Paulo Saldanã – São Paulo, Rio de Janeiro, Ceará, Espírito Santo, Goiás e Minas Gerais. Esses foram os Estados que já registraram, ou ainda registram, ocupações de escolas públicas comandadas por estudantes.
Cada vez mais frequente, a tática de tomar prédios escolares colocou os alunos no centro do debate educacional. Para estudiosos, o fenômeno reforça o diagnóstico de que já não é mais possível fazer política pública sem ouvir quem está na sala de aula.
Mesmo com a liberação da sede do Centro Paula Souza, em São Paulo, 11 Etecs (escolas técnicas) seguiam ocupadas neste sábado (7). Outras duas escolas estaduais, ligadas à secretaria de Educação, e o prédio da Diretoria de Ensino Centro-Oeste, em Perdizes, também foram tomadas por estudantes.

Estudantes que tomaram o Centro Paula Souza, em São Paulo




