{"id":15659,"date":"2021-09-05T13:49:29","date_gmt":"2021-09-05T16:49:29","guid":{"rendered":"https:\/\/controversia.com.br\/?p=15659"},"modified":"2021-09-04T13:52:37","modified_gmt":"2021-09-04T16:52:37","slug":"elogio-da-frugalidade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/controversia.com.br\/pt\/2021\/09\/05\/elogio-da-frugalidade\/","title":{"rendered":"Elogio da frugalidade"},"content":{"rendered":"<p><strong>Serge Latouche &#8211; <\/strong>\u201c<i>Uma intoler\u00e2ncia insana nos cerca. Seu cavalo de\u00a0<\/i><i>Troia<\/i><i>\u00a0\u00e9 a palavra felicidade. E eu acho que isso \u00e9 mortal.\u201d<\/i>\u00a0<b>Ren\u00e9 Char\u00a0<\/b><a href=\"about:reader?url=https%3A%2F%2Fwww.elviejotopo.com%2Ftopoexpress%2Ffelicidad-y-abundancia-frugal-como-arte-de-vivir%2F#_ftn1\"><u>[1]<\/u><\/a><\/p>\n<p>Embora a felicidade geralmente esteja associada \u00e0 abund\u00e2ncia, ela nunca foi associada \u00e0 frugalidade. A ideologia da felicidade desenvolveu-se, efetivamente, junto com o progresso, com a modernidade. \u201cNadar em abund\u00e2ncia\u201d, segundo esta express\u00e3o popular, seria viver no conforto e nas riquezas materiais, em meio a um ac\u00famulo de objetos que supostamente geram bem-estar. Ao contr\u00e1rio, a frugalidade, sem necessariamente ser austera, pode ser feliz, apesar de tornar a economia de consumo desnecess\u00e1ria. A frugalidade implica apenas uma autolimita\u00e7\u00e3o volunt\u00e1ria de nossas necessidades, mas n\u00e3o exclui o conv\u00edvio ou uma certa forma de hedonismo. A gastronomia, entendida como a arte de comer bem gra\u00e7as a uma cozinha saud\u00e1vel e requintada, sem ser asc\u00e9tica ou orgi\u00e1stica, faz parte dessa arte de viver preconizada pelo decrescimento.<a href=\"about:reader?url=https%3A%2F%2Fwww.elviejotopo.com%2Ftopoexpress%2Ffelicidad-y-abundancia-frugal-como-arte-de-vivir%2F#_ftn2\"><u>[2]<\/u><\/a>\u00a0\u00c9 evidente que o decrescimento n\u00e3o pretende se constituir como o \u00fanico ingrediente da alegria para se viver a frugalidade e a conviv\u00eancia coletiva. A associa\u00e7\u00e3o do epicurismo com o decrescimento n\u00e3o visa antagonizar aqueles \u201copositores do crescimento\u201d \u2013 Epicuro \u00e9 considerado, com efeito, um precursor.\u00a0<a href=\"about:reader?url=https%3A%2F%2Fwww.elviejotopo.com%2Ftopoexpress%2Ffelicidad-y-abundancia-frugal-como-arte-de-vivir%2F#_ftn3\"><u>[3]<\/u><\/a>\u00a0Em qualquer caso, \u00e9 uma refer\u00eancia \u00e0 sua filosofia aut\u00eantica e n\u00e3o \u00e0 deforma\u00e7\u00e3o vulgar que foi feita dela &#8230;<\/p>\n<p>Os paradoxos da felicidade surgem de forma surpreendente, se refletirmos sobre o contraste entre as ambiguidades da express\u00e3o \u201cdecrescimento feliz\u201d que me foi atribu\u00edda erroneamente, que na verdade foi proposta por Maurizio Pallante como t\u00edtulo de um manifesto, e a famosa express\u00e3o de Saint-Just (1767-1794): \u201ca felicidade \u00e9 uma ideia nova na Europa\u201d. \u00c9 claro que se Pallante lan\u00e7ou seu manifesto com esse t\u00edtulo, n\u00e3o foi porque a felicidade seria uma ideia nova ligada ao programa da modernidade, que dar\u00e1 origem \u00e0 sociedade do crescimento, ou seja, a maior felicidade para o maior n\u00famero de pessoas, mas porque a felicidade parece uma aspira\u00e7\u00e3o compartilhada por todos: ela \u00e9 universal e trans-hist\u00f3rica.\u00a0<a href=\"about:reader?url=https%3A%2F%2Fwww.elviejotopo.com%2Ftopoexpress%2Ffelicidad-y-abundancia-frugal-como-arte-de-vivir%2F#_ftn4\"><u>[4]<\/u><\/a><\/p>\n<p>Temos, especificamente, uma infinidade de testemunhos segundo os quais a felicidade seria uma aspira\u00e7\u00e3o cong\u00eanita da natureza humana, se aceitarmos sem cr\u00edtica as tradu\u00e7\u00f5es de autores antigos ou estrangeiros. S\u00eaneca, em seu\u00a0<i>De vita beata<\/i>, escreveu, por exemplo: \u201cTodo mundo quer viver feliz, mas n\u00e3o sabe o que faz a vida feliz\u201d. Agostinho, num texto com o mesmo t\u00edtulo, apesar de defender a austeridade, compartilhava a mesma linha: \u201co desejo da felicidade \u00e9 essencial no homem; \u00e9 o motivo de todas as nossas a\u00e7\u00f5es\u201d. Tamb\u00e9m Spinoza em\u00a0<i>\u00c9tica\u00a0<\/i>(1677): \u201co desejo de viver feliz ou de bem viver, de bem agir, \u00e9 a pr\u00f3pria ess\u00eancia do homem\u201d. E Pascal (1670) diz ainda mais explicitamente: \u201cTodos os homens procuram a felicidade. \u00c9 assim, sem exce\u00e7\u00e3o, mesmo que usem meios diferentes. Todo mundo tende a esse objetivo. O que faz com que alguns v\u00e3o para a guerra e outros n\u00e3o \u00e9 o mesmo desejo que est\u00e1 em ambos, acompanhado por diferentes pontos de vista. A vontade nunca fez qualquer outra a\u00e7\u00e3o sen\u00e3o dirigir-se a esse objetivo. \u00c9 o motivo de todas as a\u00e7\u00f5es dos homens, mesmo daqueles que se enforcam\u201d. (Texto \u201cA boa soberana\u201d, em\u00a0<i>Pensamentos<\/i>). John Locke, em seu ensaio sobre a compreens\u00e3o humana, fala do instinto de \u201cbusca da felicidade\u201d. \u201cA suprema perfei\u00e7\u00e3o de uma natureza razo\u00e1vel\u201d \u2013 escreveu ele \u2013 \u201creside na busca cuidadosa e constante da felicidade aut\u00eantica e firme, bem como na preocupa\u00e7\u00e3o de que n\u00e3o tomemos uma felicidade imagin\u00e1ria por uma felicidade real, que \u00e9 o fundamento necess\u00e1rio de nossa liberdade\u201d. Em qualquer caso, \u00e9 importante frisar, nas teologias medievais, de acordo com Santo Agostinho, apenas a vida de um asceta e a abstin\u00eancia defendida pelo cristianismo permitem alcan\u00e7ar \u201cbeatitude\u201d, ainda que quase unicamente\u00a0<i>post-mortem<\/i>.<\/p>\n<p>Se a declara\u00e7\u00e3o de Saint-Just for levada muito a s\u00e9rio, o que emerge, \u00e0s v\u00e9speras da Revolu\u00e7\u00e3o Francesa, \u00e9 uma aspira\u00e7\u00e3o diferente da felicidade celestial e da felicidade p\u00fablica das surgidas anteriormente.\u00a0<a href=\"about:reader?url=https%3A%2F%2Fwww.elviejotopo.com%2Ftopoexpress%2Ffelicidad-y-abundancia-frugal-como-arte-de-vivir%2F#_ftn5\"><u>[5]<\/u><\/a>\u00a0O conte\u00fado da felicidade\u00a0<i>beata<\/i>\u00a0mudou profundamente. A partir desse momento, transformou-se em uma quest\u00e3o de bem-estar material e individual, antec\u00e2mara do PIB (Produto Interno Bruto)\u00a0<i>per capita\u00a0<\/i>dos economistas cuja dimens\u00e3o \u00e9tica \u00e9 fraca, e at\u00e9 nula. Portanto, \u00e9 preciso questionar o esc\u00e2ndalo sem\u00e2ntico: as palavras, ao mesmo tempo que nos permitem comunicar e nos compreender uns aos outros, s\u00e3o tamb\u00e9m armadilhas, fontes de mal-entendidos. Se \u00e9 dif\u00edcil, em uma primeira aproxima\u00e7\u00e3o, sustentar que a busca pela felicidade n\u00e3o apareceu at\u00e9 os s\u00e9culos XVII e XVIII, \u00e9 claro que a\u00a0<a href=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Eudaimonia\"><i>eud<\/i><i>ai<\/i><i>monia<\/i><\/a><i>\u00a0<\/i>buscada pelos gregos, algo como a vida boa e a cidade feliz, n\u00e3o tem muito a ver com a felicidade (happiness) de Locke e Bentham. Seria conveniente, no m\u00ednimo, falar de uma felicidade antiga e de uma felicidade moderna, como Benjamin Constant fala de uma liberdade dos Antigos e de uma liberdade dos Modernos.<\/p>\n<p>Podemos fazer a hip\u00f3tese de que existe em todas as comunidades humanas e para cada um de seus membros o anseio por uma vida \u201cboa\u201d. Podemos supor, pelas necessidades da pesquisa (e certamente erradamente), que a express\u00e3o \u201cboa vida\u201d constitui um termo neutro e sem conota\u00e7\u00e3o para designar aquele anseio pluriversal e trans-hist\u00f3rico que se traduz em diferentes l\u00ednguas, culturas e \u00e9pocas, atrav\u00e9s de diferentes conceitos como: felicidade,\u00a0<i>Gl\u00fcck<\/i>,\u00a0<i>bonheur<\/i>,\u00a0<i>felicit\u00e0<\/i>,\u00a0<i>happiness,<\/i>\u00a0etc&#8230; e tamb\u00e9m como\u00a0<i>bamtaare\u00a0<\/i>(pular),\u00a0<i>sumak kawsay\u00a0<\/i>(qu\u00edchua), etc. Manteremos todas essas express\u00f5es para aquilo que o fil\u00f3sofo e te\u00f3logo indo-catal\u00e3o Raimon Panikkar chamou de equivalentes homeom\u00f3rficos da \u201cvida boa\u201d.\u00a0<a href=\"about:reader?url=https%3A%2F%2Fwww.elviejotopo.com%2Ftopoexpress%2Ffelicidad-y-abundancia-frugal-como-arte-de-vivir%2F#_ftn6\"><u>[6]<\/u><\/a>\u00a0A \u201cfelicidade\u201d, em suas diferentes variantes lingu\u00edsticas europeias, mas especialmente no sentido franc\u00eas do termo\u00a0<i>bonheur<\/i>, certamente constituiu a forma de \u201cboa vida\u201d da modernidade nascente.<\/p>\n<p>Apesar do grande interesse de tal investiga\u00e7\u00e3o, aqui n\u00e3o nos interessa saber como a vida boa foi personificada pela primeira vez em\u00a0<i>beatitude<\/i>\u00a0medieval, mas apenas no duplo movimento de redu\u00e7\u00e3o e involu\u00e7\u00e3o que ocorreu a partir do Iluminismo at\u00e9 os dias de hoje: do surgimento de felicidade reduzida a um vi\u00e9s econ\u00f4mico como o do Produto Interno Bruto\u00a0<i>per capita<\/i>\u00a0e, depois, a cr\u00edtica dos indicadores de riqueza para o nascimento do desejo redescoberto para o bem-estar, a abund\u00e2ncia frugal para a sobriedade feliz, em um contexto de\u00a0<i>prosperidade sem crescimento<\/i>, como expressou Tim Jackson.\u00a0<a href=\"about:reader?url=https%3A%2F%2Fwww.elviejotopo.com%2Ftopoexpress%2Ffelicidad-y-abundancia-frugal-como-arte-de-vivir%2F#_ftn7\"><u>[7]<\/u><\/a>\u00a0Finalmente, se tomarmos ao p\u00e9 da letra a frase Ren\u00e9 Char citado como uma introdu\u00e7\u00e3o ao texto, a palavra \u201cfelicidade\u201d deve ser adicionado \u00e0 lista de \u201cpalavras t\u00f3xicas\u201d feitas por Ivan Illich, ao lado do desenvolvimento, meio ambiente, igualdade, ajuda, mercado, necessidade, etc, devido \u00e0 confus\u00e3o que ela gera e os enganos que transmite.\u00a0<a href=\"about:reader?url=https%3A%2F%2Fwww.elviejotopo.com%2Ftopoexpress%2Ffelicidad-y-abundancia-frugal-como-arte-de-vivir%2F#_ftn8\"><u>[8]<\/u><\/a><\/p>\n<p>__________<\/p>\n<p><b>Notas:<\/b><\/p>\n<p><a href=\"about:reader?url=https%3A%2F%2Fwww.elviejotopo.com%2Ftopoexpress%2Ffelicidad-y-abundancia-frugal-como-arte-de-vivir%2F#_ftnref1\"><u>[1]<\/u><\/a>\u00a0Ren\u00e9 Char,\u00a0<i>Inqu\u00e9rito da base e do topo\u00a0<\/i>, tradu\u00e7\u00e3o de Jorge Riechmann, Ardora Editorial, Madrid, 1999.<\/p>\n<p><a href=\"about:reader?url=https%3A%2F%2Fwww.elviejotopo.com%2Ftopoexpress%2Ffelicidad-y-abundancia-frugal-como-arte-de-vivir%2F#_ftnref2\"><u>[2]<\/u><\/a>\u00a0Ao me conceder o pr\u00eamio Pelegrino Artusi, em homenagem ao famoso gastr\u00f4nomo italiano (1820-1911), autor do mais famoso tratado sobre cozinha italiana, o j\u00fari de Forlimpopoli, sua cidade natal, n\u00e3o se enganou. Esse j\u00fari compreendeu a rela\u00e7\u00e3o entre a Ci\u00eancia na cozinha e a Arte de comer bem [\u00a0<i>Ci\u00eancia na cozinha e a arte de comer bem\u00a0<\/i>, livro de Pelegrino Artusi, editora Alba, Barcelona, \u200b\u200b2010] e o decrescimento. Esse livro, que, mesmo durante a vida de seu autor, teve in\u00fameras reedi\u00e7\u00f5es, foi por muito tempo o \u00fanico livro que os pobres possu\u00edam, com o qual gera\u00e7\u00f5es de italianos aprenderam a ler. Com efeito, oferece receitas \u00fateis para todas as classes sociais e participa, sem d\u00favida, sem ter consci\u00eancia de uma arte de viver frugal.<\/p>\n<p><a href=\"about:reader?url=https%3A%2F%2Fwww.elviejotopo.com%2Ftopoexpress%2Ffelicidad-y-abundancia-frugal-como-arte-de-vivir%2F#_ftnref3\"><u>[3]<\/u><\/a>\u00a0Ver \u00c9tienne Helmer,\u00a0<i>\u00c9picure ou l&#8217;\u00e9conomie du bonheur,\u00a0<\/i>Le Passager clandestin, col. &#8220;Les pr\u00e9curseurs de la d\u00e9croissance&#8221;, Neuvy-en-Champagne, 2013.<\/p>\n<p><a href=\"about:reader?url=https%3A%2F%2Fwww.elviejotopo.com%2Ftopoexpress%2Ffelicidad-y-abundancia-frugal-como-arte-de-vivir%2F#_ftnref4\"><u>[4]<\/u><\/a>\u00a0Maurizio Pallante,\u00a0<i>La decrescita happy. A qualit\u00e0 della vita n\u00e3o depende do PIL\u00a0<\/i>. Mondadori, Ediz. por la Descrecita Felice, 2011.<\/p>\n<p><a href=\"about:reader?url=https%3A%2F%2Fwww.elviejotopo.com%2Ftopoexpress%2Ffelicidad-y-abundancia-frugal-como-arte-de-vivir%2F#_ftnref5\"><u>[5]<\/u><\/a>\u00a0<i>Beatus\u00a0<\/i>expressa o estado de imagina\u00e7\u00e3o de quem tem o que deseja, enquanto\u00a0<i>felix\u00a0<\/i>expressa o estado de cora\u00e7\u00e3o pronto para o prazer.\u00a0<i>Beatitudo\u00a0<\/i>, latim, em beatitude castelhana, tamb\u00e9m traduzido por felicidade (\u00a0<i>bonheur\u00a0<\/i>, dicion\u00e1rio De Wailly), o termo latino \u00e9 usado em franc\u00eas para designar felicidade no sentido religioso, em\u00a0<i>beatitudine\u00a0<\/i>italiana :\u00a0<i>godimento interiore\u00a0<\/i>(alegria interior)<\/p>\n<p><a href=\"about:reader?url=https%3A%2F%2Fwww.elviejotopo.com%2Ftopoexpress%2Ffelicidad-y-abundancia-frugal-como-arte-de-vivir%2F#_ftnref6\"><u>[6]<\/u><\/a>\u00a0\u00abOs equivalentes homeom\u00f3rficos n\u00e3o s\u00e3o simples tradu\u00e7\u00f5es literais, nem simplesmente traduzem o papel que a palavra original pretende ter, mas visam uma fun\u00e7\u00e3o equivalente (an\u00e1loga) ao papel assumido pela filosofia. Portanto, \u00e9 um equivalente n\u00e3o conceitual, mas funcional, ou seja, uma analogia de terceiro grau. N\u00e3o se busca a mesma fun\u00e7\u00e3o, mas a fun\u00e7\u00e3o equivalente \u00e0 exercida pela no\u00e7\u00e3o original na cosmovis\u00e3o correspondente (Raimon Panikkar, \u00abReligi\u00e3o, filosofia e cultura\u00bb, in\u00a0<a href=\"https:\/\/translate.google.com\/translate?hl=pt-BR&amp;prev=_t&amp;sl=es&amp;tl=pt&amp;u=https:\/\/dialnet.unirioja.es\/servlet\/revista%3Fcodigo%3D690\"><i>Illus. Revista de Ciencias de las Religiones<\/i><\/a>\u00a0, n\u00ba 1, 1996, pp 125-148.<\/p>\n<p><a href=\"about:reader?url=https%3A%2F%2Fwww.elviejotopo.com%2Ftopoexpress%2Ffelicidad-y-abundancia-frugal-como-arte-de-vivir%2F#_ftnref7\"><u>[7]<\/u><\/a>\u00a0Tim Jackson,\u00a0<i>Prosperidade sem crescimento: economia para um planeta finito\u00a0<\/i>, Icaria Editorial, Barcelona, \u200b\u200b2011.<\/p>\n<p><a href=\"about:reader?url=https%3A%2F%2Fwww.elviejotopo.com%2Ftopoexpress%2Ffelicidad-y-abundancia-frugal-como-arte-de-vivir%2F#_ftnref8\"><u>[8]<\/u><\/a>\u00a0Wolfgang Sachs, ed.\u00a0<i>Dicion\u00e1rio de Desenvolvimento, um guia do conhecimento como poder\u00a0<\/i>. Editado por Wolfgang Sachs, PRATEC. Projeto Andino de Tecnologias Camponesas, 1996 para a presente edi\u00e7\u00e3o. Baixe em:\u00a0<a href=\"https:\/\/translate.google.com\/translate?hl=pt-BR&amp;prev=_t&amp;sl=es&amp;tl=pt&amp;u=http:\/\/estudioscriticosdesarrollo.com\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/SachsDiccionarioDesarrollo96.pdf\"><u>Presentacion.p65 (Estudioscriticosdesarrollo.com)<\/u><\/a>\u00a0.<\/p>\n<p>Fonte da mat\u00e9ria: Elogio da frugalidade &#8211; Outras Palavras. Link: https:\/\/outraspalavras.net\/descolonizacoes\/elogio-da-frugalidade\/<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Serge Latouche &#8211; \u201cUma intoler\u00e2ncia insana nos cerca. Seu cavalo de\u00a0Troia\u00a0\u00e9 a palavra felicidade. E eu acho que isso \u00e9 mortal.\u201d\u00a0Ren\u00e9 Char\u00a0[1] Embora a felicidade geralmente esteja associada \u00e0 abund\u00e2ncia, ela nunca foi associada \u00e0 frugalidade. 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