{"id":19287,"date":"2023-05-16T12:06:17","date_gmt":"2023-05-16T15:06:17","guid":{"rendered":"https:\/\/controversia.com.br\/?p=19287"},"modified":"2023-05-16T11:59:29","modified_gmt":"2023-05-16T14:59:29","slug":"compreender-o-modernismo-no-brasil-implica-sair-do-saudosismo-e-da-celebracao-ufanista","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/controversia.com.br\/pt\/2023\/05\/16\/compreender-o-modernismo-no-brasil-implica-sair-do-saudosismo-e-da-celebracao-ufanista\/","title":{"rendered":"Compreender o modernismo no Brasil implica sair do saudosismo e da celebra\u00e7\u00e3o ufanista"},"content":{"rendered":"<p><strong>Ricardo Machado<\/strong> &#8211; Rafael Cardoso, historiador e pesquisador da hist\u00f3ria da arte, sustenta que compreender a pluralidade dos v\u00e1rios movimentos de vanguarda no pa\u00eds passa por problematizar os fatos e os relatos<\/p>\n<p>Pensar o Modernismo no Brasil significa levar em conta a multiplicidade dos diferentes movimentos de vanguarda, sob diferentes \u00f3ticas e objetivos e superar o ramerr\u00e3o estridente que sequestrou boa parte da discuss\u00e3o na m\u00eddia hegem\u00f4nica sobre o centen\u00e1rio da Semana de Arte Moderna de 1922. \u201cH\u00e1 quest\u00f5es muito mais importantes a serem discutidas. Como e quando o modernismo cultural conseguiu se desvincular da luta pela modernidade social? Por que a historiografia do modernismo brasileiro continua a se recusar a olhar para a produ\u00e7\u00e3o cultural n\u00e3o-erudita? Como podemos pensar um projeto de moderniza\u00e7\u00e3o cultural que aposte na diversidade identit\u00e1ria e n\u00e3o na identidade plasmada em moldes nacionalistas?\u201d, provoca o professor e pesquisador\u00a0<strong>Rafael Cardoso<\/strong>\u00a0em entrevista por e-mail \u00e0\u00a0<strong>IHU On-Line<\/strong>.<\/p>\n<p>Ao estudar o tema partindo da cultura midi\u00e1tica, Cardoso sublinha como a cultura erudita acabou bebendo esteticamente das v\u00e1rias transforma\u00e7\u00f5es ocorridas nas linguagens art\u00edsticas desses produtos voltados \u00e0 cultura de massas.<\/p>\n<p>Outro aspecto importante para superar um debate raso sobre o Modernismo \u00e9 examinar suas quest\u00f5es de modo n\u00e3o bin\u00e1rio. \u201cN\u00e3o gosto dessa dicotomia, Rio versus S\u00e3o Paulo. Ela obscurece o cerne verdadeiro da discuss\u00e3o. Precisamos pensar a quest\u00e3o de modo transversal. H\u00e1 diferen\u00e7as entre as duas experi\u00eancias, mas h\u00e1 igualmente pontos de contato. A Semana de 1922 foi feita tamb\u00e9m por gente do Rio. Vejo a evolu\u00e7\u00e3o do eixo Rio-S\u00e3o Paulo ao longo do s\u00e9culo XX mais como um di\u00e1logo do que uma oposi\u00e7\u00e3o\u201d, explica.<\/p>\n<p>Neste ano, em que se comemora o bicenten\u00e1rio da independ\u00eancia do Brasil e o centen\u00e1rio da Semana de 1922, \u00e9 preciso estar atento ao ufanismo t\u00edpico, e n\u00e3o raro etnoc\u00eantrico, dessas efem\u00e9rides. \u201cA tarefa hist\u00f3rica \u00e9 problematizar os fatos e os relatos. No fundo, trata-se de compreender que foram v\u00e1rios os modernismos, e que tiveram objetivos distintos. O caminho para repensar a cultura brasileira hoje passa por compreender que nossa for\u00e7a est\u00e1 na diversidade e pluralidade de experi\u00eancias, n\u00e3o no triunfalismo da narrativa \u00fanica\u201d, complementa.<\/p>\n<p><strong>Confira a entrevista.<\/strong><\/p>\n<p><strong>IHU On-Line \u2013 Quando se trata de pensar o Modernismo no Brasil, qual a import\u00e2ncia de superarmos o mito de 1922?<\/strong><\/p>\n<p><strong>Rafael Cardoso \u2013<\/strong>\u00a0Superar o mito de 1922 possibilitaria repensar o legado do modernismo, sem ficar rodando em c\u00edrculos em torno de debates tautol\u00f3gicos ou historicistas. Agora no centen\u00e1rio, por exemplo, a grande m\u00eddia foi sequestrada por um bate-boca raso de S\u00e3o Paulo versus Rio de Janeiro. H\u00e1 quest\u00f5es muito mais importantes a serem discutidas. Como e quando o modernismo cultural conseguiu se desvincular da luta pela modernidade social? Por que a historiografia do modernismo brasileiro continua a se recusar a olhar para a produ\u00e7\u00e3o cultural n\u00e3o-erudita? Como podemos pensar um projeto de moderniza\u00e7\u00e3o cultural que aposte na diversidade identit\u00e1ria e n\u00e3o na identidade plasmada em moldes nacionalistas? Essas s\u00e3o as perguntas que dev\u00edamos fazer, mas o binarismo de torcer contra a Semana ou a favor dela nos impede de aprofundar a reflex\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>IHU\u00a0On-Line \u2013 Qual foi o papel da cultura midi\u00e1tica no surgimento do modernismo no come\u00e7o do s\u00e9culo XX?<\/strong><\/p>\n<p><strong>Rafael Cardoso \u2013<\/strong>\u00a0A cultura midi\u00e1tica \u2013 litografia, fotografia, cinema, propaganda, revistas de grande circula\u00e7\u00e3o, r\u00e1dio \u2013 \u00e9 a vida pulsante da modernidade cultural no Brasil. Ela \u00e9 o principal meio e o objeto das transforma\u00e7\u00f5es de linguagem ocorridas entre as d\u00e9cadas de 1890 e 1940. As primeiras propostas modernistas surgiram de dentro dela. Isso \u00e9 uma caracter\u00edstica interessante dos modernismos no Brasil. Aqui, foi a cultura midi\u00e1tica que deu o impulso inicial, ao qual a cultura erudita reagiu depois.<\/p>\n<p><strong>IHU On-Line \u2013 Por que muitos dos artistas cariocas e fluminenses das primeiras d\u00e9cadas do s\u00e9culo XX foram durante muito tempo (e ainda hoje) eclipsados quando se tratou de discutir o modernismo?<\/strong><\/p>\n<p><strong>Rafael Cardoso \u2013<\/strong>\u00a0Porque se chegou com uma defini\u00e7\u00e3o a priori do que era modernismo. Uma parte do grupo de 1922, que acabou se tornando hegem\u00f4nica, chegou e afirmou: n\u00f3s somos o modernismo. Demarcaram um espa\u00e7o, uma postura e uma rede de rela\u00e7\u00f5es, da qual exclu\u00edram todos que n\u00e3o eram seus aliados. Da\u00ed, conseguiram rebaixar proposi\u00e7\u00f5es e pr\u00e1ticas que eram esteticamente at\u00e9 mais ousadas do que as suas. Isso \u00e9 normal na disputa entre grupos de vanguarda. O que n\u00e3o \u00e9 aceit\u00e1vel \u00e9 que a historiografia continue a ecoar essas disputas cem anos depois.<\/p>\n<p><strong>IHU On-Line \u2013 Um dos argumentos centrais do seu livro \u00e9 o de que havia, na cultura de massa, especialmente nas revistas Kosmos, FonFon, O Malho e Para todos, entre outras, express\u00f5es art\u00edsticas que j\u00e1 eram modernistas e que vieram a inspirar o modernismo paulista. Qual foi a import\u00e2ncia dessas publica\u00e7\u00f5es para o modernismo e por que estud\u00e1-las \u00e9 relevante?<\/strong><\/p>\n<p><strong>Rafael Cardoso \u2013<\/strong>\u00a0Elas foram important\u00edssimas porque disseminaram posturas e linguagens modernizadoras na sociedade. Os nomes can\u00f4nicos do modernismo leram essas revistas na juventude e absorveram suas contribui\u00e7\u00f5es. Para al\u00e9m da influ\u00eancia direta sobre artistas, elas ajudaram a formar um p\u00fablico para as ideias e proposi\u00e7\u00f5es modernistas. Elas criaram tamb\u00e9m um espa\u00e7o de debate e reflex\u00e3o, que foi essencial para levar os debates art\u00edsticos para al\u00e9m dos grupos fechados de vanguarda. Os modernistas can\u00f4nicos buscaram avidamente espa\u00e7o na grande m\u00eddia. Sem a revista Para Todos, por exemplo, a Antropofagia nunca teria tido o impacto que teve.<\/p>\n<p><strong>IHU On-Line \u2013 Como o surgimento das favelas foi representado pelo Modernismo, de um lado, na pintura de Eliseo Visconti e Gustavo Dall\u2019Ara , mas, de outro, em caricaturas de diversas revistas e jornais, sob a pena de nomes como J. Carlos e Di Cavalcanti , entre outros?<\/strong><\/p>\n<p><strong>Rafael Cardoso \u2013<\/strong>\u00a0H\u00e1 uma tend\u00eancia, entre alguns dos principais pintores modernistas, a olhar para a favela como simples motivo pict\u00f3rico, exerc\u00edcio formal de cor e geometria. N\u00e3o todos, claro, mas \u00e9 uma corrente que abarca muitas obras. Tratavam a favela como se fosse uma natureza-morta, e n\u00e3o um lugar onde morava gente. J\u00e1 em Dall&#8217;Ara e Visconti, entre outros, h\u00e1 uma manifesta preocupa\u00e7\u00e3o social, um tom de den\u00fancia.<\/p>\n<p>J. Carlos e Di Cavalcanti s\u00e3o casos ainda mais complicados. Estavam inventando a iconografia da favela, os lugares-comuns visuais, os estere\u00f3tipos tais quais os conhecemos hoje. Cada um numa dire\u00e7\u00e3o diferente, claro. J. Carlos praticamente inventou a caricatura pejorativa e racista da favela. Di, ao contr\u00e1rio, ajudou a delinear os contornos daquilo que poder\u00edamos chamar de uma consagra\u00e7\u00e3o da favela. S\u00e3o linhas gerais. O assunto \u00e9 bem intrincado. A forma\u00e7\u00e3o de uma cultura visual nunca \u00e9 simples.<\/p>\n<p><strong>IHU On-Line \u2013 De que maneira foi conduzida a representa\u00e7\u00e3o da negritude no modernismo do Rio de Janeiro em perspectiva com a representa\u00e7\u00e3o do modernismo paulista?<\/strong><\/p>\n<p><strong>Rafael Cardoso \u2013<\/strong>\u00a0N\u00e3o gosto dessa dicotomia, Rio versus S\u00e3o Paulo. Ela obscurece o cerne verdadeiro da discuss\u00e3o. Precisamos pensar a quest\u00e3o de modo transversal. H\u00e1 diferen\u00e7as entre as duas experi\u00eancias, mas h\u00e1 igualmente pontos de contato. A Semana de 1922 foi feita tamb\u00e9m por gente do Rio. Muitos dos paulistas foram ao Rio buscar a consagra\u00e7\u00e3o nacional. Vejo a evolu\u00e7\u00e3o do eixo Rio-S\u00e3o Paulo ao longo do s\u00e9culo XX mais como um di\u00e1logo do que uma oposi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>IHU On-Line \u2013 Neste contexto, at\u00e9 que ponto pode-se falar em representatividade da popula\u00e7\u00e3o negra no modernismo brasileiro?<\/strong><\/p>\n<p><strong>Rafael Cardoso \u2013<\/strong>\u00a0\u00c9 dura a luta das popula\u00e7\u00f5es afrodescendentes por representa\u00e7\u00e3o na sociedade brasileira. Come\u00e7ou na d\u00e9cada de 1830 e continua at\u00e9 hoje. Cada pequena conquista custou sangue, suor e l\u00e1grimas. Eu diria que n\u00e3o h\u00e1 quase representatividade da popula\u00e7\u00e3o negra no modernismo brasileiro. \u00c9 um dos motivos por que precisamos questionar o mito de 1922.<\/p>\n<p><strong>IHU On-Line \u2013 Dois artistas afrodescendentes ocuparam papel de destaque no modernismo do Rio de Janeiro das primeiras d\u00e9cadas do s\u00e9culo passado, os irm\u00e3os Jo\u00e3o e Arthur Tim\u00f3theo da Costa . Quais s\u00e3o suas principais obras e por que elas, em certo sentido, n\u00e3o fazem parte do imagin\u00e1rio social do Modernismo Brasileiro?<\/strong><\/p>\n<p><strong>Rafael Cardoso \u2013<\/strong>\u00a0O Museu Afro Brasil, em S\u00e3o Paulo, fez uma exposi\u00e7\u00e3o sobre eles e um livro, organizado por Emanoel Ara\u00fajo. H\u00e1 bons trabalhos de pesquisa sobre eles, incluindo a tese de doutorado do Kleber de Oliveira Am\u00e2ncio e a disserta\u00e7\u00e3o de mestrado da Simone de Oliveira Souza. Ou seja, n\u00e3o sou a pessoa mais qualificada para dar essa opini\u00e3o. Duas obras muito importantes do Arthur Tim\u00f3theo, a meu ver, s\u00e3o o retrato do L\u00facio, cont\u00ednuo da Escola Nacional de Belas Artes, que foi exposto no Sal\u00e3o da ENBA em 1906, e o autorretrato de 1908, pertencente \u00e0 Pinacoteca do Estado de SP.<\/p>\n<p><strong>IHU On-Line \u2013 Como a quest\u00e3o racial aparece no movimento antrop\u00f3fago, que foi, tamb\u00e9m, um importante movimento de cr\u00edtica \u00e0 Semana de 1922? Em que sentido sua grande for\u00e7a era tamb\u00e9m sua grande fraqueza?<\/strong><\/p>\n<p><strong>Rafael Cardoso \u2013<\/strong>\u00a0A Antropofagia tem uma rela\u00e7\u00e3o complexa com a quest\u00e3o racial. A maior parte do tempo, evitou tratar dela, tentando escapar pela tangente do humor. Os antropofagistas queriam superar as distin\u00e7\u00f5es raciais, que n\u00e3o lhes interessavam, para chegar na quest\u00e3o fundamental para eles: o selvagem. Isso foi proveitoso porque permitiu que escapassem das f\u00f3rmulas nativistas e nacionalistas em que trope\u00e7ou grande parte do modernismo egresso de 1922. &#8220;S\u00f3 me interessa o que n\u00e3o \u00e9 meu&#8221; \u00e9 uma formula\u00e7\u00e3o interessant\u00edssima para se pensar a alteridade, conforme apontou Frederico Coelho . Por outro lado, era muito ing\u00eanuo da parte deles achar que podiam simplesmente contornar a quest\u00e3o numa sociedade como a nossa, fundamentada no escravismo e no racismo. Ing\u00eanuo, e tamb\u00e9m comodista. Podiam-se dar o luxo dessa ingenuidade, porque pimenta no olho dos outros \u00e9 refresco.<\/p>\n<p><strong>IHU On-Line \u2013 Alguns artistas modernistas passaram a trabalhar em diferentes n\u00edveis de governo ap\u00f3s a Revolu\u00e7\u00e3o de 1930. Ao longo desse per\u00edodo, e depois no Estado Novo, tentou-se forjar uma certa \u201cidentidade brasileira\u201d. Quais foram os artistas modernistas em torno do Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o e Sa\u00fade e de Gustavo Capanema engajados nesse projeto? Quais s\u00e3o as principais obras ligadas a esse per\u00edodo?<\/strong><\/p>\n<p><strong>Rafael Cardoso \u2013<\/strong>\u00a0Carlos Drummond de Andrade , C\u00e2ndido Portinari , M\u00e1rio de Andrade e mais uma lista longa de coadjuvantes e figurantes. \u00c9 quase mais f\u00e1cil fazer a pergunta contr\u00e1ria: quem n\u00e3o colaborou com o Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o e Sa\u00fade e\/ou o Departamento de Imprensa e Propaganda durante o Estado Novo? Quais obras n\u00e3o foram realizadas com apoio do MES e do DIP? Tirando os perseguidos pelo Estado Novo diretamente, sobraram muito poucos. Isso \u00e9 uma discuss\u00e3o complicad\u00edssima. H\u00e1 excelentes trabalhos a respeito da rela\u00e7\u00e3o entre intelectuais e o Estado Novo por Helena Bomeny e L\u00facia Lippi , entre outros.<\/p>\n<p><strong>IHU On-Line\u2013 Quem foi Dimitri Ismailovicht e por que, como o senhor apresenta em seu livro, foi o migrante que melhor entendeu o Brasil? Qual a import\u00e2ncia de Sodade do Cord\u00e3o para a arte modernista brasileira?<\/strong><\/p>\n<p><strong>Rafael Cardoso \u2013<\/strong>\u00a0Dimitri Ismailovitch foi um pintor de origem russa, imigrado para o Brasil em 1927. Morreu no Rio de Janeiro em 1976. Foi um dos retratistas mais requisitados do Brasil entre os anos 1930 e 1950. Era famoso, conheceu todo mundo, pintou muita gente. Hoje, quase ningu\u00e9m se lembra mais dele. H\u00e1 um tr\u00edptico dele no Museu Nacional de Belas Artes, no Rio de Janeiro, chamado Sodade do cord\u00e3o, pintado em 1940. \u00c9 uma homenagem a um cord\u00e3o carnavalesco, organizado por Heitor Villa-Lobos e Z\u00e9 Espinguela , do qual ele participou. O meu livro analisa essa obra e discute ela em termos da rela\u00e7\u00e3o entre modernismo, identidade e quest\u00e3o racial. N\u00e3o vou dar spoiler. Quem quiser, pode ler o livro! S\u00f3 vou adiantar que \u00e9 um quadro de import\u00e2ncia \u00edmpar para se entender a arte brasileira do s\u00e9culo XX.<\/p>\n<p><strong>IHU On-Line \u2013 Por fim, como discutir o modernismo hoje nos permite compreender melhor o Brasil do s\u00e9culo XXI?<\/strong><\/p>\n<p><strong>Rafael Cardoso \u2013<\/strong> Compreender o modernismo nos permite sair do saudosismo e da celebra\u00e7\u00e3o ufanista. O movimento modernista fracassou em muitos sentidos e se superou em outros. A tarefa hist\u00f3rica \u00e9 problematizar os fatos e os relatos. No fundo, trata-se de compreender que foram v\u00e1rios os modernismos, e que tiveram objetivos distintos. N\u00e3o se trata de atacar ou defender o modernismo, mas de entender que o problema \u00e9 bem maior. O caminho para repensar a cultura brasileira hoje passa por compreender que nossa for\u00e7a est\u00e1 na diversidade e pluralidade de experi\u00eancias, n\u00e3o no triunfalismo da narrativa \u00fanica.<\/p>\n<p>Fonte da mat\u00e9ria: IHU Online &#8211; Compreender o modernismo no Brasil implica sair do saudosismo e da celebra\u00e7\u00e3o ufanista &#8211; https:\/\/www.ihuonline.unisinos.br\/artigo\/7810-compreender-o-modernismo-no-brasil-implica-sair-do-saudosismo-e-da-celebracao-ufanista<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ricardo Machado &#8211; Rafael Cardoso, historiador e pesquisador da hist\u00f3ria da arte, sustenta que compreender a pluralidade dos v\u00e1rios movimentos de vanguarda no pa\u00eds passa por problematizar os fatos e os relatos Pensar o Modernismo no Brasil significa levar em conta a multiplicidade dos diferentes movimentos de vanguarda, sob diferentes \u00f3ticas e objetivos e superar 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