{"id":18193,"date":"2022-08-14T12:27:02","date_gmt":"2022-08-14T15:27:02","guid":{"rendered":"https:\/\/controversia.com.br\/?p=18193"},"modified":"2022-08-08T09:28:50","modified_gmt":"2022-08-08T12:28:50","slug":"como-a-modernidade-poe-a-natureza-para-trabalhar","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/controversia.com.br\/pt\/2022\/08\/14\/como-a-modernidade-poe-a-natureza-para-trabalhar\/","title":{"rendered":"Como a modernidade p\u00f5e a natureza para trabalhar?"},"content":{"rendered":"<p><strong>ISADORA ATTAB<\/strong> &#8211; Trecho da introdu\u00e7\u00e3o de Antropoceno ou Capitaloceno?<\/p>\n<p>As not\u00edcias n\u00e3o s\u00e3o boas para o planeta Terra. A humanidade \u2014 e todo o restante da vida que a acompanha \u2014 encontra-se agora no limiar do que os cientistas do Sistema Terra chamam de \u201cmudan\u00e7a de estado\u201d. Esse momento est\u00e1 representado na consci\u00eancia crescente acerca das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas \u2014 entre pesquisadores e tamb\u00e9m entre um amplo p\u00fablico preocupado. Mas o nosso momento envolve muito mais do que apenas um problema clim\u00e1tico. Estamos vivendo uma transi\u00e7\u00e3o na vida planet\u00e1ria com o \u201cpotencial de transformar a Terra r\u00e1pida e irreversivelmente num estado desconhecido at\u00e9 ent\u00e3o pela experi\u00eancia humana\u201d (Barnosky\u00a0<em>et al<\/em>., 2012, p. 52).<\/p>\n<p>O\u00a0<em>Zeitgeist<\/em>\u00a0do s\u00e9culo XXI, portanto, infunde compreensivelmente um senso de urg\u00eancia em cidad\u00e3os, ativistas e pesquisadores \u2014 por exemplo, Foster, Clark &amp; York (2010), Hansen (2009), Parenti (2011) e Klein (2014). A realidade \u00e9 bastante real. E, de acordo com qualquer avalia\u00e7\u00e3o razo\u00e1vel, a situa\u00e7\u00e3o est\u00e1 se deteriorando. Semanalmente, at\u00e9 diariamente, as pesquisas se empilham. \u201cPress\u00f5es humanas\u201d est\u00e3o levando as condi\u00e7\u00f5es de estabilidade biosf\u00e9rica \u2014 sobretudo o clima e a biodiversidade \u2014 a um ponto de ruptura (Steffen\u00a0<em>et al<\/em>., 2015; Mace\u00a0<em>et al<\/em>., 2014; Dirzo\u00a0<em>et al<\/em>., 2014). M\u00faltiplos \u201climites planet\u00e1rios\u201d est\u00e3o sendo excedidos agora \u2014 ou logo ser\u00e3o (Rockstr\u00f6m et al., 2009a). As condi\u00e7\u00f5es da vida no planeta Terra est\u00e3o mudando de forma r\u00e1pida e fundamental.<\/p>\n<p>A conscientiza\u00e7\u00e3o sobre essa dif\u00edcil situa\u00e7\u00e3o j\u00e1 vem sendo constru\u00edda h\u00e1 algum tempo. Mas a realidade de uma crise \u2014 compreendida aqui como um ponto de inflex\u00e3o fundamental na vida de um sistema, de qualquer sistema \u2014 pode ser muito dif\u00edcil de compreender e interpretar; tamb\u00e9m pode ser muito dif\u00edcil tomar qualquer atitude em rela\u00e7\u00e3o a ela. Crises n\u00e3o s\u00e3o f\u00e1ceis de compreender por aqueles que as vivenciam. As filosofias, os conceitos e as hist\u00f3rias que usamos para dar sentido a um presente global cada vez mais explosivo e incerto s\u00e3o \u2014 quase sempre \u2014 ideias herdadas de outra \u00e9poca e lugar. O tipo de pensamento que criou a turbul\u00eancia global de hoje provavelmente n\u00e3o nos ajudar\u00e1 a resolv\u00ea-la.<sup>1<\/sup><\/p>\n<p>Modos de pensamento s\u00e3o persistentes. N\u00e3o s\u00e3o mais f\u00e1ceis de transcender do que os \u201cmodos de produ\u00e7\u00e3o\u201d que refletem e ajudam a moldar. Esta colet\u00e2nea de ensaios \u00e9 um esfor\u00e7o para ampliar e estimular uma conversa global acerca de um novo modo de pensar. Nosso ponto de partida \u00e9 o conceito de Antropoceno, o mais influente dos estudos ambientais da d\u00e9cada passada. Os ensaios deste livro oferecem cr\u00edticas distintas do argumento Antropoceno \u2014 que \u00e9, na verdade, uma fam\u00edlia de argumentos com muitas varia\u00e7\u00f5es. Mas a inten\u00e7\u00e3o \u00e9 ir al\u00e9m dessa cr\u00edtica. O Antropoceno \u00e9 um \u00f3timo ponto de partida n\u00e3o apenas por sua popularidade, mas, mais importante, porque faz perguntas fundamentais ao nosso tempo: de que maneira n\u00f3s, humanos, nos encaixamos dentro da teia da vida? Como v\u00e1rias organiza\u00e7\u00f5es humanas e processos \u2014 Estados e imp\u00e9rios, mercados mundiais, urbaniza\u00e7\u00e3o e muito mais \u2014 redefiniram a vida planet\u00e1ria? A perspectiva do Antropoceno \u00e9 poderosa e influente por trazer essas quest\u00f5es ao mainstream acad\u00eamico \u2014 e at\u00e9 mesmo (embora de forma desigual) \u00e0 consci\u00eancia popular.<\/p>\n<p>A fun\u00e7\u00e3o deste livro \u00e9 encorajar um debate \u2014 e nutrir uma perspectiva \u2014 que vai al\u00e9m da Aritm\u00e9tica Verde (<em>Green Arithmetic<\/em>): a ideia de que nossas hist\u00f3rias podem ser contempladas e narradas somando a Humanidade (ou a Sociedade) e a Natureza, ou at\u00e9 mesmo o Capitalismo e a Natureza. Tais dualismos s\u00e3o parte do problema: s\u00e3o fundamentais para o racioc\u00ednio que levou a biosfera \u00e0 transi\u00e7\u00e3o atual em dire\u00e7\u00e3o a um mundo menos habit\u00e1vel. Quase n\u00e3o se percebe que as categorias de \u201cSociedade\u201d e \u201cNatureza\u201d \u2014 Sociedade sem natureza, Natureza sem humanos \u2014 fazem parte do problema, intelectual e politicamente. O par Natureza\/Sociedade, n\u00e3o menos do que os binarismos do eurocentrismo, do racismo e do sexismo, est\u00e1 diretamente implicado nas colossais viol\u00eancia, desigualdade e opress\u00e3o do mundo moderno. Esse argumento contra o dualismo envolve algo abstrato \u2014 Natureza\/Sociedade \u2014, mas, ainda assim, muito material, pois a abstra\u00e7\u00e3o Natureza\/Sociedade historicamente se conforma a uma s\u00e9rie sem fim de exclus\u00f5es\u00a0<em>humanas<\/em>\u00a0\u2014 para n\u00e3o mencionar as disciplinas racionalizantes e as pol\u00edticas de exterm\u00ednio impostas sobre naturezas extra-humanas. Essas exclus\u00f5es correspondem a uma longa hist\u00f3ria de subordina\u00e7\u00e3o de mulheres, popula\u00e7\u00f5es coloniais e pessoas de cor \u2014 humanos que raramente eram membros da \u201csociedade civilizada\u201d de Adam Smith (1937 [1776]).<\/p>\n<p>Essas s\u00e3o, sem d\u00favida, quest\u00f5es de opress\u00e3o. E tamb\u00e9m s\u00e3o fundamentais para a economia pol\u00edtica do capitalismo, que jaz sob uma estrat\u00e9gia audaz de acumula\u00e7\u00e3o: a Natureza Barata (<em>Cheap Nature<\/em>). Para o capitalismo, a Natureza \u00e9 \u201cbarata\u201d em dois sentidos: por um lado, precifica os elementos da Natureza, dando-lhes um valor \u201cbarato\u201d; por outro,\u00a0<em>barateia<\/em>, degrada ou inferioriza a Natureza num sentido \u00e9tico-pol\u00edtico, para torn\u00e1-la barata em termos de pre\u00e7o. Esses dois momentos est\u00e3o entrela\u00e7ados a cada instante e em cada grande transforma\u00e7\u00e3o do capitalismo dos \u00faltimos cinco s\u00e9culos (Moore, 2015a).<\/p>\n<p>Isso \u00e9 importante para a nossa an\u00e1lise e tamb\u00e9m para nossa pol\u00edtica. Os esfor\u00e7os para transcender o capitalismo de maneira igualit\u00e1ria e amplamente sustent\u00e1vel ser\u00e3o frustrados enquanto a imagina\u00e7\u00e3o pol\u00edtica radical for ref\u00e9m da organiza\u00e7\u00e3o e\/ou da realidade capitalista Natureza\/Sociedade. E qualquer esfor\u00e7o para discernir os limites do capitalismo nos dias de hoje \u2014 crucial para qualquer estrat\u00e9gia antissist\u00eamica \u2014 n\u00e3o pode ir muito longe se inserir a realidade em dualismos que s\u00e3o imanentes ao desenvolvimento capitalista.<\/p>\n<p>O argumento do Antropoceno mostra que o dualismo Natureza\/Sociedade est\u00e1 na etapa mais avan\u00e7ada de seu desenvolvimento. E se o Antropoceno \u2014 enquanto argumento hist\u00f3rico, em vez de geol\u00f3gico \u2014 \u00e9 inadequado, ainda assim \u00e9 um argumento que merece nossa considera\u00e7\u00e3o. Novos modos de pensar emergem de muitos passos hesitantes. H\u00e1 muitos est\u00e1gios conceituais no caminho para uma nova s\u00edntese. O conceito de Antropoceno \u00e9 com certeza o mais influente desses est\u00e1gios. Nenhum conceito firmado na mudan\u00e7a hist\u00f3rica foi t\u00e3o influente ao longo do espectro do Pensamento Verde (<em>Green Thought<\/em>); nenhum outro conceito sociol\u00f3gico atraiu tanta aten\u00e7\u00e3o popular.<\/p>\n<p>Formulado por Paul Crutzen e Eugene Stoermer em 2000, o conceito de Antropoceno tem sua origem em uma posi\u00e7\u00e3o eminentemente razo\u00e1vel: o tempo geol\u00f3gico e da biosfera foi transformado de modo fundamental pela atividade humana. Uma nova conceitualiza\u00e7\u00e3o do tempo geol\u00f3gico \u2014 uma que inclua a \u201chumanidade\u201d como \u201cgrande for\u00e7a geol\u00f3gica\u201d \u2014 \u00e9 necess\u00e1ria. Sem d\u00favida foi uma proposta corajosa. Propor que a humanidade seja um agente geol\u00f3gico \u00e9 transgredir um dos limites intelectuais fundamentais da modernidade. Pesquisadores chamam isso de duas culturas \u2014 uma das ci\u00eancias \u201cnaturais\u201d, outra das ci\u00eancias \u201chumanas\u201d (Snow, 1964 [2015]). No melhor dos casos, o conceito de Antropoceno mescla hist\u00f3ria humana e natural \u2014 ainda que o \u201ccomo\u201d e o \u201cpor qu\u00ea\u201d continuem imprecisos e gerem muita discuss\u00e3o. Tal nebulosidade certamente merece cr\u00e9dito pela popularidade do conceito. Assim como a globaliza\u00e7\u00e3o nos anos 1990, o Antropoceno se tornou uma palavra da moda, que pode significar qualquer coisa para as pessoas. Embora refor\u00e7ado por avan\u00e7os na hist\u00f3ria ambiental (Worster, 1988), o argumento do Antropoceno foi se cristalizando gradualmente: \u201ca\u00e7\u00e3o humana\u201d mais \u201cNatureza\u201d \u00e9 igual a \u201ccrise planet\u00e1ria\u201d (Chakrabarty, 2009; Steffen, Crutzen &amp; McNeill, 2007). A Aritm\u00e9tica Verde, ao mutilar a hist\u00f3ria como agrega\u00e7\u00e3o de rela\u00e7\u00f5es humanas e naturais, triunfou.<\/p>\n<p><em>Aritm\u00e9tica Verde<\/em>. \u00c9 um termo curioso, mas n\u00e3o consigo pensar em nenhum outro que melhor descreva o procedimento b\u00e1sico dos estudos ambientais ao longo das \u00faltimas d\u00e9cadas: Sociedade + Natureza = Hist\u00f3ria. Hoje \u00e9 Humanidade, ou Sociedade, ou Capitalismo + Natureza = Cat\u00e1strofe. N\u00e3o quero depreciar esse modelo. Ele foi muito poderoso. Forneceu a base filos\u00f3fica para estudos que produziram uma gama de conhecimentos a respeito da mudan\u00e7a ambiental. Esses estudos, por sua vez, permitiram uma compreens\u00e3o aprofundada dessa \u201cmudan\u00e7a de estado\u201d que est\u00e1 acontecendo na biosfera. Mas n\u00e3o facilitaram \u2014 pelo contr\u00e1rio \u2014 nossa compreens\u00e3o de\u00a0<em>como<\/em>\u00a0a crise atual vai se desdobrar num sistema-mundo que \u00e9 uma\u00a0<em>ecologia-mundo<\/em>, reunindo poder, natureza e acumula\u00e7\u00e3o numa unidade dial\u00e9tica e inst\u00e1vel.<sup>2<\/sup>\u00a0Este livro busca transcender os limites da Aritm\u00e9tica Verde. Isso nos permite buscar, nas palavras de Donna Haraway, \u201cnarrativas maravilhosas e desalinhadas\u201d de hist\u00f3ria multiesp\u00e9cie, narrativas que apontam as possibilidades \u201cpara entrar no agora e, tamb\u00e9m, na hist\u00f3ria profunda da Terra\u201d (ver Haraway, \u201cFicar com o problema\u201d, neste volume, p. 67).<\/p>\n<p>A Aritm\u00e9tica Verde funciona quando acreditamos que Sociedade e Natureza formam uma soma. Mas formam de fato? A meu ver, essa \u201csoma\u201d foi necess\u00e1ria \u2014 e, por muito tempo, bastante produtiva. A consolida\u00e7\u00e3o das ci\u00eancias hist\u00f3ricas sociais ap\u00f3s os anos 1870 avan\u00e7ou como se a natureza n\u00e3o existisse. Houve exce\u00e7\u00f5es (por exemplo, Mumford, 1934), mas nenhuma que perturbasse o status quo antes da d\u00e9cada de 1970. Ent\u00e3o, energizados pelos \u201cnovos\u201d movimentos sociais \u2014 de ra\u00e7a, g\u00eanero e meio ambiente \u2014, vimos uma revolta intelectual importante. As lacunas no mapeamento cognitivo dominante da realidade foram preenchidas; o mapa cognitivo antigo, incapaz de ver a natureza, foi desafiado. Nos estudos ambientais, pesquisadores radicais defendiam uma vis\u00e3o relacional da humanidade-na-natureza (<em>humanity-in-nature<\/em>) e da natureza-na-humanidade (<em>nature-in-humanity<\/em>), por exemplo, Harvey (1974) e Naess (1973). Mas essa cr\u00edtica relacional se manteve, em grande parte, filos\u00f3fica. Acima de tudo, nossos conceitos de \u201cgrande hist\u00f3ria\u201d (<em>big history<\/em>) \u2014 imperialismo, capitalismo, industrializa\u00e7\u00e3o, comercializa\u00e7\u00e3o, patriarcado, forma\u00e7\u00f5es raciais \u2014 permaneceram processos sociais. Consequ\u00eancias ambientais foram acrescentadas, mas o conceito de hist\u00f3ria enquanto hist\u00f3ria social n\u00e3o sofreu mudan\u00e7as fundamentais.<\/p>\n<p>Hoje sopram novos ventos conceituais. Parece que estamos prontos para fazer e at\u00e9 para come\u00e7ar a responder a uma grande pergunta sobre a grande hist\u00f3ria: e se esses processos hist\u00f3ricos mundiais n\u00e3o apenas produzem, mas tamb\u00e9m s\u00e3o produtos de mudan\u00e7as na teia da vida?<\/p>\n<p>A quest\u00e3o vira do avesso uma s\u00e9rie de premissas que se tornaram marcas registradas do Pensamento Verde. Duas se destacam. Primeiro, somos levados a fazer perguntas n\u00e3o a respeito da <em>separa\u00e7\u00e3o<\/em>\u00a0entre humanidade e natureza, mas de que maneira humanos \u2014 e organiza\u00e7\u00f5es humanas, como imp\u00e9rios, mercados mundiais \u2014 se encaixam dentro da teia da vida e vice-versa. Isso nos permite come\u00e7ar a fazer questionamentos situados, no sentido empregado por Donna Haraway (1988). Come\u00e7amos a ver a organiza\u00e7\u00e3o humana como algo \u201cmais do que humano\u201d e \u201cmenos do que social\u201d, como algo completa e variavelmente poroso dentro da teia da vida. Em segundo lugar, podemos come\u00e7ar a fazer perguntas acerca de algo talvez mais significativo do que a \u201cdegrada\u00e7\u00e3o\u201d da natureza. N\u00e3o h\u00e1 d\u00favidas de que o capitalismo imp\u00f5e um padr\u00e3o incans\u00e1vel de viol\u00eancia sobre a natureza, inclusive sobre os humanos. Mas o capitalismo funciona porque a viol\u00eancia \u00e9 parte de um repert\u00f3rio maior de estrat\u00e9gias que \u201ccolocam a natureza para trabalhar\u201d. Portanto, nossa pergunta incorpora a tese da degrada\u00e7\u00e3o da natureza, mas vai al\u00e9m: como a modernidade p\u00f5e a natureza para trabalhar? Como combina\u00e7\u00f5es espec\u00edficas de atividade humana e extra-humana trabalham \u2014 ou\u00a0<em>limitam<\/em>\u00a0\u2014 a acumula\u00e7\u00e3o sem fim do capital? Tais perguntas, longe de serem as \u00fanicas, indicam um novo modo de pensar a respeito da humanidade na teia da vida.<\/p>\n<p>Fonte da mat\u00e9ria: Como a modernidade p\u00f5e a natureza para trabalhar? &#8211; Editora Elefante &#8211; https:\/\/elefanteeditora.com.br\/como-a-modernidade-poe-a-natureza-para-trabalhar\/?ct=t%28DAREDACAO_breno%2311_Tira%2323_Retratos_20201025_COPY_%29&amp;mc_cid=db75684d8b&amp;mc_eid=0ac7cd7efd<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>ISADORA ATTAB &#8211; Trecho da introdu\u00e7\u00e3o de Antropoceno ou Capitaloceno? As not\u00edcias n\u00e3o s\u00e3o boas para o planeta Terra. A humanidade \u2014 e todo o restante da vida que a acompanha \u2014 encontra-se agora no limiar do que os cientistas do Sistema Terra chamam de \u201cmudan\u00e7a de estado\u201d. 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