 (\u00faltimo ano em que a atividade se desenvolveu normalmente antes do in\u00edcio da pandemia) e 2022. Foi uma aumento de 27% na Ford, 13% na General Motors e nada menos que 109% no grupo Stellantis. No entanto, a ret\u00f3rica sobre ajustes no emprego e nas condi\u00e7\u00f5es de trabalho continuou, agora com mais virul\u00eancia, com o \u00e1libi da transi\u00e7\u00e3o para ve\u00edculos el\u00e9tricos e o agravamento da concorr\u00eancia contra os fabricantes asi\u00e1ticos.<\/p>\n<p>Esta situa\u00e7\u00e3o, portanto, tem sido aproveitada para partir para a ofensiva e gerar uma narrativa que demarca um claro antagonismo entre o lado empresarial e o grupo de trabalhadores, para esclarecer interesses e objetivos conflitantes e para dar legitimidade \u00e0s reivindica\u00e7\u00f5es, tentando assim ampliar uma certo apoio na opini\u00e3o p\u00fablica, algo especialmente relevante em conflitos desta magnitude. O fato do presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, ter aparecido no Michigan com um megafone na m\u00e3o encorajando a continua\u00e7\u00e3o da greve n\u00e3o \u00e9 casual e responde \u00e0 forma como o sindicato conseguiu reverter os debates p\u00fablicos a seu favor.<\/p>\n<p>No dia 25 de outubro, o UAW chegou a um acordo com a Ford, no dia 29 com a Stellantis, e no dia 31 foi alcan\u00e7ado um acordo provis\u00f3rio com a General Motors, concluindo com sucesso esta greve. O sindicato parece querer aproveitar a corrente a seu favor e j\u00e1 est\u00e1 de olho em f\u00e1bricas de outros grupos como Toyota e Tesla, at\u00e9 agora n\u00e3o sindicalizadas. A greve foi vencida e as li\u00e7\u00f5es que podem ser tiradas s\u00e3o muito \u00fateis para pensar sobre como reorientar a estrat\u00e9gia sindical na Europa [e na Am\u00e9rica Latina]. Embora as condi\u00e7\u00f5es em que se desenvolve a atividade sindical sejam muito diferentes nos dois lados do Atl\u00e2ntico, o trabalho n\u00e3o deve deixar de se concentrar na tentativa de unir as for\u00e7as e os interesses do trabalho que o capital \u00e9 respons\u00e1vel por fragmentar.<\/p>\n<p>Fonte da mat\u00e9ria: EUA: a vit\u00f3ria de uma greve hist\u00f3rica &#8211; Outras Palavras &#8211; https:\/\/outraspalavras.net\/trabalhoeprecariado\/eua-vitoria-de-uma-greve-historica\/?utm_source=brevo&amp;utm_campaign=264%20-%20Tirando%20o%20atraso&amp;utm_medium=email<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>M\u00e1rio R. &#8211; Ap\u00f3s semanas em luta, metal\u00fargicos venceram corpora\u00e7\u00f5es do autom\u00f3vel. O que o movimento conquistou? Como apostou em t\u00e1ticas inovadoras, apoio da opini\u00e3o p\u00fablica e solidariedade da classe? O que diz sobre a reinven\u00e7\u00e3o dos sindicatos? 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