{"id":14108,"date":"2020-10-17T16:22:04","date_gmt":"2020-10-17T19:22:04","guid":{"rendered":"https:\/\/controversia.com.br\/?p=14108"},"modified":"2020-10-16T16:27:05","modified_gmt":"2020-10-16T19:27:05","slug":"o-contrato-de-vassalagem-dos-militares","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/controversia.com.br\/pt\/2020\/10\/17\/o-contrato-de-vassalagem-dos-militares\/","title":{"rendered":"O contrato de vassalagem dos militares"},"content":{"rendered":"<p><strong>Jos\u00e9 Lu\u00eds Fiori &#8211; <\/strong>Nunca houve consenso ideol\u00f3gico dentro das For\u00e7as Armadas brasileiras, e sempre existiram militares que foram democratas, nacionalistas e comunistas. O mais famoso talvez tenha sido o capit\u00e3o Luiz Carlos Prestes, que participou do \u201cmovimento tenentista\u201d dos anos 20 e da \u201cRevolta dos 18 do Forte\u201d de Copacabana, e depois liderou \u2013 ao lado do Major Miguel Costa \u2013 a famosa Coluna que marchou pelo Brasil, durante 2 anos e 5 meses, antes de ser derrotada, defendendo a justi\u00e7a social, a universaliza\u00e7\u00e3o do ensino gratuito e a ado\u00e7\u00e3o do voto secreto nas elei\u00e7\u00f5es brasileiras. E mesmo depois da Segunda Guerra Mundial, houve muitos que se opuseram aos golpes de Estado de 1954, 55, 61 e 64, e que tiveram participa\u00e7\u00e3o importante na luta pelo monop\u00f3lio estatal do petr\u00f3leo e pela cria\u00e7\u00e3o da Petrobras. Mais do que isto, sempre houve militares que defenderam a centralidade do Estado no desenvolvimento econ\u00f4mico e la luta contra a desigualdade social do Brasil.<\/p>\n<div>\n<blockquote><p><em>Na verdade, \u00e9 a inseguran\u00e7a generalizada e crescente<\/em><br \/>\n<em>em que se debate, agoniada a humanidade de hoje,<\/em><br \/>\n<em>o \u00f3pio venenoso que cria e alimenta estas h\u00f3rridas vis\u00f5es,<\/em><br \/>\n<em>capazes, entretanto, de se tornarem<\/em><br \/>\n<em>uma realidade monstruosa.<\/em><\/p>\n<p><strong>Golbery do Couto e Silva<\/strong><br \/>\n<em>Conjuntura, Pol\u00edtica Nacional,<\/em><br \/>\n<em>o Poder Executivo &amp; Geopol\u00edtica do Brasil<\/em><\/p><\/blockquote>\n<\/div>\n<p>Mesmo assim, n\u00e3o h\u00e1 d\u00favida de que a grande maioria dos oficiais brasileiros, sobretudo depois da Segunda Guerra Mundial, foi sempre conservadora e de direita, golpista e partid\u00e1ria da submiss\u00e3o militar do Brasil aos Estados Unidos. E foi essa tend\u00eancia majorit\u00e1ria e conservadora que sempre venceu e se imp\u00f4s, dentro e fora das FFAA, em todos os momentos cruciais da hist\u00f3ria pol\u00edtica brasileira dos \u00faltimos 80 anos. E agora de novo, foram eles que venceram com o golpe de Estado de 2016 e a instala\u00e7\u00e3o do atual governo; e foram eles que reestabeleceram a vassalagem militar do Brasil com rela\u00e7\u00e3o \u00e0s For\u00e7as Armadas e \u00e0 pol\u00edtica externa dos Estados Unidos. Por isso cabe perguntar-se: em que consiste exatamente a \u201cvassalagem moderna\u201d entre Estados nacionais soberanos? Qual \u00e9 a aposta ou expectativa dos militares brasileiros, depositada neste tipo de relacionamento com os Estados Unidos, e mais recentemente, tamb\u00e9m com rela\u00e7\u00e3o a Israel? E sobretudo, quais as consequ\u00eancias de curto e longo prazo, desta rela\u00e7\u00e3o de vassalagem, para o Estado e a sociedade brasileira?<\/p>\n<p>Do ponto de vista estritamente contratual, os acordos modernos de vassalagem militar garantem ao \u201cEstado-vassalo\u201d a venda de armas e muni\u00e7\u00f5es mais sofisticadas, e de algumas \u201ctecnologias de ponta\u201d controladas pelo \u201cestado-suserano\u201d, em troca de recursos e minerais estrat\u00e9gicos do pa\u00eds vassalo, e da cess\u00e3o de suas tropas para as guerras da pot\u00eancia dominante. E em muitos casos, esse contrato tamb\u00e9m envolve \u2013 como na Col\u00f4mbia \u2013 a cess\u00e3o de territ\u00f3rio para instala\u00e7\u00e3o de soldados e bases militares norte-americanas. No per\u00edodo da Guerra-Fria, essas armas foram entregues ao Ex\u00e9rcito brasileiro para combater os \u201cpa\u00edses comunistas\u201d. Mas hoje n\u00e3o est\u00e1 claro quem seja o inimigo brasileiro, e o que pretendem fazer suas For\u00e7as Armadas com este armamento mais sofisticado e destrutivo que receber\u00e3o dos Estados Unidos. Contra quem pretendem utiliz\u00e1-las? Se for contra as Grandes Pot\u00eancias, ser\u00e3o in\u00fateis porque elas disp\u00f5em do poder at\u00f4mico que o Brasil n\u00e3o tem, mas se for contra seus vizinhos sul-americanos, isto acabar\u00e1 provocando uma corrida armamentista no continente, uma vez que n\u00e3o se pode supor que os outros n\u00e3o fa\u00e7am o mesmo que o Brasil. E quem pode sair ganhando com a transforma\u00e7\u00e3o da Am\u00e9rica do Sul num grande comprador de armas? E qual o custo dessa loucura para um continente que j\u00e1 \u00e9 pobre e que sair\u00e1 ainda mais pobre da atual pandemia do coronav\u00edrus? Neste sentido, cabe perguntar aos militares brasileiros se eles j\u00e1 fizeram este c\u00e1lculo, e se eles t\u00eam clara a heran\u00e7a que deixar\u00e3o para seus filhos e netos, e sobretudo para a grande maioria dos brasileiros que n\u00e3o s\u00e3o militares e que n\u00e3o t\u00eam nada a ver com essas armas que lhes ser\u00e3o financiadas e favorecidas em troca de sua vassalagem?<\/p>\n<p>Mas al\u00e9m disto, a expectativa de todo \u201cEstado vassalo\u201d \u00e9 obter tamb\u00e9m vantagens econ\u00f4micas de sua vassalagem, sob a forma do livre acesso aos mercados e investimentos da \u201cpot\u00eancia-suserana\u201d. Foi assim que de fato, durante a Guerra Fria, em particular entre 1950 e 1980, a vassalagem brasileira foi compensada pelo apoio norte-americano ao projeto desenvolvimentista dos militares brasileiros daquela \u00e9poca. E neste sentido se pode dizer, inclusive, que o chamado \u201cmilagre econ\u00f4mico\u201d da ditadura militar\u201d foi uma esp\u00e9cie de r\u00e9plica latina do \u201cdesenvolvimento a convite\u201d da Coreia, de Taiwan, do Jap\u00e3o ou mesmo da Alemanha, e de quase toda a Europa que foi favorecida pelo Plano Marshall. Essa situa\u00e7\u00e3o, no entanto, n\u00e3o se repetiu em lugar nenhum do mundo depois da d\u00e9cada de 80, quando os Estados Unidos abandonaram sua estrat\u00e9gia econ\u00f4mica internacional do p\u00f3s-Segunda Guerra inaugurada pelos acordos de Bretton Woods, de 1944, e adotaram sua nova estrat\u00e9gia de desregula\u00e7\u00e3o e liberaliza\u00e7\u00e3o selvagem dos seus mercados perif\u00e9ricos, que foi experimentada depois do golpe militar chileno de 1973, mas que s\u00f3 chegou ao Brasio na d\u00e9cada de 90. E agora, mais recentemente, a expectativa de que os Estados Unidos possam ajudar o desenvolvimento econ\u00f4mico de seus \u201cvassalos\u201d, j\u00e1 na terceira d\u00e9cada do s\u00e9culo XXI, n\u00e3o tem p\u00e9 nem cabe\u00e7a. Neste momento, a economia americana est\u00e1 sendo atropelada pela \u201ccrise epid\u00eamica\u201d, mas mesmo antes disto, o governo de Donald Trump j\u00e1 havia adotado uma pol\u00edtica econ\u00f4mica \u201cde tipo nacionalista\u201d, com a prote\u00e7\u00e3o de seu mercado interno e de sua ind\u00fastria, e com a defesa intransigente de seus produtores de gr\u00e3os e alimentos, que concorrem diretamente com o\u00a0<em>agro-business<\/em>\u00a0brasileiro.<\/p>\n<p>Assim mesmo, \u00e9 imposs\u00edvel imaginar um governo que seja mais subserviente e lambe-botas de Donald Trump que o atual governo brasileiro. No entanto, nos \u00faltimos dois anos, o Brasil n\u00e3o logrou nenhum acordo comercial significativo com os Estados Unidos e n\u00e3o obteve nenhuma vantagem ou favorecimento especial do governo norte-americano. Pelo contr\u00e1rio, o Brasil j\u00e1 foi objeto de v\u00e1rias retalia\u00e7\u00f5es e humilha\u00e7\u00f5es econ\u00f4micas do governo Trump, sem que tenha dito uma s\u00f3 palavra de protesto ou defesa de seus pr\u00f3prios interesses nacionais. E para al\u00e9m dos Estados Unidos, o Parlamento Europeu rejeitou recentemente o acordo comercial que havia come\u00e7ado a tramitar, entre a Uni\u00e3o Europeia e o Mercosul, como forma de retalia\u00e7\u00e3o expl\u00edcita contra o o governo do Sr, Bolsonaro. E para culminar, nos \u00faltimos 12 meses, a fuga dos investidores privados estrangeiros do Brasil mais que dobrou, n\u00e3o havendo nenhuma expectativa de revers\u00e3o dessa tend\u00eancia que, pelo contr\u00e1rio, deve piorar ainda mais. Por tanto, at\u00e9 agora, a nova vassalagem militar do Brasil n\u00e3o trouxe nenhuma vantagem econ\u00f4mica, nem de mercados abertos nem de investimentos<\/p>\n<p>Os buf\u00f5es do atual governo n\u00e3o entendem nada de economia, nem sabem o que seja o capitalismo. Mas o mais grave \u00e9 que seus militares tamb\u00e9m n\u00e3o consigam entender que seus novos aliados econ\u00f4micos \u2013 diferentemente do per\u00edodo da Guerra Fria \u2013 s\u00e3o financistas; e que, no capitalismo contempor\u00e2neo, os financistas n\u00e3o necessitam do crescimento econ\u00f4mico do PIB, para aumentar seus lucros e acumular sua riqueza privada. Basta dizer que nos \u00faltimos cinco meses em que a pandemia do coronav\u00edrus destro\u00e7ou a economia mundial, a riqueza financeira do mundo cresceu 25%, para mais de US$10 trilh\u00f5es, e o patrim\u00f4nio dos 42 maiores bilion\u00e1rios brasileiros, quase todos financistas, cresceu US$34 bilh\u00f5es. E enquanto os militares do governo n\u00e3o entenderem este aparente paradoxo capitalista, nem conseguirem perceber que sua vassalagem contempor\u00e2nea n\u00e3o lhes trar\u00e1 vantagens econ\u00f4micas, eles seguir\u00e3o se debatendo para controlar este governo\u201d que ajudaram a criar, que consegue ter, ao mesmo tempo, um chanceler que ataca a China e a globaliza\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica, enquanto seu ministro de economia aposta todas as suas fichas exatamente na China e na globaliza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Por \u00faltimo, a \u201crela\u00e7\u00e3o de vassalagem\u201d moderna envolve tamb\u00e9m compromissos e consequ\u00eancias estrat\u00e9gicas que n\u00e3o aparecem explicitados nos acordos militares. Por exemplo, depois da Segunda Guerra Mundial, as For\u00e7as Armadas (FFAA) brasileiras n\u00e3o precisaram mais escolher seu \u201cinimigo externo\u201d, que passou a ser definido diretamente pelos Estados Unidos. E durante toda a Guerra Fria, esse \u201cinimigo\u201d foi a Uni\u00e3o Sovi\u00e9tica, que n\u00e3o tinha o menor interesse nem a menor possibilidade de atacar o Brasil, um pa\u00eds que estava inteiramente fora do \u201cjogo\u201d das grandes pot\u00eancia\u201d. Al\u00e9m disso, esta estranha condi\u00e7\u00e3o de \u201cinimigo do inimigo dos outros\u201d criou uma distor\u00e7\u00e3o permanente no comportamento do Ex\u00e9rcito brasileiro, que se transformou numa pol\u00edcia especializada no combate aos \u201ctraidores internos\u201d, ou seja, para come\u00e7ar, todos aqueles que divergissem da posi\u00e7\u00e3o norte-americana e da vassalagem militar brasileira. Foi assim que nasceu a figura do \u201cinimigo interno\u201d, criada pela Doutrina de Seguran\u00e7a Nacional formulada na d\u00e9cada de 1940 pela Escola Superior de Guerra, imediatamente depois da assinatura do Acordo Militar Brasil-Estados Unidos, de 1952. E foi gra\u00e7as a essa verdadeira \u201ccambalhota funcional\u201d que as FFAA passaram a espionar seu pr\u00f3prio povo, na busca constante e obsessiva do \u201c\u00f3pio venenoso\u201d e das \u201ch\u00f3rridas vis\u00f5es\u201d que estariam amea\u00e7ando a paz interna da sociedade e do estado brasileiro, segundo as palavras do General Golbery do Couto e Silva, citadas na ep\u00edgrafe deste texto. E foi assim que nasceu e se consolidou historicamente a rela\u00e7\u00e3o direta entre a \u201cvassalagem internacional\u201d do Brasil e o \u201cautoritarismo nacional\u201d das suas For\u00e7as Armadas, que passaram a denunciar como \u201cinimigos\u201d do Estado todos aqueles que discordassem das suas pr\u00f3prias posi\u00e7\u00f5es ideol\u00f3gicas, e da sua cegueira estrat\u00e9gica.<\/p>\n<p>Esta distor\u00e7\u00e3o das For\u00e7as Armadas explica por que depois da Guerra Fria, e durante o per\u00edodo da uni-polaridade americana, os militares brasileiros perderam sua b\u00fassola e ficaram sem inimigos claros durante quase vinte anos. E quando tentaram definir um \u201cinimigo externo\u201d por sua pr\u00f3pria conta, escolheram a Fran\u00e7a<a href=\"https:\/\/outraspalavras.net\/crise-brasileira\/contrato-de-vassalagem-dos-militares\/#sdfootnote1sym\"><sup>1<\/sup><\/a>, o que \u00e9 pouco menos que rid\u00edculo, uma vez que ela \u00e9 hoje apenas uma pot\u00eancia intermedi\u00e1ria declinante, que mal consegue exercer alguma influ\u00eancia no norte da \u00c1frica e que, ainda por cima, \u00e9 advers\u00e1ria do governo venezuelano que os militares brasileiros tanto odeiam. E como consequ\u00eancia, para recriar o seu o \u201cboneco de pancada\u201d ou \u201cinimigo interno\u201d, tiveram que recorrer a uma inven\u00e7\u00e3o esdr\u00faxula da ultradireita norte-americana: um tal de \u201cmarxismo cultural\u201d, que ningu\u00e9m sabe o que seja, mas que serviu para os militares brasileiros demonizarem todos os \u201cmovimentos identit\u00e1rios\u201d\u2019 e \u201cpoliticamente corretos\u201d, e em particular, a um ex-presidente da Rep\u00fablica, seu partido e seus militantes, apesar deles serem uma pe\u00e7a essencial de todo e qualquer jogo democr\u00e1tico.<\/p>\n<p>Esta confus\u00e3o se mantem at\u00e9 hoje, mas o quadro alterou-se radicalmente no momento em que o presidente Donald Trump elegeu o novo inimigo externo dos Estados Unidos, em 2019, ao declarar sua guerra comercial e tecnol\u00f3gica contra a China, e ao tentar polarizar o mundo em torno de seu contencioso com os chineses. O problema, entretanto, \u00e9 que no momento em que Donald Trump mudou sua pol\u00edtica externa, o Brasil j\u00e1 tinha se transformado numa economia prim\u00e1rio-exportadora dependente dos mercados e investimentos chineses, e est\u00e1 cada vez mais dif\u00edcil de transformar em inimigo estrat\u00e9gico do Brasil o pa\u00eds que \u00e9 precisamente o seu principal parceiro econ\u00f4mico. Al\u00e9m disso, como os chineses s\u00e3o pragm\u00e1ticos e n\u00e3o se prop\u00f5em a converter ningu\u00e9m, fica ainda mais dif\u00edcil transformar os admiradores da China em \u201cinimigos internos\u201d do Estado brasileiro, como aconteceu com os comunistas durante a Guerra Fria.<\/p>\n<p>No meio dessa \u201cbarafunda\u201d ideol\u00f3gica e pol\u00edtica, e do caos econ\u00f4mico que se acentua a cada momento que passa, o homem comum se pergunta o que afinal tem a dizer e propor os militares brasileiros com rela\u00e7\u00e3o aos milh\u00f5es de brasileiros que hoje vegetam na mis\u00e9ria e na fome dos campos e das grandes cidades do pa\u00eds, e que reclamam e protestam porque t\u00eam fome, mas n\u00e3o s\u00e3o \u201cinimigos\u201d do Estado brasileiro, nem muito menos de suas For\u00e7as Armadas ?<\/p>\n<p>E ali\u00e1s, quem deu a estes senhores o direito, e de onde vem sua arrog\u00e2ncia de querer julgar e decidir quem s\u00e3o os bons, e quem s\u00e3o os maus brasileiros ?<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/outraspalavras.net\/crise-brasileira\/contrato-de-vassalagem-dos-militares\/#sdfootnote1anc\">1<\/a>\u00a0\u201cElite militar brasileira v\u00ea Fran\u00e7a como inimiga nos pr\u00f3ximos 20 anos\u201d, Folha de S\u00e3o Paulo, 10\/02\/2020<\/p>\n<p>Fonte da mat\u00e9ria:<br \/>\n(https:\/\/outraspalavras.net\/crise-brasileira\/contrato-de-vassalagem-dos-militares\/)<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Jos\u00e9 Lu\u00eds Fiori &#8211; Nunca houve consenso ideol\u00f3gico dentro das For\u00e7as Armadas brasileiras, e sempre existiram militares que foram democratas, nacionalistas e comunistas. 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