{"id":13740,"date":"2020-07-04T17:19:30","date_gmt":"2020-07-04T20:19:30","guid":{"rendered":"https:\/\/controversia.com.br\/?p=13740"},"modified":"2020-07-02T19:26:42","modified_gmt":"2020-07-02T22:26:42","slug":"trabalho-no-pos-pandemia-dados-de-uma-catastrofe","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/controversia.com.br\/pt\/2020\/07\/04\/trabalho-no-pos-pandemia-dados-de-uma-catastrofe\/","title":{"rendered":"Trabalho no p\u00f3s-pandemia: dados de uma cat\u00e1strofe"},"content":{"rendered":"<p><strong>Jos\u00e9 \u00c1lvaro de Lima Cardoso<\/strong> &#8211;\u00a0Desde 2016, renda e emprego se deterioram no Brasil \u2013 e, sem a\u00e7\u00f5es consistentes, governo agrava situa\u00e7\u00e3o. Desemprego pode subir 60%. Precariza\u00e7\u00e3o aumentou; sal\u00e1rios e jornadas diminu\u00edram. 17, 7 milh\u00f5es est\u00e3o sem perspectivas.<\/p>\n<p>Pelos dados da PNAD Cont\u00ednua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domic\u00edlio Cont\u00ednua) do IBGE, o ano de 2014 apresentou o menor n\u00edvel de desocupa\u00e7\u00e3o desde o in\u00edcio da s\u00e9rie hist\u00f3rica da pesquisa. Em cinco anos (entre 2014 e 2019), o contingente de desocupados no Brasil saiu de 6,7 para 12,6 milh\u00f5es, o que significou um aumento de quase 90%. A taxa de desocupa\u00e7\u00e3o no Pa\u00eds passou de 6,8% em 2014, para 11,9% em 2019, aumento de 75%.<\/p>\n<p>A deteriora\u00e7\u00e3o dos indicadores se revela tamb\u00e9m atrav\u00e9s das formas de inser\u00e7\u00e3o no mercado de trabalho da popula\u00e7\u00e3o ocupada. Em 2014 o contingente de empregados do setor privado, que tinha carteira assinada, atingiu o patamar mais alto da s\u00e9rie, 36,5 milh\u00f5es. Em 2019 este contingente j\u00e1 havia ca\u00eddo para 33,2 milh\u00f5es, redu\u00e7\u00e3o de 9%. Do outro lado da moeda, os sem carteira assinada sa\u00edram de 10,3 milh\u00f5es em 2014, para 11,6 milh\u00f5es no ano passado. Estes dados mostram que, no per\u00edodo analisado, al\u00e9m do aumento brutal do desemprego o mercado de trabalho brasileiro sofre tamb\u00e9m um acelerado processo de precariza\u00e7\u00e3o das condi\u00e7\u00f5es de trabalho (como outros indicadores tamb\u00e9m revelam).<\/p>\n<p>Entre 2014 e 2019 cresceu o n\u00famero de trabalhadores dom\u00e9sticos, que chegou a 6,3 milh\u00f5es de trabalhadores, um crescimento de 6,7%. Aumento do emprego dom\u00e9stico \u00e9 um sintoma tamb\u00e9m de precariza\u00e7\u00e3o, pelas raz\u00f5es conhecidas (sal\u00e1rios baixos, condi\u00e7\u00f5es de trabalho ruins, etc.). Cresceu tamb\u00e9m o trabalho por conta pr\u00f3pria. Este envolvia, em 2014, 21,1 milh\u00f5es, passando a totalizar 24,2 milh\u00f5es em 2019, um acr\u00e9scimo de 3,1 milh\u00f5es de pessoas em cinco anos. Dentre os trabalhadores por conta pr\u00f3pria 80% n\u00e3o tem registro legal, apenas 20% disp\u00f5e do mesmo, verdadeira lei das selvas.<\/p>\n<p>No ano passado, o Rendimento M\u00e9dio Real de todos os trabalhos habitualmente recebido pelas pessoas com rendimento de trabalho, foi estimado em R$ 2.330,00. Aumento de 3 reais em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 2014. S\u00f3 que tem um detalhe: O valor m\u00e9dio real de 2014, representava 3,2 sal\u00e1rios m\u00ednimos, enquanto em 2019, o valor m\u00e9dio real de todos os trabalhos (R$ 2.330,00) foi de 2,3 sal\u00e1rios m\u00ednimos. O valor m\u00e9dio do rendimento do trabalho mostra porque uma das primeiras a\u00e7\u00f5es dos golpistas de 2016 foi acabar com a pol\u00edticas de ganhos reais do sal\u00e1rio m\u00ednimo: \u00e9 que os sal\u00e1rios s\u00e3o muito baixos no Brasil, o sal\u00e1rio m\u00ednimo um pouco mais alto, revela isso.<\/p>\n<p>Estes dados sobre rendimentos do trabalho s\u00e3o totalmente compat\u00edveis com outras informa\u00e7\u00f5es, tamb\u00e9m do IBGE, que \u00e9 o rendimento mensal domiciliar per capita m\u00e9dio do Brasil: R$ 1.337 em 2018. Este \u00e9 o valor estimado que as pessoas disp\u00f5em no Brasil para atenderem todas as necessidades b\u00e1sicas: R$ 44,5 di\u00e1rios para gastos com alimenta\u00e7\u00e3o, transporte, \u00e1gua e luz, habita\u00e7\u00e3o, vestu\u00e1rio, etc. Para termos uma ideia do que esse rendimento m\u00e9dio mensal significa, uma cesta b\u00e1sica para uma pessoa (com apenas 13 produtos) em Florian\u00f3polis, calculada pelo DIEESE, custa R$ 524,07. Claro, se o rendimento do trabalho n\u00e3o cresce, e \u00e9 aviltado na compara\u00e7\u00e3o com o sal\u00e1rio m\u00ednimo, o rendimento domiciliar per capita cai em termos reais. Isso refor\u00e7a o que j\u00e1 se sabe, que \u00e9 a grande depend\u00eancia das fam\u00edlias dos rendimentos do trabalho no Brasil.<\/p>\n<p>Um detalhe que chama a aten\u00e7\u00e3o e mostra como somos um povo esmagado: 57,6% dos rendimentos domiciliares\u00a0<em>per capita\u00a0<\/em>observados em 2018 ainda eram iguais ou inferiores ao valor do sal\u00e1rio m\u00ednimo vigente nesse mesmo ano. Isso significa que quase 60% das pessoas possu\u00edam rendimento domiciliar\u00a0<em>per capita\u00a0<\/em>de at\u00e9 R$ 954,00 (um sal\u00e1rio m\u00ednimo).<\/p>\n<p>Um outro problema grave detectado no mercado de trabalho brasileiro \u00e9 a Subutiliza\u00e7\u00e3o da For\u00e7a de Trabalho. O contingente de pessoas subutilizadas na for\u00e7a de trabalho no Brasil totalizou 27,6 milh\u00f5es de pessoas em 2019. Esse indicador, que era de 15% em 2014, chegou a 24,2% no ano passado. A taxa de subutiliza\u00e7\u00e3o \u00e9 o percentual de pessoas desocupadas e subocupadas por insufici\u00eancia de horas trabalhadas. Ou seja, 1 em cada 4 brasileiros est\u00e3o sendo subutilizados para o trabalho. A popula\u00e7\u00e3o subocupada por insufici\u00eancia de horas trabalhadas passou de 4,9 milh\u00f5es em 2014 para 7,5 milh\u00f5es em 2019.<\/p>\n<p>Mas trabalhar menos n\u00e3o \u00e9 melhor? Neste caso n\u00e3o, porque a remunera\u00e7\u00e3o \u00e9 proporcional \u00e0 jornada de trabalho. Se para uma jornada normal o rendimento m\u00e9dio \u00e9 R$ 2.330,00, uma jornada reduzida significa um sal\u00e1rio ainda menor. Os trabalhadores subutilizados na for\u00e7a de trabalho, por insufici\u00eancia de horas trabalhadas, est\u00e3o no limiar da fome. N\u00e3o s\u00e3o casuais ou exageradas as constantes descri\u00e7\u00f5es de trabalhadores precarizados sobre suas condi\u00e7\u00f5es de renda e trabalho: h\u00e1 relatos de entregadores de alimenta\u00e7\u00e3o, atrav\u00e9s de bicicletas, de que as entregas s\u00e3o realizadas com o trabalhador sentindo fome durante toda a jornada. H\u00e1 trabalhadores que comem antes de sair de casa, pela manh\u00e3, entregam comida o dia todo e, ap\u00f3s rodar cerca de 100 km, s\u00f3 ir\u00e3o comer de novo \u00e0 noite, ao chegar em casa.<\/p>\n<p>Todo o quadro j\u00e1 grav\u00edssimo do mercado de trabalho piorou com a pandemia. Segundo a PNAD Covid-19, que o IBGE est\u00e1 divulgando no per\u00edodo de pandemia, em maio, havia 10,1 milh\u00f5es de desocupados, uma taxa de desocupa\u00e7\u00e3o de 10,7%. A Taxa de Subutiliza\u00e7\u00e3o, por sua vez, ficou em 27,9% da popula\u00e7\u00e3o ocupada, o que representou 18,3 milh\u00f5es de pessoas que trabalharam menos do que a sua jornada habitual.<\/p>\n<p>Nos dados da pesquisa duas informa\u00e7\u00f5es chamam especialmente a aten\u00e7\u00e3o: a. a m\u00e9dia semanal de horas efetivamente trabalhadas (27,4h) no pa\u00eds ficou abaixo da m\u00e9dia habitual (39,6h); b. o rendimento efetivo dos trabalhadores (R$ 1.899), ficou 18,1% abaixo do rendimento habitual (R$ 2.320). Ou seja: em fun\u00e7\u00e3o de ter sua jornada reduzida, ou por ter perdido oportunidades de trabalho (trabalhadores por conta pr\u00f3pria, por exemplo), o trabalhador reduziu seu rendimento em 18%. Vamos lembrar que o \u201cFique em Casa\u201d com tranquilidade \u00e9 um privil\u00e9gio de uma minoria (classe m\u00e9dia em geral e ricos). No in\u00edcio do isolamento social, principalmente, muita gente ficou em casa passando priva\u00e7\u00f5es. Os miser\u00e1veis R$ 600,00 custaram quase dois meses para chegar. Para muita gente, inclusive, nunca chegou.<\/p>\n<p>Como mencionado, a taxa de desocupa\u00e7\u00e3o (10,7%) manteve-se relativamente baixa e est\u00e1vel em maio, apesar do significativo choque causado pela pandemia. A explica\u00e7\u00e3o para esse fen\u00f4meno est\u00e1 possivelmente associada ao fato de que o contingente de pessoas sem emprego, que n\u00e3o procuraram emprego em maio por medo da doen\u00e7a \u2013 e, portanto, n\u00e3o s\u00e3o consideradas desocupadas \u2013, foi muito elevado. A pandemia foi provavelmente o principal fator que levou as pessoas que gostariam de trabalhar a n\u00e3o procurar emprego na semana de refer\u00eancia. Segundo o IBGE, 17,7 milh\u00f5es afirmaram n\u00e3o ter procurado emprego por conta da pandemia ou por falta de trabalho na localidade em que residem. Como se poderia esperar, a pandemia acaba mascarando os n\u00fameros, j\u00e1 que muitos brasileiros que perderam o emprego e que estariam procurando uma nova vaga, n\u00e3o sa\u00edram para procurar emprego, e desaparecem assim da estat\u00edstica.<\/p>\n<p>A previs\u00e3o de alguns pesquisadores \u00e9 que o desemprego termine o ano na casa dos 17%, o que significaria um crescimento de quase 60%. \u00c0 medida que a economia reabrir, em ritmos diferentes e de forma n\u00e3o-linear, a depender da situa\u00e7\u00e3o em cada estado e cidade, uma parte das pessoas voltar\u00e1 a procurar emprego. Neste contexto de deteriora\u00e7\u00e3o das condi\u00e7\u00f5es, vem crescendo a informalidade, impulsionada pela crise e pelo ambiente de desregulamenta\u00e7\u00e3o desde o golpe de 2016. A citada pesquisa do IBGE, destaca que, na quarta semana de maio, do total da popula\u00e7\u00e3o ocupada (84,43 milh\u00f5es), 29,1 milh\u00f5es eram trabalhadores informais, ou seja, 34,5%. Cabe aqui o mesmo argumento em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 taxa de desemprego: estes dados de informalidade tamb\u00e9m est\u00e3o mascarados pela pandemia.<\/p>\n<p>A piora da renda e do emprego s\u00e3o fen\u00f4menos tamb\u00e9m diretamente relacionados com o fato de que o golpe de 2016 causou a maior estagna\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica da hist\u00f3ria do Brasil. N\u00e3o h\u00e1 registro anterior, nas contas nacionais, de seis anos de recess\u00e3o e\/ou estagna\u00e7\u00e3o, entre 2015 at\u00e9 agora. Historicamente, incluindo o per\u00edodo 2004\/2014, a base para distribui\u00e7\u00e3o de renda a gera\u00e7\u00e3o de empregos combinada com melhoria salarial.<\/p>\n<p>Este resultado do mercado de trabalho \u00e9 fruto tamb\u00e9m do que podemos chamar de \u201ctempestade perfeita\u201d atravessada pelo Brasil:<\/p>\n<p>1. Com a maior crise pol\u00edtica e econ\u00f4mica j\u00e1 vista;<\/p>\n<p>2. Os piores governos da sua hist\u00f3ria, os mais inimigos do povo (Temer e Bolsonaro);<\/p>\n<p>3. Impactos da chamada 4\u00aa Revolu\u00e7\u00e3o Industrial, em curso;<\/p>\n<p>4. A mais importante pandemia do \u00faltimo s\u00e9culo pelo menos (gripe espanhola matou 30.000, o covid-19, que est\u00e1 no come\u00e7o, j\u00e1 matou quase o dobro, 57.658 at\u00e9 ontem).<\/p>\n<p>A pandemia veio num contexto em que a pobreza e a desigualdade social tinham explodido, como mostram todos os indicadores de distribui\u00e7\u00e3o de renda. Al\u00e9m disso, a atual crise do mercado de trabalho ocorre num contexto no qual os governos p\u00f3s-golpe, congelaram os gastos com o povo, atrav\u00e9s da Emenda Constitucional 95 (emenda da morte). O que comprometeu \u00e1reas como sa\u00fade e educa\u00e7\u00e3o, vitais para o atendimento da popula\u00e7\u00e3o, especialmente a mais pobre.<\/p>\n<p>N\u00e3o se pode subestimar os efeitos que a pandemia est\u00e1 provocando no empobrecimento da classe trabalhadora, para o per\u00edodo de p\u00f3s-pandemia. O governo fez o m\u00ednimo para atender trabalhadores e micros\/pequenos empres\u00e1rios que ficaram sem renda. Os R$ 600,00 (quase o custo de uma cesta b\u00e1sica para um adulto, com 13 produtos alimentares), foi empurrado goela abaixo do governo, que n\u00e3o queria despender nenhum tost\u00e3o com trabalhadores e pobres.<\/p>\n<p>Fonte da mat\u00e9ria:<\/p>\n<blockquote class=\"wp-embedded-content\" data-secret=\"ZT0mnw0hKj\"><p><a href=\"https:\/\/outraspalavras.net\/trabalhoeprecariado\/trabalhador-no-pos-pandemia-dados-de-uma-catastrofe\/\">Trabalho no p\u00f3s-pandemia: dados de uma cat\u00e1strofe<\/a><\/p><\/blockquote>\n<p><iframe loading=\"lazy\" class=\"wp-embedded-content\" sandbox=\"allow-scripts\" security=\"restricted\" style=\"position: absolute; clip: rect(1px, 1px, 1px, 1px);\" title=\"&#8220;Trabalho no p\u00f3s-pandemia: dados de uma cat\u00e1strofe&#8221; &#8212; Outras Palavras\" src=\"https:\/\/outraspalavras.net\/trabalhoeprecariado\/trabalhador-no-pos-pandemia-dados-de-uma-catastrofe\/embed\/#?secret=FTFKV0wRzU#?secret=ZT0mnw0hKj\" data-secret=\"ZT0mnw0hKj\" width=\"600\" height=\"338\" frameborder=\"0\" marginwidth=\"0\" marginheight=\"0\" scrolling=\"no\"><\/iframe><\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Jos\u00e9 \u00c1lvaro de Lima Cardoso &#8211;\u00a0Desde 2016, renda e emprego se deterioram no Brasil \u2013 e, sem a\u00e7\u00f5es consistentes, governo agrava situa\u00e7\u00e3o. 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