{"id":1280,"date":"2016-07-17T19:15:52","date_gmt":"2016-07-17T22:15:52","guid":{"rendered":"http:\/\/controversia.com.br\/?p=1280"},"modified":"2016-07-17T19:12:35","modified_gmt":"2016-07-17T22:12:35","slug":"o-torpor-do-capitalismo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/controversia.com.br\/pt\/2016\/07\/17\/o-torpor-do-capitalismo\/","title":{"rendered":"O TORPOR DO CAPITALISMO"},"content":{"rendered":"<p><strong>ROBERT KURZ<\/strong> &#8211;\u00a0Chega ao fim o mito da expans\u00e3o ilimitada do mercado<\/p>\n<p>H\u00e1 uma concep\u00e7\u00e3o ing\u00eanua, por\u00e9m sensata, sobre a produtividade: quanto mais ela cresce, assim pensa o bom racioc\u00ednio humano, mais al\u00edvio traz \u00e0 vida em comum. A maior produtividade permite mais bens com menos trabalho. N\u00e3o \u00e9 maravilhoso? Em nossa \u00e9poca, no entanto, parece que o aumento da produtividade, al\u00e9m de criar uma quantidade exagerada de bens, resultou numa avalanche de desemprego e de mis\u00e9ria.Desde o final dos anos 70, os soci\u00f3logos costumam falar de um desemprego tecnol\u00f3gico ou \u201cestrutural\u201d. Isso significa que o desemprego desenvolve-se com independ\u00eancia dos movimentos conjunturais da economia e cresce at\u00e9 mesmo em per\u00edodos de surto financeiro. Nos anos 80 e 90, a base desse desemprego estrutural, de ciclo para ciclo, tornou-se cada vez maior em quase todos os pa\u00edses; em 1995, segundo n\u00fameros da Organiza\u00e7\u00e3o Internacional do Trabalho, 30% da popula\u00e7\u00e3o economicamente ativa de todo o mundo n\u00e3o possuia emprego est\u00e1vel.<\/p>\n<p>Essa triste realidade, al\u00e9m de incompat\u00edvel com o bom racioc\u00ednio humano, suscitou uma curiosa rea\u00e7\u00e3o dos economistas. Os doutores em ci\u00eancias econ\u00f4micas agem como se o fen\u00f4meno irracional do desemprego em massa n\u00e3o tenha absolutamente nada a ver com as leis da economia moderna; as causas, segundo eles, devem ser buscadas em fatores alheios \u00e0 economia, sobretudo na pol\u00edtica financeira equivocada dos governos.<\/p>\n<p>Ao mesmo tempo, por\u00e9m, os mesmos economistas afirmam que o aumento da produtividade n\u00e3o diminui o n\u00famero de empregos, mas \u00e9 respons\u00e1vel, ao contr\u00e1rio, pelo seu crescimento. Isso foi comprovado pela hist\u00f3ria da modernidade. O que para o observador imparcial se assemelha \u00e0 causa da doen\u00e7a, deve assim integrar a pr\u00f3pria receita para a cura. Os economistas operam com uma equa\u00e7\u00e3o que mais parece um sofisma. Onde est\u00e1 o erro?<\/p>\n<p>Um axioma da teoria econ\u00f4mica afirma que o objetivo da produ\u00e7\u00e3o \u00e9 suprir a falta de bens da popula\u00e7\u00e3o. Ora, isso \u00e9 uma pura banalidade. Todos sabem que o objetivo da produ\u00e7\u00e3o moderna \u00e9 originar um lucro privado. A venda dos bens produzidos deve render mais dinheiro do que o custo de sua produ\u00e7\u00e3o. Qual a rela\u00e7\u00e3o interna entre esses dois objetivos? Os economistas dizem que o segundo objetivo \u00e9 apenas um meio (na verdade o melhor meio) de atingir a primeira meta. E, no entanto, \u00e9 evidente que ambos objetivos n\u00e3o s\u00e3o id\u00eanticos: o primeiro refere-se \u00e0 economia como um todo, o segundo \u00e0 economia das empresas. Disso resultam contradi\u00e7\u00f5es que, desde seu in\u00edcio, tornaram inst\u00e1vel o sistema econ\u00f4mico moderno.<\/p>\n<p>A id\u00e9ia t\u00e3o natural de que o aumento da produtividade facilita a vida dos homens n\u00e3o leva em conta a racionalidade das empresas. Na verdade, trata-se de saber qual ser\u00e1 o uso de uma maior capacidade produtiva. Se a produ\u00e7\u00e3o visa a suprir as pr\u00f3prias necessidades, a evolu\u00e7\u00e3o dos m\u00e9todos e dos meios ser\u00e1 utilizada simplesmente para trabalhar menos e desfrutar do maior tempo livre.<\/p>\n<p>Um produtor de bens para o mercado, no entanto, pode ter a brilhante id\u00e9ia de trabalhar tanto quanto agora e utilizar a produtividade adicional para produzir uma quantidade ainda maior de mercadorias, a fim de ganhar mais dinheiro em vez de aproveitar o \u00f3cio. Um administrador de empresas \u00e9 mesmo for\u00e7ado a chegar a essa id\u00e9ia, pois de nada lhe serve que os assalariados conquistem um maior espa\u00e7o de tempo livre. Para ele, a produtividade adicional representa de qualquer modo um trunfo contra a concorr\u00eancia, sendo revertida em benef\u00edcio da diminui\u00e7\u00e3o dos custos da empresa, e n\u00e3o em favor da maior comodidade dos produtores.<\/p>\n<p>\u00c9 por isso que, na hist\u00f3ria econ\u00f4mica moderna, a jornada de trabalho diminuiu numa propor\u00e7\u00e3o muito menor do que o aumento correspondente de produtividade. Hoje em dia, os assalariados ainda trabalham mais e durante mais tempo do que os camponeses da Idade M\u00e9dia.<\/p>\n<p>A diminui\u00e7\u00e3o dos custos, portanto, n\u00e3o significa que os trabalhadores trabalham menos mantendo a mesma produ\u00e7\u00e3o, mas que menos trabalhadores produzem mais produtos. O aumento da produtividade reparte seus frutos de forma extremamente desigual: enquanto trabalhadores \u201csup\u00e9rfluos\u201d s\u00e3o demitidos, crescem os lucros dos empres\u00e1rios. Mas, se todas as empresas entrarem nesse processo, h\u00e1 a amea\u00e7a de surgir um efeito com que n\u00e3o contavam os interesses obtusos da economia empresarial: com o crescente desemprego, diminui o poder de compra da sociedade. Quem comprar\u00e1 ent\u00e3o a quantidade cada vez maior de mercadorias?<\/p>\n<p>As guildas dos artes\u00e3os da Idade M\u00e9dia pressentiram esse perigo. Para elas era um pecado e um crime fazer concorr\u00eancia aos colegas por meio do aumento de produtividade e tentar conduz\u00ed-los a todo custo \u00e0 ru\u00edna. Os m\u00e9todos de produ\u00e7\u00e3o eram por isso rigidamente fixados, e ningu\u00e9m os podia modificar sem o consentimento das guildas. O que impedia um desenvolvimento tecnol\u00f3gico era menos a incapacidade t\u00e9cnica do que essa organiza\u00e7\u00e3o social est\u00e1tica dos artes\u00e3os. Estes n\u00e3o produziam para um mercado no sentido moderno, mas para um mercado regional limitado, livre de concorr\u00eancia. Essa ordem de produ\u00e7\u00e3o durou mais tempo do que geralmente se sup\u00f5e. Em grande parte da Alemanha, a introdu\u00e7\u00e3o de m\u00e1quinas foi proibida pela pol\u00edcia at\u00e9 meados do s\u00e9culo 18.<\/p>\n<p>A Inglaterra, como se sabe, foi a primeira a derrubar tal proibi\u00e7\u00e3o. O caminho, assim, ficou livre para as inven\u00e7\u00f5es t\u00e9cnicas como o tear mec\u00e2nico e a m\u00e1quina a vapor, os dois motores da industrializa\u00e7\u00e3o. E, s\u00fabito, irrompeu a temida cat\u00e1strofe social: em toda a Europa, na passagem do s\u00e9culo 18 para o 19, alastrou-se o primeiro desemprego tecnol\u00f3gico em massa.<\/p>\n<p>Tudo isso \u00e9 passado, dizem os economistas: a evolu\u00e7\u00e3o posterior n\u00e3o demonstrou que os temores eram infundados? De fato, apesar da expans\u00e3o cont\u00ednua das novas for\u00e7as produtivas do ramo industrial, o desemprego tecnol\u00f3gico caiu rapidamente. Mas por que motivo? Acossados pela concorr\u00eancia rec\u00edproca, os industriais foram obrigados a restituir aos consumidores parte de seus ganhos com a produ\u00e7\u00e3o. As m\u00e1quinas tornaram os produtos essencialmente mais baratos ao consumidor.<\/p>\n<p>Embora para a produ\u00e7\u00e3o de uma certa quantidade de produtos t\u00eaxteis fosse necess\u00e1ria uma for\u00e7a de trabalho menor do que antes, a demanda por roupas e tecidos baratos cresceu tanto que, ao contr\u00e1rio das expectativas, um n\u00famero consider\u00e1vel de trabalhadores foi empregado nas novas ind\u00fastrias.<\/p>\n<p>Com isso, por\u00e9m, o problema n\u00e3o foi solucionado pela raiz. Todo mercado, a seu tempo, atinge um limite de satura\u00e7\u00e3o que o torna incapaz de conquistar novas camadas de consumidores. Somente numa certa fase da evolu\u00e7\u00e3o o aumento da produtividade conduz \u00e0 cria\u00e7\u00e3o de mais empregos para a sociedade, apesar da menor quantidade de trabalho necess\u00e1ria para a confec\u00e7\u00e3o de cada produto.<\/p>\n<p>Nessa fase, os m\u00e9todos desenvolvidos barateiam o produto e o preparam ao grande consumo das massas. Antes de alcan\u00e7ar esse est\u00e1gio, o aumento de produtividade lan\u00e7a o antigo modo de produ\u00e7\u00e3o numa profunda crise, como mostra o exemplo dos artes\u00e3os t\u00eaxteis no s\u00e9culo 19. Na outra ponta do desenvolvimento, a crise \u00e9 igualmente uma amea\u00e7a (com base na pr\u00f3pria produ\u00e7\u00e3o industrial), quando o est\u00e1gio de expans\u00e3o \u00e9 ultrapassado e os mercados perif\u00e9ricos encontram-se saturados.<\/p>\n<p>Mas essa mesma expans\u00e3o ainda pode ser transferida a outros setores. Ao longo do s\u00e9culo 19, os antigos redutos artesanais foram progressivamente industrializados. Cada vez mais produtos tiveram seus pre\u00e7os reduzidos e permitiram a explos\u00e3o do mercado. O processo sofreu uma tal acelera\u00e7\u00e3o que os artes\u00e3os \u201csup\u00e9rfluos\u201d eram imediatamente absorvidos pelo trabalho industrial, evitando assim que se repetisse a grande crise social dos antigos produtores t\u00eaxteis.<\/p>\n<p>As crises, mesmo que inevit\u00e1veis, pareciam somente transi\u00e7\u00f5es dolorosas para se atingir novos patamares de prosperidade. Mas o que ocorre quando todos os ramos da produ\u00e7\u00e3o j\u00e1 est\u00e3o industrializados e todos os limites de expans\u00e3o do mercado j\u00e1 foram alcan\u00e7ados?<\/p>\n<p>O desenvolvimento econ\u00f4mico parecia refutar tamb\u00e9m esse receio. A ind\u00fastria n\u00e3o apenas absorveu os antigos ramos da produ\u00e7\u00e3o artesanal, mas tamb\u00e9m criou a partir de si misma novos setores produtivos, inventou produtos jamais imaginados e infundiu a sede de compra nos consumidores. O processo de aumento da produtividade, expans\u00e3o e satura\u00e7\u00e3o dos mercados, cria\u00e7\u00e3o de novas necessidades e nova expans\u00e3o parecia n\u00e3o ter limites.<\/p>\n<p>Economistas como Joseph Schumpeter e Nikolai Kondratieff formularam, a partir dessas id\u00e9ias, a teoria dos chamados \u201cgrandes ciclos\u201d no desenvolvimento da economia moderna. Segundo essa teoria, uma certa combina\u00e7\u00e3o de ind\u00fastrias sempre atinge seu limite hist\u00f3rico de satura\u00e7\u00e3o, envelhece e come\u00e7a a encolher, ap\u00f3s uma fase de expans\u00e3o impetuosa. Empres\u00e1rios inovadores, na condi\u00e7\u00e3o de \u201cdestruidores criativos\u201d (Schumpeter), inventam todavia novos produtos, novos m\u00e9todos e novas ind\u00fastrias que libertam o capital dos antigos investimentos estagnados e lhes d\u00e1 novo alento num corpo tecnol\u00f3gico renovado.<\/p>\n<p>O exemplo lapidar desse nascimento de um novo ciclo \u00e9 a ind\u00fastria automobil\u00edstica. Em 1886, o engenheiro alem\u00e3o Carl Benz j\u00e1 tinha constru\u00eddo o primeiro carro; mas at\u00e9 a Primeira Guerra Mundial, tal mercadoria permaneceu um produto de luxo extremamente caro. Como que egresso das p\u00e1ginas do livro-texto de Schumpeter, surgiu ent\u00e3o o empres\u00e1rio inovador Henry Ford. Sua cria\u00e7\u00e3o n\u00e3o foi o pr\u00f3prio autom\u00f3vel, mas um novo m\u00e9todo de produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>No s\u00e9culo 19, a produtividade cresceu sobretudo pelo fato de os ramos artesanais terem sido industrializados por meio da instala\u00e7\u00e3o de m\u00e1quinas. A organiza\u00e7\u00e3o interna da pr\u00f3pria ind\u00fastria ainda n\u00e3o fora objeto de grandes cuidados. S\u00f3 ap\u00f3s 1900 o engenheiro norte-americano Frederick Taylor desenvolveu um sistema de \u201cadministra\u00e7\u00e3o cient\u00edfica\u201d, a fim de desmembrar as \u00e1reas de trabalho espec\u00edficas e aumentar a produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Ford descubriu por meio desse sistema reservas insuspeitas de produtividade na organiza\u00e7\u00e3o do processo produtivo. Observou, por exemplo, que um oper\u00e1rio da linha de montagem perdia em m\u00e9dia muito tempo ao buscar parafusos. Estes foram ent\u00e3o transportados diretamente ao local de trabalho. Parte do processo tornou-se \u201csup\u00e9rfluo\u201d e, logo em seguida, foi introduzida a esteira rolante.<\/p>\n<p>Os resultados foram surpreendentes. At\u00e9 a Primeira Guerra, a capacidade produtiva de uma f\u00e1brica de autom\u00f3veis de porte m\u00e9dio permanecia em torno dos 10 mil carros por ano; em Detroit, a nova f\u00e1brica de Ford produziu, no exerc\u00edcio financeiro de 1914, a fant\u00e1stica cifra de 248 mil unidades do seu c\u00e9lebre \u201cModell T\u201d. Os novos m\u00e9todos deflagraram uma nova revolu\u00e7\u00e3o industrial. Mas tal revolu\u00e7\u00e3o \u201cfordista\u201d ocorreu tarde demais para poder evitar a crise econ\u00f4mica mundial (1929-33), desencadeada pelos custos da guerra e pelo decl\u00ednio global do com\u00e9rcio.<\/p>\n<p>Depois de 1945, por\u00e9m, sobreveio o \u201cgrande ciclo\u201d da produ\u00e7\u00e3o industrial de autom\u00f3veis, aparelhos dom\u00e9sticos, divertimentos eletr\u00f4nicos etc. Baseado no antigo modelo, s\u00f3 que agora em dimens\u00f5es muito maiores, o aumento da produtividade criou um n\u00famero espantoso de novos empregos, j\u00e1 que a expans\u00e3o do mercado de carros, geladeiras, televis\u00f5es etc, exigia, em termos absolutos, mais trabalho do que os m\u00e9todos \u201cfordistas\u201d, em termos relativos, economizavam em cada produto.<\/p>\n<p>Nos anos 70, as ind\u00fastrias fordistas atingiram seu n\u00edvel hist\u00f3rico de satura\u00e7\u00e3o. Desde ent\u00e3o vivemos a terceira revolu\u00e7\u00e3o industrial, da microeletr\u00f4nica. Cheio de esperan\u00e7as, algu\u00e9m se lembrou imediatamente de Schumpeter. De fato, os novos produtos passaram por um processo semelhante de barateamento, \u00e0 maneira dos autom\u00f3veis e das geladeiras: o computador, antes um aparelho caro e destinado a grandes empresas, transformou-se rapidamente num produto de consumo das massas. Desta vez, por\u00e9m, o surto econ\u00f4mico n\u00e3o causou o correspondente aumento de empregos.<\/p>\n<p>Pela primeira vez na hist\u00f3ria da modernidade, uma nova tecnologia \u00e9 capaz de economizar mais trabalho, em termos absolutos, do que o necess\u00e1rio para a expans\u00e3o dos mercados de novos produtos. Na terceira revolu\u00e7\u00e3o industrial, a capacidade de racionaliza\u00e7\u00e3o \u00e9 maior do que a capacidade de expans\u00e3o. A efic\u00e1cia de uma fase expansiva, criadora de empregos, deixou de existir. O desemprego tecnol\u00f3gico da antiga hist\u00f3ria da industrializa\u00e7\u00e3o faz seu retorno triunfal, s\u00f3 que agora n\u00e3o se limita a um ramo da produ\u00e7\u00e3o, mas se espalha por todas as ind\u00fastrias, por todo o planeta.<\/p>\n<p>O pr\u00f3prio interesse econ\u00f4mico das empresas conduz ao absurdo. J\u00e1 \u00e9 tempo, depois de 200 anos de era moderna, que o aumento da produtividade sirva para trabalhar menos e viver melhor. O sistema de mercado, por\u00e9m, n\u00e3o foi feito para isso. Sua a\u00e7\u00e3o restringe-se a transformar o excedente produtivo em mais produ\u00e7\u00e3o e, portanto, em mais desemprego. Os economistas n\u00e3o querem compreender que a terceira revolu\u00e7\u00e3o industrial possui uma qualidade nova, em cujo meio a teoria de Schumpeter n\u00e3o \u00e9 mais v\u00e1lida. Em v\u00e3o, eles ainda esperam o \u201cgrande ciclo\u201d da microeletr\u00f4nica &#8211; em v\u00e3o, ainda esperam Godot.<\/p>\n<p>http:\/\/www.unicamp.br\/nipe\/fkurtz.htm<\/p>\n<p>Obs: primeiro texto publicado pelo site <strong>Controv\u00e9rsia<\/strong> em 17\/07\/2006.<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>ROBERT KURZ &#8211;\u00a0Chega ao fim o mito da expans\u00e3o ilimitada do mercado H\u00e1 uma concep\u00e7\u00e3o ing\u00eanua, por\u00e9m sensata, sobre a produtividade: quanto mais ela cresce, assim pensa o bom racioc\u00ednio humano, mais al\u00edvio traz \u00e0 vida em comum. A maior produtividade permite mais bens com menos trabalho. N\u00e3o \u00e9 maravilhoso? Em nossa \u00e9poca, no entanto, [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":1281,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":false,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[5,2],"tags":[],"class_list":["post-1280","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-economia","category-politica"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.7 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>O TORPOR DO CAPITALISMO - Controversia<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/controversia.com.br\/pt\/2016\/07\/17\/o-torpor-do-capitalismo\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_PT\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"O TORPOR DO CAPITALISMO - Controversia\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"ROBERT KURZ &#8211;\u00a0Chega ao fim o mito da expans\u00e3o ilimitada do mercado H\u00e1 uma concep\u00e7\u00e3o ing\u00eanua, por\u00e9m sensata, sobre a produtividade: quanto mais ela cresce, assim pensa o bom racioc\u00ednio humano, mais al\u00edvio traz \u00e0 vida em comum. A maior produtividade permite mais bens com menos trabalho. N\u00e3o \u00e9 maravilhoso? Em nossa \u00e9poca, no entanto, [&hellip;]\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/controversia.com.br\/pt\/2016\/07\/17\/o-torpor-do-capitalismo\/\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"Controversia\" \/>\n<meta property=\"article:publisher\" content=\"https:\/\/www.facebook.com\/Controversiascontemporaneas\/\" \/>\n<meta property=\"article:author\" content=\"https:\/\/www.facebook.com\/Controversiascontemporaneas\/\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2016-07-17T22:15:52+00:00\" \/>\n<meta property=\"og:image\" content=\"https:\/\/controversia.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/robert-kurz.jpg\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:width\" content=\"684\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:height\" content=\"342\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:type\" content=\"image\/jpeg\" \/>\n<meta name=\"author\" content=\"Ricardo Alvarez\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:creator\" content=\"@https:\/\/twitter.com\/contro_versia\" \/>\n<meta name=\"twitter:site\" content=\"@contro_versia\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Escrito por\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"Ricardo Alvarez\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label2\" content=\"Tempo estimado de leitura\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data2\" content=\"11 minutos\" \/>\n<script type=\"application\/ld+json\" class=\"yoast-schema-graph\">{\"@context\":\"https:\\\/\\\/schema.org\",\"@graph\":[{\"@type\":\"Article\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/controversia.com.br\\\/2016\\\/07\\\/17\\\/o-torpor-do-capitalismo\\\/#article\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/controversia.com.br\\\/2016\\\/07\\\/17\\\/o-torpor-do-capitalismo\\\/\"},\"author\":{\"name\":\"Ricardo Alvarez\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/controversia.com.br\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/890416adf48f0d52618900e97e15edf2\"},\"headline\":\"O TORPOR DO CAPITALISMO\",\"datePublished\":\"2016-07-17T22:15:52+00:00\",\"mainEntityOfPage\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/controversia.com.br\\\/2016\\\/07\\\/17\\\/o-torpor-do-capitalismo\\\/\"},\"wordCount\":2272,\"commentCount\":0,\"publisher\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/controversia.com.br\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/890416adf48f0d52618900e97e15edf2\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/controversia.com.br\\\/2016\\\/07\\\/17\\\/o-torpor-do-capitalismo\\\/#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"https:\\\/\\\/i0.wp.com\\\/controversia.com.br\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2016\\\/07\\\/robert-kurz.jpg?fit=684%2C342&ssl=1\",\"articleSection\":[\"Economia\",\"Pol\u00edtica\"],\"inLanguage\":\"pt-PT\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"CommentAction\",\"name\":\"Comment\",\"target\":[\"https:\\\/\\\/controversia.com.br\\\/2016\\\/07\\\/17\\\/o-torpor-do-capitalismo\\\/#respond\"]}]},{\"@type\":\"WebPage\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/controversia.com.br\\\/2016\\\/07\\\/17\\\/o-torpor-do-capitalismo\\\/\",\"url\":\"https:\\\/\\\/controversia.com.br\\\/2016\\\/07\\\/17\\\/o-torpor-do-capitalismo\\\/\",\"name\":\"O TORPOR DO CAPITALISMO - Controversia\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/controversia.com.br\\\/#website\"},\"primaryImageOfPage\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/controversia.com.br\\\/2016\\\/07\\\/17\\\/o-torpor-do-capitalismo\\\/#primaryimage\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/controversia.com.br\\\/2016\\\/07\\\/17\\\/o-torpor-do-capitalismo\\\/#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"https:\\\/\\\/i0.wp.com\\\/controversia.com.br\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2016\\\/07\\\/robert-kurz.jpg?fit=684%2C342&ssl=1\",\"datePublished\":\"2016-07-17T22:15:52+00:00\",\"breadcrumb\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/controversia.com.br\\\/2016\\\/07\\\/17\\\/o-torpor-do-capitalismo\\\/#breadcrumb\"},\"inLanguage\":\"pt-PT\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"ReadAction\",\"target\":[\"https:\\\/\\\/controversia.com.br\\\/2016\\\/07\\\/17\\\/o-torpor-do-capitalismo\\\/\"]}]},{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-PT\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/controversia.com.br\\\/2016\\\/07\\\/17\\\/o-torpor-do-capitalismo\\\/#primaryimage\",\"url\":\"https:\\\/\\\/i0.wp.com\\\/controversia.com.br\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2016\\\/07\\\/robert-kurz.jpg?fit=684%2C342&ssl=1\",\"contentUrl\":\"https:\\\/\\\/i0.wp.com\\\/controversia.com.br\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2016\\\/07\\\/robert-kurz.jpg?fit=684%2C342&ssl=1\",\"width\":684,\"height\":342},{\"@type\":\"BreadcrumbList\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/controversia.com.br\\\/2016\\\/07\\\/17\\\/o-torpor-do-capitalismo\\\/#breadcrumb\",\"itemListElement\":[{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":1,\"name\":\"In\u00edcio\",\"item\":\"https:\\\/\\\/controversia.com.br\\\/\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":2,\"name\":\"O TORPOR DO CAPITALISMO\"}]},{\"@type\":\"WebSite\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/controversia.com.br\\\/#website\",\"url\":\"https:\\\/\\\/controversia.com.br\\\/\",\"name\":\"Controversia\",\"description\":\"Um site de leitura e debate\",\"publisher\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/controversia.com.br\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/890416adf48f0d52618900e97e15edf2\"},\"potentialAction\":[{\"@type\":\"SearchAction\",\"target\":{\"@type\":\"EntryPoint\",\"urlTemplate\":\"https:\\\/\\\/controversia.com.br\\\/?s={search_term_string}\"},\"query-input\":{\"@type\":\"PropertyValueSpecification\",\"valueRequired\":true,\"valueName\":\"search_term_string\"}}],\"inLanguage\":\"pt-PT\"},{\"@type\":[\"Person\",\"Organization\"],\"@id\":\"https:\\\/\\\/controversia.com.br\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/890416adf48f0d52618900e97e15edf2\",\"name\":\"Ricardo Alvarez\",\"image\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-PT\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/controversia.com.br\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2020\\\/05\\\/Plano-de-Fundo-1015x1024.png\",\"url\":\"https:\\\/\\\/controversia.com.br\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2020\\\/05\\\/Plano-de-Fundo-1015x1024.png\",\"contentUrl\":\"https:\\\/\\\/controversia.com.br\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2020\\\/05\\\/Plano-de-Fundo-1015x1024.png\",\"width\":1015,\"height\":1024,\"caption\":\"Ricardo Alvarez\"},\"logo\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/controversia.com.br\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2020\\\/05\\\/Plano-de-Fundo-1015x1024.png\"},\"description\":\"Professor, mestre em geografia urbana pela USP e criador do site Controv\u00e9rsia e escreve semanalmente.\",\"sameAs\":[\"http:\\\/\\\/controversia.com.br\",\"https:\\\/\\\/www.facebook.com\\\/Controversiascontemporaneas\\\/\",\"https:\\\/\\\/www.linkedin.com\\\/in\\\/controversia\\\/\",\"https:\\\/\\\/x.com\\\/https:\\\/\\\/twitter.com\\\/contro_versia\"]}]}<\/script>\n<!-- \/ Yoast SEO plugin. -->","yoast_head_json":{"title":"O TORPOR DO CAPITALISMO - Controversia","robots":{"index":"index","follow":"follow","max-snippet":"max-snippet:-1","max-image-preview":"max-image-preview:large","max-video-preview":"max-video-preview:-1"},"canonical":"https:\/\/controversia.com.br\/pt\/2016\/07\/17\/o-torpor-do-capitalismo\/","og_locale":"pt_PT","og_type":"article","og_title":"O TORPOR DO CAPITALISMO - Controversia","og_description":"ROBERT KURZ &#8211;\u00a0Chega ao fim o mito da expans\u00e3o ilimitada do mercado H\u00e1 uma concep\u00e7\u00e3o ing\u00eanua, por\u00e9m sensata, sobre a produtividade: quanto mais ela cresce, assim pensa o bom racioc\u00ednio humano, mais al\u00edvio traz \u00e0 vida em comum. A maior produtividade permite mais bens com menos trabalho. N\u00e3o \u00e9 maravilhoso? Em nossa \u00e9poca, no entanto, [&hellip;]","og_url":"https:\/\/controversia.com.br\/pt\/2016\/07\/17\/o-torpor-do-capitalismo\/","og_site_name":"Controversia","article_publisher":"https:\/\/www.facebook.com\/Controversiascontemporaneas\/","article_author":"https:\/\/www.facebook.com\/Controversiascontemporaneas\/","article_published_time":"2016-07-17T22:15:52+00:00","og_image":[{"width":684,"height":342,"url":"https:\/\/controversia.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/robert-kurz.jpg","type":"image\/jpeg"}],"author":"Ricardo Alvarez","twitter_card":"summary_large_image","twitter_creator":"@https:\/\/twitter.com\/contro_versia","twitter_site":"@contro_versia","twitter_misc":{"Escrito por":"Ricardo Alvarez","Tempo estimado de leitura":"11 minutos"},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"Article","@id":"https:\/\/controversia.com.br\/2016\/07\/17\/o-torpor-do-capitalismo\/#article","isPartOf":{"@id":"https:\/\/controversia.com.br\/2016\/07\/17\/o-torpor-do-capitalismo\/"},"author":{"name":"Ricardo Alvarez","@id":"https:\/\/controversia.com.br\/#\/schema\/person\/890416adf48f0d52618900e97e15edf2"},"headline":"O TORPOR DO CAPITALISMO","datePublished":"2016-07-17T22:15:52+00:00","mainEntityOfPage":{"@id":"https:\/\/controversia.com.br\/2016\/07\/17\/o-torpor-do-capitalismo\/"},"wordCount":2272,"commentCount":0,"publisher":{"@id":"https:\/\/controversia.com.br\/#\/schema\/person\/890416adf48f0d52618900e97e15edf2"},"image":{"@id":"https:\/\/controversia.com.br\/2016\/07\/17\/o-torpor-do-capitalismo\/#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/i0.wp.com\/controversia.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/robert-kurz.jpg?fit=684%2C342&ssl=1","articleSection":["Economia","Pol\u00edtica"],"inLanguage":"pt-PT","potentialAction":[{"@type":"CommentAction","name":"Comment","target":["https:\/\/controversia.com.br\/2016\/07\/17\/o-torpor-do-capitalismo\/#respond"]}]},{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/controversia.com.br\/2016\/07\/17\/o-torpor-do-capitalismo\/","url":"https:\/\/controversia.com.br\/2016\/07\/17\/o-torpor-do-capitalismo\/","name":"O TORPOR DO CAPITALISMO - Controversia","isPartOf":{"@id":"https:\/\/controversia.com.br\/#website"},"primaryImageOfPage":{"@id":"https:\/\/controversia.com.br\/2016\/07\/17\/o-torpor-do-capitalismo\/#primaryimage"},"image":{"@id":"https:\/\/controversia.com.br\/2016\/07\/17\/o-torpor-do-capitalismo\/#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/i0.wp.com\/controversia.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/robert-kurz.jpg?fit=684%2C342&ssl=1","datePublished":"2016-07-17T22:15:52+00:00","breadcrumb":{"@id":"https:\/\/controversia.com.br\/2016\/07\/17\/o-torpor-do-capitalismo\/#breadcrumb"},"inLanguage":"pt-PT","potentialAction":[{"@type":"ReadAction","target":["https:\/\/controversia.com.br\/2016\/07\/17\/o-torpor-do-capitalismo\/"]}]},{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-PT","@id":"https:\/\/controversia.com.br\/2016\/07\/17\/o-torpor-do-capitalismo\/#primaryimage","url":"https:\/\/i0.wp.com\/controversia.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/robert-kurz.jpg?fit=684%2C342&ssl=1","contentUrl":"https:\/\/i0.wp.com\/controversia.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/robert-kurz.jpg?fit=684%2C342&ssl=1","width":684,"height":342},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"https:\/\/controversia.com.br\/2016\/07\/17\/o-torpor-do-capitalismo\/#breadcrumb","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"In\u00edcio","item":"https:\/\/controversia.com.br\/"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"O TORPOR DO CAPITALISMO"}]},{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/controversia.com.br\/#website","url":"https:\/\/controversia.com.br\/","name":"Controversia","description":"Um site de leitura e debate","publisher":{"@id":"https:\/\/controversia.com.br\/#\/schema\/person\/890416adf48f0d52618900e97e15edf2"},"potentialAction":[{"@type":"SearchAction","target":{"@type":"EntryPoint","urlTemplate":"https:\/\/controversia.com.br\/?s={search_term_string}"},"query-input":{"@type":"PropertyValueSpecification","valueRequired":true,"valueName":"search_term_string"}}],"inLanguage":"pt-PT"},{"@type":["Person","Organization"],"@id":"https:\/\/controversia.com.br\/#\/schema\/person\/890416adf48f0d52618900e97e15edf2","name":"Ricardo Alvarez","image":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-PT","@id":"https:\/\/controversia.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/Plano-de-Fundo-1015x1024.png","url":"https:\/\/controversia.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/Plano-de-Fundo-1015x1024.png","contentUrl":"https:\/\/controversia.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/Plano-de-Fundo-1015x1024.png","width":1015,"height":1024,"caption":"Ricardo Alvarez"},"logo":{"@id":"https:\/\/controversia.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/Plano-de-Fundo-1015x1024.png"},"description":"Professor, mestre em geografia urbana pela USP e criador do site Controv\u00e9rsia e escreve semanalmente.","sameAs":["http:\/\/controversia.com.br","https:\/\/www.facebook.com\/Controversiascontemporaneas\/","https:\/\/www.linkedin.com\/in\/controversia\/","https:\/\/x.com\/https:\/\/twitter.com\/contro_versia"]}]}},"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/i0.wp.com\/controversia.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/robert-kurz.jpg?fit=684%2C342&ssl=1","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_likes_enabled":true,"jetpack-related-posts":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/controversia.com.br\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1280","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/controversia.com.br\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/controversia.com.br\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/controversia.com.br\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/controversia.com.br\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1280"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/controversia.com.br\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1280\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":1282,"href":"https:\/\/controversia.com.br\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1280\/revisions\/1282"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/controversia.com.br\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/1281"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/controversia.com.br\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1280"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/controversia.com.br\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1280"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/controversia.com.br\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1280"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}