GREGORIO CARBONI MAESTRI – Na Bélgica sou filho da imigração. Os meus avós maternos vieram em 1946 para trabalhar com minério. E, no ano de 1990, pós-muro de Berlim e do neoliberalismo vitorioso, estudei em uma daquelas escolas da nova imigração, aquelas que os belgas chamam “escola lixeira”. Naquela escola, L’Athénée Royal André Vesale, era quase … Continue lendo Molenbeek: a cidade de todas as bombas do deus do dinheiro
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