Qual a saída política?

Qual a saída política?

FREI BETTO – A deposição de Dilma me cheira a golpe parlamentar, à semelhança do que ocorreu em Honduras e no Paraguai. O governo dela, neste início do segundo mandato, não corresponde ao êxito alcançado no primeiro. Contudo, foi democraticamente eleito e eu, que o critico, não cedo ao oportunismo que se empenha em quebrar … Continue lendo »
Uma luz no fim do túnel para imóveis vazios e degradados

Uma luz no fim do túnel para imóveis vazios e degradados

Raquel Rolnik – Quem percorre nossas grandes cidades percebe a enorme quantidade de prédios vazios, abandonados ou subutilizados, degradando a paisagem e as áreas onde estão localizados. Parte desses imóveis tem hoje imbróglios jurídicos e fundiários que dificultam enormemente seu aproveitamento. Dentre estes –pasmem!–, vários são imóveis públicos, que em tese poderiam ser aproveitados para abrigar … Continue lendo »
Mais um golpe vagabundíssimo

Mais um golpe vagabundíssimo

Mário Magalhães – Poucos anos depois da deposição do presidente constitucional João Goulart, em 1964, um dos arautos mais estridentes do movimento avacalhou-o como “golpe vagabundíssimo”. Houvera, de fato, golpe de Estado. Mas antes o arauto o incensara como “Revolução”, em caixa-alta. E como cruzada em defesa da democracia e contra a corrupção. Proclamaram que seria … Continue lendo »