{"id":16334,"date":"2022-01-15T12:40:02","date_gmt":"2022-01-15T15:40:02","guid":{"rendered":"https:\/\/controversia.com.br\/?p=16334"},"modified":"2022-01-12T13:42:24","modified_gmt":"2022-01-12T16:42:24","slug":"da-colonia-a-republica-governa-nos-a-casa-grande-e-a-senzala-sobrevive","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/controversia.com.br\/pt\/2022\/01\/15\/da-colonia-a-republica-governa-nos-a-casa-grande-e-a-senzala-sobrevive\/","title":{"rendered":"Da col\u00f4nia \u00e0 Rep\u00fablica, governa-nos a Casa-Grande, e a senzala sobrevive"},"content":{"rendered":"<p><strong>Roberto Amaral<\/strong> &#8211;\u00a0O novo ano coloca na ordem do dia as comemora\u00e7\u00f5es do bicenten\u00e1rio da Independ\u00eancia, e seu marco \u00e9 o grito do 7 de setembro, mais relevante na tela de Pedro Am\u00e9rico do que na costura pol\u00edtica do grande acordo que nos deu \u2013 sem revolu\u00e7\u00e3o, sem altera\u00e7\u00e3o de mando ou de poder, sem abalo de estrutura econ\u00f4mica ou social, mas ao pre\u00e7o de transa\u00e7\u00f5es e trafic\u00e2ncias \u2013 a maioridade pol\u00edtica, por cujas artes a col\u00f4nia \u00e9 promovida a imp\u00e9rio, sem de fato conquistar a autonomia que caracteriza os estados independentes.<\/p>\n<blockquote><p><strong>\u201cO Brasil tem um enorme passado pela frente\u201d<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u2013 Mill\u00f4r Fernandes<\/strong><\/p><\/blockquote>\n<p>Nos custos da trafic\u00e2ncia est\u00e1 o alto pre\u00e7o pago pelo Brasil \u00e0 Inglaterra, que incluiu, al\u00e9m da indeniza\u00e7\u00e3o pelos gastos da escolta e prote\u00e7\u00e3o da corte na sua viagem de fuga para a Col\u00f4nia e as despesas militares no aux\u00edlio \u00e0 expuls\u00e3o dos franceses do territ\u00f3rio luso, a assun\u00e7\u00e3o da d\u00edvida portuguesa junto \u00e0 City (dois milh\u00f5es de libras esterlinas), e a transfer\u00eancia integral para o pa\u00eds emancipado de todos os privil\u00e9gios e concess\u00f5es acumulados pelos ingleses na Col\u00f4nia e no Reino desde a vinda da corte (pelo que o Brasil passou, em suas transa\u00e7\u00f5es comerciais, a ganhar menos ao exportar, e gastar mais quando importava), acrescidos do pesad\u00edssimo \u00f4nus das comiss\u00f5es dos negociadores brasileiros.<\/p>\n<p><strong>A independ\u00eancia, como se deu, foi um movimento conservador<\/strong>: com a instaura\u00e7\u00e3o da monarquia afastava o espectro da rep\u00fablica, o \u201cmau precedente\u201d das antigas col\u00f4nias espanholas tornadas independentes que atormentava com pesadelos o sono das oligarquias.\u00a0<strong>Optaram nossas j\u00e1 velhas elites por preservar o centralismo e n\u00e3o tocar na base da economia e da pol\u00edtica que vinha da Col\u00f4nia, o latif\u00fandio associado ao escravismo<\/strong>. Em face das franquias doadas pela chegada da Corte, o Brasil simplesmente trocava um rei por um imperador, um vice-reinado por um Estado formalmente independente, pois de independ\u00eancia limitada e condicionada pela preemin\u00eancia inglesa. A popula\u00e7\u00e3o continuaria dividida entre homens livres (brancos e propriet\u00e1rios) e escravos; entre uns e outros tentavam sobreviver, \u00e0 margem da ordem econ\u00f4mica, o liberto, o caboclo e o cafuzo, o \u00edndio desenraizado e o branco pobre, a \u201cral\u00e9\u201d, perambulando pelas cidades, sem eira nem beira.<\/p>\n<p>O deslocamento colonial se opera de forma a assegurar a prorroga\u00e7\u00e3o do<em>\u00a0statu quo<\/em>\u00a0ante, de que resulta a especiosidade de um Estado independente com um modo de produ\u00e7\u00e3o escravista colonial, avesso ao progresso, que, no longo prazo ser\u00e1 respons\u00e1vel pela industrializa\u00e7\u00e3o tardia e dependente.<\/p>\n<p>Mudava-se para que tudo continuasse como estava.<\/p>\n<p>Desde a posse da terra achada, j\u00e1 nos meados do s\u00e9culo XVI, a hist\u00f3ria brasileira vem sendo condicionada por acontecimentos externos. Nascemos e nos desenvolvemos como economia agroexportadora, destinada a atender \u00e0s demandas europeias de produtos tropicais (\u00edndios escravizados, madeira de tinta, a\u00e7\u00facar, algod\u00e3o, min\u00e9rios, caf\u00e9\u2026), fundada no escravismo negro e no genoc\u00eddio de \u00edndios silv\u00edcolas desgarrados e campineiros resistentes \u00e0 escravid\u00e3o e \u00e0 espolia\u00e7\u00e3o de suas terras.<\/p>\n<p>A maioridade pol\u00edtica n\u00e3o \u00e9 produto de nosso engenho nem da arte de nossos patriarcas, muito menos da reivindica\u00e7\u00e3o das massas (pois povo n\u00e3o t\u00ednhamos), tecida que foi por um ciclo hist\u00f3rico cujos atores eram os imp\u00e9rios europeus de ent\u00e3o. O que chamamos de \u201cprocesso de constru\u00e7\u00e3o de nossa independ\u00eancia\u201d \u00e9 detonado, sem possibilidade de estorvo, pela transmigra\u00e7\u00e3o da fam\u00edlia real, em 1808, determinada pela imin\u00eancia de desembarque das tropas de Junot em Portugal, por seu turno resultante das guerras napole\u00f4nicas, e a decis\u00e3o do corso de impor o bloqueio continental \u00e0 Inglaterra, de cuja emin\u00eancia o fr\u00e1gil Portugal era protetorado sem voz e vontade desde o s\u00e9culo XVIII. As press\u00f5es inglesas impuseram a abertura dos portos, com privil\u00e9gios para seu com\u00e9rcio, esvaziando as receitas de Portugal como entreposto que simplesmente era entre a produ\u00e7\u00e3o colonial e o consumo europeu, de que dependiam suas escassas finan\u00e7as. Em 1815, a eleva\u00e7\u00e3o da col\u00f4nia ao patamar de Reino Unido a Portugal e Algarves, sob a mesma coroa, e as press\u00f5es das Cortes portuguesas (revolu\u00e7\u00e3o liberal do Porto, 1820) determinando o retorno do Rei a Portugal o que implicava a ascens\u00e3o de D. Pedro I, tornam a independ\u00eancia inevit\u00e1vel, como teria pressentido D. Jo\u00e3o na sua despedida na noite de 24 de abril de 1821, dois dias antes de embarcar de volta para Lisboa: \u201cPedro, se o Brasil se separar, antes seja para ti, que me h\u00e1s de respeitar, que para algum desses aventureiros\u201d. O que n\u00e3o impediu que somente em 1825, ap\u00f3s demoradas e caras negocia\u00e7\u00f5es, o monarca reconhecesse a independ\u00eancia do Brasil, o Tratado de Paz e Alian\u00e7a negociado pelo agente brit\u00e2nico, no qual, contudo, faz preservar o seu t\u00edtulo de Imperador do Brasil, indicador, sem d\u00favida, de uma expectativa de reunifica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Na verdade, essa independ\u00eancia de 1822 s\u00f3 teria seu ciclo de 23 anos completado em 1831, com o golpe da abdica\u00e7\u00e3o de 7 de abril (comemorado como o sepultamento da possibilidade de reconstitui\u00e7\u00e3o da unidade entre Brasil e Portugal por meio da reuni\u00e3o das duas coroas num s\u00f3 soberano), e a partida do pr\u00edncipe absolutista, para realizar a guerra civil portuguesa contra o autoritarismo de d. Miguel, depondo o irm\u00e3o perjuro para restaurar o trono leg\u00edtimo de D. Maria, sua filha.<\/p>\n<p>De uma forma ou de outra lograva-se uma independ\u00eancia pol\u00edtica ainda relativa, pois o novo pa\u00eds, col\u00f4nia de col\u00f4nia, herdava da antiga prov\u00edncia a suserania brit\u00e2nica, que se vai prorrogando por todo o s\u00e9culo XIX, para, enfim, ceder o terreno aos EUA, ap\u00f3s a primeira guerra mundial.<\/p>\n<p>Sem povo e sem opini\u00e3o p\u00fablica, em pa\u00eds de p\u00e1rias e escravos, implantamos uma monarquia constitucional absolutista chefiada pelo herdeiro do trono colonial.\u00a0<strong>A na\u00e7\u00e3o independente nasce e cresce recha\u00e7ando a soberania popular<\/strong>. Por interm\u00e9dio do golpe de Estado de 1822, cort\u00e1vamos os la\u00e7os de depend\u00eancia colonial com a metr\u00f3pole lusitana, para nos enredarmos na depend\u00eancia do colonialismo ingl\u00eas; com o golpe de Estado de 1823 o Pr\u00edncipe dissolve a Constituinte para outorgar a Carta que lhe pareceu digna de ser por ele obedecida; um golpe de Estado, para o qual os militares foram decisivos, levou, em 1831, \u00e0 abdica\u00e7\u00e3o do primeiro imperador, e um outro golpe, em 1840, decretaria a maioridade do adolescente D. Pedro II, ent\u00e3o com 14 anos, inaugurando o segundo reinado, que j\u00e1 nasce velho para morrer de morte natural em 1889.<\/p>\n<p>\u00c0 monarquia tutelar, sucede a rep\u00fablica tutelada; se o monarca exercia o poder moderador em nome do sistema agr\u00e1rio, na rep\u00fablica esse papel ser\u00e1 exercido pelos seus curadores, as for\u00e7as armadas, nomeadamente o ex\u00e9rcito, em nome da ordem reacion\u00e1ria reclamada pela plutocracia, que s\u00f3 vai conhecer decl\u00ednio a partir de 1930. Vivemos a disjuntiva entre um passado que resiste \u00e0 sepultura e um presente que forceja por vir \u00e0 luz; o futuro \u00e9 permanentemente adiado, porque o arcaico sobrevive desafiando o avan\u00e7o.<\/p>\n<p>\u00c9 doloroso dizer: transitamos da col\u00f4nia ao Estado nacional; de popula\u00e7\u00e3o ocupando uma feitoria, nos transformamos em povo; experimentamos o Imp\u00e9rio de inspira\u00e7\u00e3o brit\u00e2nica e optamos pela Rep\u00fablica, copiada da experi\u00eancia dos EUA; praticamos o parlamentarismo num regime de governo unit\u00e1rio e hoje vivemos sob o presidencialismo que abra\u00e7ou o federalismo e a autonomia de estados e munic\u00edpios; a soberania popular escreveu cinco constitui\u00e7\u00f5es federais; vivenciamos um sem n\u00famero de golpes de Estado, ditaduras militares, regimes autorit\u00e1rios e de exce\u00e7\u00e3o jur\u00eddica: trocam-se os mandat\u00e1rios, a democracia \u00e9 sistematicamente revogada e sistematicamente restabelecida; em meio \u00e0 ordem autorit\u00e1ria e a tutela militar nos concedemos a experi\u00eancia de governos populares, quase todos frustrados pelo poder da classe dominante.<\/p>\n<p><strong>Tudo \u00e9 mut\u00e1vel, menos o mando, que se conserva o mesmo, desde sempre: da col\u00f4nia \u00e0 rep\u00fablica governa-nos a casa-grande, e a senzala sobrevive na modernidade<\/strong>. Porque, se em alguns momentos as grandes massas identificam o seu lado no processo social, n\u00e3o t\u00eam sido at\u00e9 aqui capazes de mudar a correla\u00e7\u00e3o de for\u00e7as que d\u00e1 sustenta\u00e7\u00e3o ao poder. Persiste a ordem que manieta o progresso. A continuidade reina sobre a ruptura, o velho contamina o presente e muitas vezes o futuro cede espa\u00e7o ao passado que teima em sobreviver. Algumas mudan\u00e7as, perfunct\u00f3rias, que n\u00e3o tratam da natureza das coisas e do conflito social, nem abalam as arcaicas estruturas econ\u00f4micas de domina\u00e7\u00e3o, at\u00e9 s\u00e3o logradas, porque levadas a cabo exatamente para que o sistema se assegure de que nada mude. A propriedade \u00e9 intoc\u00e1vel, sacralizada na rep\u00fablica como foi na Col\u00f4nia e no Imp\u00e9rio.<\/p>\n<p>Duzentos anos de estado independente n\u00e3o foram suficientes para construir um projeto nacional. A aboli\u00e7\u00e3o e a rep\u00fablica n\u00e3o foram suficientes para drenar a pe\u00e7onha da heran\u00e7a escravagista. Somos, pa\u00eds rico, uma das sociedades do planeta mais desiguais do planeta; povo mesti\u00e7o, somos diariamente pejados em comportamentos racistas. Ostentamos a mais vil concentra\u00e7\u00e3o de renda do mundo, naturalizamos a injusti\u00e7a social, o desemprego, a fome e a mis\u00e9ria.<\/p>\n<p>Neste ano novo de 2022, olhando para as elei\u00e7\u00f5es, o pa\u00eds completa 41 anos de estagna\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica. No entanto, as institui\u00e7\u00f5es funcionam \u201cnormalmente\u201d e o povo ordeiro, pacato e trabalhador encomprida as fileiras dos miser\u00e1veis em busca do aux\u00edlio emergencial de uns tantos reais oferecido pelo governo aos que comprovam a inexist\u00eancia de renda para sustentar-se e \u00e0 sua fam\u00edlia.<\/p>\n<p>Esta \u201cnormalidade\u201d, juncada de condicionantes externos e internos, s\u00f3 ser\u00e1 alterada mediante a a\u00e7\u00e3o do povo organizado, o \u00fanico capaz de desenhar seu pr\u00f3prio destino. O primeiro passo para o in\u00edcio da constru\u00e7\u00e3o de uma nova sociedade, mirando a independ\u00eancia e a igualdade social, pode ser dado nas elei\u00e7\u00f5es de outubro, se elas se afirmarem (na contram\u00e3o da tend\u00eancia de hoje) como momento de ruptura da concilia\u00e7\u00e3o de classes que conserva o dom\u00ednio da minoria poderosa sobre uma maioria de deserdados. Muito, pois, estamos a depender do que far\u00e3o os partidos progressistas e o movimento social, e do papel que cada um de n\u00f3s cumprir\u00e1 em uma ou outra arena.<\/p>\n<p><em><strong>***<\/strong><\/em><\/p>\n<p><em><strong>Eny Moreira<\/strong>\u00a0\u2013 Nos conhecemos em 1971, no STM, ainda no Rio, em tensa sess\u00e3o de julgamento de recurso de defesa de Jacob Gorender, Aitan Sipahy, Valdizar Pinto do Carmo, S\u00e9rgio Cister e outros presos pol\u00edticos. Magra, um pouco mais de um metro e meio, o lado esquerdo atrofiado pela paralisia infantil, mas quanta coragem, quanta altivez, que voz forte! O que lhe carecia em for\u00e7a f\u00edsica sobrava em bravura moral. Desde ent\u00e3o nos tornamos amigos, e eu seu admirador. Devotada advogada de presos pol\u00edticos, e sempre dispon\u00edvel, sem cuidar de riscos, que n\u00e3o eram poucos, dedicou-se durante os anos de chumbo \u00e0 defesa dos direitos humanos e \u00e0 den\u00fancia da tortura e dos assassinatos de presos pol\u00edticos. Guardou a honra de integrar o escrit\u00f3rio de Sobral Pinto \u2013 o patrono moderno dos que pelejam pela liberdade \u2013 e de estar ao lado de D. Paulo Evaristo Arns na Comiss\u00e3o de Justi\u00e7a e Paz, lutando contra as viola\u00e7\u00e3o de direitos e denunciando, nos momentos mais cru\u00e9is da ditadura, as torturas e os assassinatos. Muitas vidas foram salvas gra\u00e7as ao seu destemor. Essa \u00e9 minha amiga Eny Raimundo Moreira. Brigou at\u00e9 o final pela vida e pela liberdade. Perdeu para a trag\u00e9dia biol\u00f3gica, depois de haver lutado a vida toda contra a trag\u00e9dia social.<\/em><\/p>\n<p>Fonte da mat\u00e9ria: Brasil: a independ\u00eancia por fazer &#8211; CartaCapital &#8211; https:\/\/www.cartacapital.com.br\/opiniao\/brasil-a-independencia-por-fazer\/?utm_campaign=novo_layout_newsletter_-_0701_-_sexta-feira&amp;utm_medium=email&amp;utm_source=RD+Station<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Roberto Amaral &#8211;\u00a0O novo ano coloca na ordem do dia as comemora\u00e7\u00f5es do bicenten\u00e1rio da Independ\u00eancia, e seu marco \u00e9 o grito do 7 de setembro, mais relevante na tela de Pedro Am\u00e9rico do que na costura pol\u00edtica do grande acordo que nos deu \u2013 sem revolu\u00e7\u00e3o, sem altera\u00e7\u00e3o de mando ou de poder, sem [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":16335,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[2],"tags":[46,72],"class_list":["post-16334","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-politica","tag-desigualdade-social","tag-historia"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.7 - 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